Juliana Raia: Quando Experiência, Ciência E Energia Se Transformam Em Método
Administradora, terapeuta, mentora, Mestra em Reiki e palestrante, Juliana Raia construiu uma trajetória profissional marcada por diferentes áreas de conhecimento e por uma atuação voltada às relações humanas. São mais de 20 anos de experiência em gestão de pessoas, mais de 30 anos de trabalho com o Tarô e nove anos dedicados às terapias. À frente do Instituto Acolher, em Belo Horizonte, Juliana reúne essa experiência em atendimentos terapêuticos, formações, mentorias e métodos autorais. Seu trabalho atual é resultado de um percurso que começou no ambiente corporativo e, ao longo dos anos, incorporou novas áreas de estudo e atuação. Formada […]
Administradora, terapeuta, mentora, Mestra em Reiki e palestrante, Juliana Raia construiu uma trajetória profissional marcada por diferentes áreas de conhecimento e por uma atuação voltada às relações humanas. São mais de 20 anos de experiência em gestão de pessoas, mais de 30 anos de trabalho com o Tarô e nove anos dedicados às terapias.
À frente do Instituto Acolher, em Belo Horizonte, Juliana reúne essa experiência em atendimentos terapêuticos, formações, mentorias e métodos autorais. Seu trabalho atual é resultado de um percurso que começou no ambiente corporativo e, ao longo dos anos, incorporou novas áreas de estudo e atuação.
Formada em Administração com Gestão em Telecomunicações, Juliana passou mais de duas décadas no universo empresarial, onde esteve envolvida com gestão, liderança, negociação e empreendedorismo. A rotina profissional proporcionou contato com diferentes perfis e situações, contribuindo para ampliar sua percepção sobre comportamento, relações e processos de decisão.
Foi nesse período que o interesse pelo desenvolvimento humano passou a ganhar novas perspectivas. Paralelamente à carreira executiva, o Tarô já fazia parte de sua vida. Há mais de três décadas, Juliana trabalha com as cartas, experiência que foi sendo aprimorada até resultar em uma abordagem própria.
Há nove anos, iniciou uma nova fase profissional, direcionando sua atuação para as terapias e aprofundando conhecimentos relacionados ao comportamento humano, à neurociência, à energia e às práticas integrativas. A partir dessa trajetória, surgiu o Instituto Acolher e, posteriormente, duas metodologias autorais: o PAQ, Pacote Acolher Quântico, e o Tarô Terapêutico – Método Juliana Raia.
No Instituto Acolher, os atendimentos partem da escuta e da compreensão da história individual. A proposta é auxiliar cada pessoa a observar comportamentos, reconhecer padrões e refletir sobre escolhas que fazem parte de sua trajetória.
Essa perspectiva está presente no PAQ. Criado por Juliana, o método trabalha questões relacionadas a crenças, bloqueios, padrões e limitações que podem influenciar comportamentos e decisões. O acompanhamento considera as particularidades de cada paciente e combina conhecimentos de diferentes campos dentro da proposta de atuação do método.
O processo busca ampliar a percepção sobre aspectos da própria história e criar condições para novas escolhas. Como etapa fundamental desse percurso, está a busca pelo verdadeiro propósito de vida, entendida não como uma resposta pronta, mas como um processo de reconhecimento de valores, potencialidades e objetivos pessoais.
Para Juliana, chegar a essa compreensão representa uma etapa fundamental do processo desenvolvido pelo PAQ. Depois de olhar para a própria história, reconhecer padrões, trabalhar limitações e ampliar a consciência sobre si, a pessoa é conduzida a refletir sobre aquilo que realmente deseja construir e sobre o sentido que pretende dar à própria trajetória.
“Acolher é o começo. Transformar é o propósito.”
A frase sintetiza a essência do método e a perspectiva que orienta o trabalho desenvolvido por Juliana no Instituto Acolher.
A ideia de transformação também está presente na forma como Juliana desenvolveu sua relação com o Tarô. Em vez de tratar as cartas apenas como instrumento de previsão, o Tarô Terapêutico – Método Juliana Raia foi estruturado como uma abordagem voltada ao autoconhecimento, à esperança, à orientação e ao direcionamento.
A leitura procura considerar o momento vivido e estimular reflexões sobre possibilidades e decisões. A pessoa atendida permanece como protagonista de suas escolhas, enquanto as cartas são utilizadas como recurso para ampliar a percepção sobre situações e caminhos possíveis.
Essa experiência acumulada ao longo de décadas também se transformou em formação. A Mentoria de Tarô – Método Juliana Raia foi criada para transmitir o conhecimento desenvolvido por Juliana a novos profissionais.
A formação contempla os significados e a simbologia das 78 cartas, interpretação, escuta, prática, técnicas terapêuticas e responsabilidade na condução dos atendimentos. Também inclui Numerologia aplicada ao Tarô Terapêutico e acompanhamento dos participantes.
A primeira turma recebeu o nome de Rosas de Fogo e marcou o início de uma nova frente na trajetória de Juliana: a formação de pessoas interessadas em aprofundar seus conhecimentos sobre o Tarô dentro da metodologia desenvolvida por ela.
O Reiki representa outra dimensão desse trabalho. Mestra em Reiki, Juliana ministra a formação completa em Reiki Usui Tibetano, do nível 1 ao nível 3B, com conteúdos teóricos, práticas e acompanhamento.
Mais de 50 alunos já passaram por suas formações em Reiki. A atividade amplia a atuação de Juliana para além dos atendimentos, colocando a transmissão de conhecimento como parte importante de sua carreira.
Essa mesma experiência ganhou espaço nos palcos com “As Fases da Raia”, palestra autoral construída a partir de acontecimentos, desafios e mudanças vivenciados ao longo de sua trajetória.
A apresentação aborda ciclos, escolhas, superação, desafios e recomeços, utilizando experiências pessoais e profissionais como ponto de partida para uma mensagem que pode alcançar diferentes públicos. A proposta é mostrar que dificuldades fazem parte da trajetória, mas não precisam determinar o futuro de uma pessoa.
A mensagem central é de superação e de incentivo à mudança. A história de Juliana serve como exemplo de que é possível enfrentar adversidades, rever caminhos e construir novas possibilidades ao longo da vida.
A frase que encerra suas palestras resume essa perspectiva: “Se eu fiz! Você também pode fazer!”
Quando os diferentes momentos da carreira de Juliana são analisados em conjunto, há uma linha que conecta suas experiências: o contato com pessoas e o desenvolvimento humano.
A gestão trouxe a vivência corporativa. O Tarô acrescentou mais de três décadas de estudo e prática. As terapias ampliaram sua atuação por meio dos atendimentos terapêuticos e deram origem a novas metodologias. As formações e mentorias, por sua vez, passaram a levar esse conhecimento a outros profissionais.
O Instituto Acolher concentra atualmente essas diferentes frentes. É nesse espaço que Juliana realiza atendimentos terapêuticos, ensina, ministra formações e desenvolve seu trabalho como mentora e palestrante.
A criação de métodos próprios também representa uma etapa de consolidação dessa trajetória. O PAQ organiza sua experiência no campo terapêutico, enquanto o Tarô Terapêutico – Método Juliana Raia estrutura décadas de atuação com as cartas em uma proposta que pode ser compartilhada por meio de formação.
Mais do que reunir atividades distintas, a trajetória de Juliana mostra como experiências acumuladas em momentos diferentes podem se conectar e dar origem a uma atuação profissional própria.
Da gestão de pessoas aos atendimentos terapêuticos, passando pelo Tarô, pelo Reiki, pelas mentorias e pelas palestras, Juliana Raia segue construindo um trabalho baseado na combinação entre experiência, estudo e transmissão de conhecimento.
JULIANA RAIA | INSTITUTO ACOLHER
Administradora com Gestão em Telecomunicações | Terapeuta | Mentora | Mestra em Reiki | Palestrante
Mais de 20 anos de experiência em gestão de pessoas
Mais de 30 anos de experiência com o Tarô
9 anos de atuação com terapias
Mais de 50 alunos formados em Reiki
Criadora do PAQ – Pacote Acolher Quântico
Criadora do Tarô Terapêutico – Método Juliana Raia
Criadora da Mentoria de Tarô – Método Juliana Raia
Formação completa em Reiki Usui Tibetano, níveis 1 ao 3B
Criadora da palestra “As Fases da Raia”
O mais recente episódio do podcast Café com Resenha trouxe ao centro do debate um tema urgente e de utilidade pública: a defesa pessoal feminina. A convidada da edição foi a multicampeã mundial de Jiu-Jitsu Carina Santi, que compartilhou sua trajetória vitoriosa nas artes marciais e alertou sobre como o conhecimento de técnicas simples de autodefesa pode garantir a segurança e a autonomia das mulheres no cotidiano.
Durante a gravação, Carina fez uma demonstração prática no estúdio ensinando como escapar de abordagens e ataques comuns. A atleta apresentou movimentos fáceis baseados no uso de alavancas para se libertar de pegadas firmes no pulso e agarrões por trás, enfatizando que a eficácia dessas manobras não depende de força física, mas sim de postura, técnica e tempo de reação.
Para a lutadora, democratizar esse conhecimento é uma missão que vai muito além dos campeonatos de alto rendimento. “A defesa pessoal não serve para incitar o confronto ou a violência, mas para garantir que toda mulher tenha a capacidade de criar espaço, se proteger e voltar para casa em segurança”, destacou Carina Santi.
créditos: divulgação
A iniciativa de abordar a pauta com demonstrações ao vivo foi celebrada pelos apresentadores do programa. “Trazer a Carina para o estúdio e ver na prática como movimentos simples podem mudar o desfecho de uma abordagem perigosa mostra o poder que a informação tem na vida das mulheres”, pontuou a apresentadora Stephanie Dalmazo.
O co-host Vinny D`lakart reforçou o papel social do formato em unir esporte e prestação de serviço. “O Café com Resenhabusca histórias inspiradoras, e este episódio conseguiu unir a trajetória de uma campeã mundial com uma verdadeira aula de utilidade pública para a nossa audiência”, concluiu o apresentador. O episódio completo já está disponível nas redes e plataformas digitais.
FICHA TÉCNICA E SERVIÇO:
● Programa: Podcast Café com Resenha
● Episódio: Defesa Pessoal Feminina não seja a próxima vítima
● Apresentação: Stephanie Dalmazo e Vinny D`lakart
Cirurgia íntima feminina e masculina: prazer, estética ou saúde? O que leva à busca por transformações na intimidade
Procedimentos que envolvem a região genital vão além da aparência e colocam em pauta autoestima, conforto físico, função sexual, expectativas individuais e segurança médica.
A busca por procedimentos cirúrgicos na região íntima, tanto por mulheres quanto por homens, abre espaço para uma discussão que vai muito além da estética: o que realmente motiva alguém a considerar uma transformação nessa parte tão particular do corpo? O desejo de se sentir mais confortável com a própria imagem, a presença de desconfortos físicos, questões funcionais ou expectativas relacionadas à vida sexual podem fazer parte dessa decisão, mas cada caso exige avaliação individualizada.
O tema ganha relevância em um cenário no qual o Brasil permanece entre os principais mercados mundiais de cirurgia plástica. Segundo a InternationalSocietyofAestheticPlasticSurgery (ISAPS), em seu levantamento global referente a 2024, foram estimados 17,4 milhões de procedimentos cirúrgicos estéticos realizados por cirurgiões plásticos em todo o mundo. O estudo também aponta que 48,4% das cirurgias genitais externas ocorreram em pacientes de 18 a 34 anos, evidenciando a importância de compreender as expectativas e motivações de quem procura essas intervenções.
Na saúde feminina, estética e funcionalidade podem se encontrar
Entre os procedimentos femininos está a labioplastia, também conhecida como ninfoplastia em determinados contextos, que consiste na cirurgia de redução ou remodelação dos pequenos lábios vaginais. A indicação pode estar relacionada ao incômodo com a aparência, ao desconforto durante atividades físicas, ao atrito com roupas ou a outras queixas específicas. A avaliação médica deve considerar a anatomia individual, os sintomas relatados, os riscos e as expectativas da paciente.
É fundamental, entretanto, distinguir uma necessidade funcional de uma insatisfação exclusivamente estética. A diversidade anatômica da região íntima é natural, e diferenças de formato, tamanho, simetria e coloração não representam, por si só, um problema de saúde.Procedimentos descritos como rejuvenescimento vaginal também exigem atenção especial. A expressão abrange técnicas diferentes, com indicações, evidências científicas e perfis de risco distintos. Por isso, a decisão não deve ser orientada apenas por tendências, padrões estéticos ou promessas de melhora da satisfação sexual.
Na saúde masculina, a decisão também exige informação e critério
Entre os homens, a procura pode envolver alterações anatômicas, insatisfação com a aparência genital ou preocupações com dimensões e proporções. É importante diferenciar procedimentos estéticos de intervenções indicadas para condições clínicas específicas, como alterações anatômicas que comprometem a função.No caso de cirurgias de aumento peniano, a avaliação deve ser especialmente criteriosa. As evidências sobre determinadas técnicas são limitadas, e possíveis complicações incluem deformidades, alterações de sensibilidade, disfunção sexual e necessidade de novas intervenções. A decisão exige esclarecimento transparente sobre benefícios possíveis, limitações e riscos.
Cirurgia íntima melhora o prazer sexual?
Essa é uma das perguntas mais relevantes e que não admite uma resposta universal. O resultado de uma cirurgia depende da técnica utilizada, da indicação, das condições clínicas e das características individuais. Uma intervenção pode aliviar determinado desconforto físico, mas isso não significa que necessariamente aumentará o desejo, a excitação, a capacidade de atingir o orgasmo ou a satisfação sexual.A sexualidade é multifatorial e envolve aspectos físicos, hormonais, emocionais, relacionais e socioculturais. Por essa razão, expectativas relacionadas ao prazer devem ser discutidas abertamente durante a consulta, sem garantias de resultados que a medicina não pode assegurar.
A decisão deve começar pela consulta, não pela tendência
Mais do que escolher um procedimento, o paciente precisa compreender por que deseja realizá-lo, quais benefícios são realisticamente possíveis e quais são os riscos envolvidos. A avaliação individual, a indicação adequada, a qualificação do profissional, o consentimento esclarecido e o acompanhamento pós-operatório são etapas essenciais.A pergunta que dá origem a esse debate, prazer, estética ou saúde? talvez não tenha uma única resposta. Em diferentes proporções, esses fatores podem participar da decisão de cada pessoa. O papel da medicina é ajudar a distinguir expectativas, necessidades e possibilidades reais, respeitando a autonomia, a privacidade e a segurança de quem procura atendimento.
Crédito | Divulgação – Dr. Seung Hoon Lee [Acervo Pessoal]
“A cirurgia íntima não deve ser conduzida por padrões estéticos impostos pela sociedade, nem por promessas de transformação do prazer. O ponto de partida precisa ser a compreensão individual de cada paciente: o que incomoda, o que compromete sua saúde ou seu conforto e quais resultados são realmente possíveis. A boa medicina não vende expectativas; ela oferece conhecimento, segurança e decisões conscientes, respeitando a anatomia, a individualidade e a história de cada pessoa.” afirma, Dr. SeungLee
Dr. SeungHoon Lee [Dr. Seung Lee] Cirurgião Plástico CRM 174914 | RQE: 59954 Clínica Seung Lee® | São Paulo, SP
2. Conselho Federal de Medicina (CFM) — Manual de Publicidade Médica, Resolução CFM nº 2.336/2023 e orientações sobre divulgação de procedimentos, imagens e informações médicas. https://publicidademedica.cfm.org.br/
3. Sexual Medicine Reviews / Oxford Academic — Penileaugmentationandcosmeticsurgery: recommendationsfromtheFifthInternationalConsultationon Sexual Medicine (ICSM 2024). Revisão de recomendações sobre procedimentos de aumento peniano, evidências disponíveis e riscos.
Gian & Giovani lançam terceiro EP do DVD “Planeta Sonho”
Novo volume traz seis faixas e participação de Murilo Huff A dupla Gian & Giovani apresenta, no dia 29 de outubro, o terceiro EP do projeto “Planeta Sonho”. O novo volume reúne regravações dos sucessos “Convite de Casamento”, “Roupa de Lua de Mel”, “Tentativas” e “Taça de Pranto”, que ganha uma nova versão ao lado de Murilo Huff. Entre as novidades estão as inéditas “Quatro Vidas” e “Duas Toalhas”, esta última também com participação do cantor. Gravado em Goiânia (GO), com ingressos esgotados, o DVD “Planeta Sonho” reúne músicas inéditas e canções que fazem parte da história dos sertanejos. Além […]
Novo volume traz seis faixas e participação de Murilo Huff
A dupla Gian & Giovani apresenta, no dia 29 de outubro, o terceiro EP do projeto “Planeta Sonho”. O novo volume reúne regravações dos sucessos “Convite de Casamento”, “Roupa de Lua de Mel”, “Tentativas” e “Taça de Pranto”, que ganha uma nova versão ao lado de Murilo Huff. Entre as novidades estão as inéditas “Quatro Vidas” e “Duas Toalhas”, esta última também com participação do cantor.
Gravado em Goiânia (GO), com ingressos esgotados, o DVD “Planeta Sonho” reúne músicas inéditas e canções que fazem parte da história dos sertanejos. Além de Murilo Huff, o projeto conta com as participações especiais de Alexandre Pires e das duplas Bruno & Marrone, Jorge & Mateus e Maiara & Maraisa.
“A expectativa para esse lançamento é grande demais e não poderia ser diferente. Esse EP está lindo, cheio de emoção e de momentos especiais. Não deixem de conferir!”, comentam Gian & Giovani.
Vale destacar que, nos volumes anteriores, a dupla já apresentou canções como “Arrependo em Dobro”, “Casinha Branca”, “Caçador de Corações” e “Nem Dormindo Consigo Te Esquecer”, entre outras.
Com direção de Flaney Gonzallez e produção musical de Junior Melo, “Planeta Sonho” celebra diferentes fases da carreira de Gian & Giovani. O nome do projeto faz referência à canção da banda 14 Bis, regravada pela dupla, e também batizou a maior live realizada pelos sertanejos durante a pandemia.