Comandado pelas médicas Dra. Carla Iaconelli e Dra. Rosane Rodrigues, evento reúne mais de 70 convidados no Sal Gastronomia para discutir a importância dos tratamentos de reprodução humana e o congelamento de óvulos
Na última quinta-feira, 23 de maio, o restaurante Sal Gastronomia foi o cenário de um evento notável, intitulado “Elo por Elas – Talks”. O encontro foi conduzido pelas renomadas médicas Dra. Carla Iaconelli e Dra. Rosane Rodrigues, especialistas em reprodução humana e sócias da clínica Elo Medicina. Reunindo mais de 70 convidados, incluindo médicos e celebridades, o evento promoveu um rico bate-papo sobre temas de grande relevância na sociedade atual.
Entre os assuntos discutidos, destacaram-se o protagonismo da mulher na sociedade contemporânea, o papel crucial dos tratamentos de reprodução humana e a importância do congelamento de óvulos.
O “Elo por Elas – Talks” evidenciou a necessidade de se falar mais abertamente sobre as possibilidades e os desafios enfrentados pelas mulheres na busca pela maternidade, bem como a relevância dos avanços científicos que permitem maior controle sobre o planejamento familiar.
Apresentado por Stephanie Dalmazo e Vinny Dlakart, programa recebeu dois nomes de destaque da arbitragem e do jornalismo esportivo em uma conversa que movimentou o público nesta quarta-feira (2)
O Café com Benefícios promoveu, nesta quarta-feira, 2 de setembro, mais um encontro de destaque em sua programação. O episódio reuniu dois nomes conhecidos do universo do futebol brasileiro: Oscar Roberto Godoi e Ana Paula Oliveira, ambos com trajetórias marcadas pela atuação na arbitragem e pelo trabalho no jornalismo esportivo.
Com a proposta de levar ao público conversas leves, relevantes e com convidados que têm histórias para contar, o programa ganhou ainda mais repercussão ao colocar frente a frente duas personalidades que conhecem profundamente os bastidores do futebol. A participação de Oscar Roberto Godoi e Ana Paula Oliveira proporcionou uma conversa que passou por experiências profissionais, histórias da arbitragem e diferentes aspectos do universo esportivo.
O episódio também reforçou a identidade do Café com Benefícios, que vem apostando em convidados de diferentes áreas e em conteúdos capazes de aproximar personalidades e público por meio de conversas espontâneas e descontraídas.
À frente da atração, Stephanie Dalmazo e Vinny Dlakartconduziram o encontro com leveza e dinamismo, contribuindo para que as histórias dos convidados ganhassem espaço e para que o público pudesse conhecer um pouco mais dos profissionais por trás de duas trajetórias tão ligadas ao futebol brasileiro.
A presença de Oscar Roberto Godoi, conhecido por sua atuação como árbitro de futebol e posteriormente por sua carreira na comunicação esportiva, ao lado de Ana Paula Oliveira, que construiu uma trajetória de destaque na arbitragem e também no jornalismo, tornou o episódio especialmente relevante para os fãs do esporte.
O resultado foi um dos encontros que mais chamaram a atenção dentro da proposta do programa, mostrando a força do Café com Benefícios em transformar boas histórias e nomes relevantes em conteúdo para o público.
O episódio completo com Oscar Roberto Godoi e Ana Paula Oliveira, apresentado por Stephanie Dalmazo e Vinny Dlakart, está disponível no canal oficial do Café com Benefícios no YouTube.
As dores invisíveis do RH: Como a liderança de “super-herói” pode adoecer equipes sem perceber
Especialista aponta como excesso de centralização, falta de clareza e uma cultura baseada em controle podem levar ao desligamento emocional e ao adoecimento nas empresas.
Problemas no ambiente de trabalho raramente começam com a intenção deliberada de prejudicar uma equipe. Muitas vezes, são consequência da falta de autoconsciência, da ausência de escuta e da reprodução de modelos ultrapassados de gestão. Promovidos por sua excelência técnica, muitos profissionais enfrentam dificuldades justamente na transição para a liderança e assumem uma espécie de “capa de super-herói”, acreditando que precisam centralizar decisões, resolver todos os problemas e ter todas as respostas. Esse comportamento pode gerar uma série de “dores invisíveis” no ambiente corporativo. Como pontua Daniele Matos, CEO da RHLovers: “O gestor não está tentando prejudicar a equipe; ele acredita que está fazendo o melhor, mas nem sempre o que ele acredita ser o melhor é o que o time precisa”.
Ao tentar controlar cada detalhe e revisar todas as entregas, o gestor cria um ciclo de dependência que reduz a autonomia e a iniciativa do time. Essa postura transmite insegurança e pode transformar o próprio líder no principal gargalo da operação. Ao mesmo tempo, a ausência de diretrizes claras faz com que a equipe trabalhe sem saber exatamente o que se espera dela, gerando ansiedade, retrabalho e perda de produtividade. É justamente aí que aparece o desequilíbrio entre controle e orientação: “Autonomia sem clareza vira abandono. Clareza sem autonomia vira controle. Uma boa liderança precisa equilibrar as duas coisas”, analisa Daniele Matos.
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Um dos sinais mais preocupantes de que algo não vai bem é o silêncio. Quando os colaboradores param de fazer perguntas, propor ideias ou discordar nas reuniões, é importante investigar o quanto ainda existe segurança para se posicionar naquele ambiente. Esse distanciamento pode aparecer no medo de tomar decisões, no aumento dos conflitos internos e até na transferência das conversas sinceras para os corredores e grupos informais. Para a fundadora da RHLovers, perceber esses alertas também exige que o próprio gestor esteja disposto a se questionar: “Quando as conversas e os problemas desaparecem quando o líder entra na sala, a pergunta é: existia espaço e segurança para falar? O líder também precisa mostrar que não tem todas as respostas. Vulnerabilidade conecta e torna a liderança mais humana aos olhos da equipe”.
O aumento da taxa de rotatividade (turnover) pode ser o resultado final de um processo de desligamento emocional que começou muito antes do pedido formal de demissão. Não oferecer conversas honestas sobre carreira, ignorar o desenvolvimento individual e adotar um modelo baseado excessivamente em comando e controle fazem com que as pessoas deixem, aos poucos, de querer contribuir e permanecer naquele ambiente. Por isso, as organizações precisam parar de olhar apenas para a ideia de “reter” talentos e passar a construir ambientes nos quais as pessoas queiram ficar. Conforme destaca Dani Matos: “Não gosto da ideia de reter pessoas, ninguém deve ser segurado. Precisamos criar condições para que as pessoas queiram ficar. Antes de perdermos uma pessoa fisicamente para outra empresa, muitas vezes já a perdemos emocionalmente há muito tempo”.
Para reverter esse cenário e construir um ambiente mais saudável, o gestor precisa estar próximo do time. Isso passa por criar rituais regulares de conversa, tanto individuais quanto coletivos, alinhar expectativas e prioridades com clareza, acompanhar o que está avançando e manter conversas frequentes sobre desempenho, desenvolvimento e carreira. Desenvolver uma equipe também significa fazer boas perguntas, em vez de entregar sempre as respostas prontas, estimulando autonomia e responsabilidade. A verdadeira eficiência da liderança aparece, inclusive, no quanto o time consegue seguir funcionando sem depender o tempo todo do gestor. Daniele Matos sintetiza esse ponto com um teste prático: “Um bom líder deveria conseguir sair de férias tranquilo. Se tudo para porque ninguém consegue decidir sem você, isso não é sinal de importância, é um alerta de gestão. O teste é saber se o time consegue continuar entregando sem depender de você”.
Estar solteiro nunca foi o maior problema. O verdadeiro problema é estar acompanhado e ainda assim se sentir invisível.
Por Stephanie Seitz, sexóloga e CMO da INTT Cosméticos
Todos os anos, quando chega o Dia do Solteiro, vemos uma enxurrada de conteúdos ensinando como encontrar um relacionamento, conquistar alguém ou deixar de estar sozinho. Mas talvez estejamos fazendo a pergunta errada. E se o problema nunca tivesse sido a solteirice?
Como sexóloga, uma das frases que mais escuto é: “Eu namoro há anos, mas me sinto completamente sozinho.” Sempre que alguém diz isso, eu percebo o quanto ainda romantizamos a ideia de que encontrar um parceiro é o suficiente para sermos felizes. A verdade é que estar em um relacionamento nunca foi garantia de conexão.
É possível dividir a mesma cama, jantar na mesma mesa, viajar juntos e, ainda assim, viver uma profunda solidão emocional. A pior solidão nem sempre acontece quando estamos sozinhos. Muitas vezes, ela acontece quando estamos ao lado de alguém que já não nos escuta, não demonstra curiosidade sobre quem nos tornamos e faz com que nos sintamos invisíveis.
Vivemos um paradoxo curioso. Nunca foi tão fácil conhecer pessoas. Aplicativos aproximam desconhecidos em segundos, as redes sociais mostram milhares de possibilidades e basta um clique para iniciar uma conversa. Mas, ao mesmo tempo, nunca foi tão difícil construir intimidade. Criamos conexões rápidas, conversas superficiais e relações descartáveis, enquanto a ansiedade para encontrar alguém cresce cada vez mais.
Parte disso acontece porque ainda carregamos uma crença silenciosa de que estar solteiro é um problema a ser resolvido. Como se a felicidade tivesse, obrigatoriamente, a forma de um casal.
Como se chegar sozinho a um casamento despertasse pena. Como se toda pessoa solteira estivesse desesperadamente procurando alguém. Essa pressão tem um efeito perigoso: ela faz muita gente aceitar relacionamentos que nunca deveriam ter começado. Pessoas ignoram sinais claros de desrespeito, normalizam a falta de diálogo, toleram migalhas de atenção e permanecem onde já não são felizes apenas para não enfrentar o desconforto de voltar à solteirice.
E é justamente aí que nasce uma das formas mais dolorosas de solidão: a solidão acompanhada. Existe uma diferença enorme entre solidão e solitude. A solitude é a capacidade de aproveitar a própria companhia, de sentir prazer em estar consigo mesmo e de entender que a felicidade não depende da presença constante de outra pessoa. Já a solidão aparece quando existe desconexão emocional. E essa desconexão pode acontecer tanto quando estamos solteiros quanto dentro de um casamento de vinte anos.
Talvez o Dia do Solteiro devesse nos lembrar de algo muito mais importante do que encontrar alguém: aprender a construir uma boa relação consigo mesmo. Porque pessoas que têm medo da própria companhia costumam aceitar qualquer companhia. Já aquelas que aprendem a gostar de quem são fazem escolhas mais conscientes sobre quem merece ocupar espaço em suas vidas.
Antes de perguntar quando você vai encontrar alguém, talvez valha fazer uma pergunta mais difícil: você está procurando um parceiro ou apenas tentando aliviar a ansiedade de ficar sozinho? Existe uma diferença enorme entre amor e carência. A carência procura alguém para preencher um vazio. O amor procura alguém para compartilhar uma vida que já faz sentido.
Por isso, talvez o Dia do Solteiro mereça, sim, ser comemorado. Não porque estar solteiro seja melhor do que estar em um relacionamento, mas porque aprender a ser feliz sozinho é uma das maiores proteções contra aceitar um relacionamento que nunca deveria existir.
No fim das contas, a verdadeira meta nunca deveria ser deixar de estar solteiro. Deveria ser construir relações em que a presença do outro some, e nunca substitua, a felicidade que você já encontrou em si mesmo.