Além de ser a primeira afrolatina a cantar no palco principal do Coachella, a Ludmilla contou em entrevista que pretende marcar mais um recorde durante sua apresentação. Pela primeira vez, o festival estadunidense terá o pagode em seu line-up, graças às faixas do “Numanice” que farão parte da setlist da artista brasileira.
Assim como nas apresentações em festivais brasileiros, Ludmilla garantiu que preparou uma estrutura imponente para o seu show no Coachella, que já custa mais de R$ 8 milhões, sendo o maior investimento da carreira da artista.
Por isso, a cantora espera que os fãs se divirtam ao assistirem a apresentação. “Os fãs podem esperar uma grande estrutura. Inclusive, eu quero o Brasil todo em clima de Copa do Mundo assistindo esse show”, brincou. A cantora, inclusive, se prepara para apresentar o pagode para os estadunidenses que estarão presentes no evento. “Claro que teremos pagode no palco do Coachella. Como deixaremos o pagodinho da Ludmilla de fora? O pagodinho é meu queridinho, meu amorzinho, meu fofinho, meu tudo”, comentou.
Após anunciar o início das atividades e o lançamento de seu primeiro álbum “Far Beyond The Light”, a banda Kaledonia divulga a estréia de seu primeiro single/clipe; intitulado “Queen Of All Lies”. O clipe conta com a participação do vocalista do grupo, JP Pretti e da atriz e cantora Damaris Ortiz.
Liderada pelo vocalista e tecladista JP Pretti, o grupo traz em seu debut exatamente o que foi prometido em sua nota de apresentação: melodias e refrães daqueles que fixam na mente do ouvinte.
O vocalista JP Pretti explica: “Por ser o primeiro single e a apresentação da banda de fato, quis trazer essa questão da melodia “pegajosa”, que gruda mesmo. Além da letra que retrata relacionamentos conturbados e mentiras”, afirma.
“Queen Of All Lies” estará disponível nas plataformas digitais a partir de 28/06, acompanhada de seu vídeoclipe, disponível no YouTube.
Saiba mais:
@kaledoniaofficial www.kaledonia.com.br Foto: Divulgação Press: Isabele Miranda
Cantor completou a narrativa do “SUPER” (2023) com 8 faixas inéditas, liberadas nesta terça (11)
Na noite desta terça-feira (11), os fãs de Jão pararam tudo o que estavam fazendo para se envolver em uma escuta atenta de “Supernova”, o novo disco do cantor. O público do artista lotou as redes sociais com análises das letras, trazendo associações a outras músicas da discografia de Jão e, claro, à própria vida. O projeto chegou acompanhado de 8 canções que completam a narrativa do disco “SUPER” (2023). Veja o que estão dizendo!
Dentre as músicas que compõem o compilado, há a primeira faixa cantada em inglês do artista, “Paranoid”. Um outro destaque vai para “O Triste É Que Eu Te Amo”, que traz sample da banda Peter Bjorn and John na música “Young Folks”, que ficou muito conhecida pela série “Gossip Girl” (2007-2012).
Os fãs também puderam ouvir uma continuação explicitada da música “Locadora”, que integra o disco “SUPER”, que aqui aparece como “Locadora (Versão Estendida)”. Um detalhe curioso é que, ao abrir o novo projeto de Jão no Spotify, ele já traz as músicas do “Supernova” como ‘disco 1’ e, em sequência, as do “SUPER” como ‘disco 2’, como se fosse um álbum duplo.
Uma banda com 26 anos de estrada mudando de rumo e acertando “na mosca”!
A Almanak iniciou sua carreira em 1998 e fixou seu nome na tradicional noite paulistana, interpretando covers nos bares e nas casas de shows mais badaladas de São Paulo. Não demorou muito para virar “a queridinha” do circuito, sendo a primeira a se apresentar com vocal feminino cantando músicas muitas vezes, originalmente, gravadas por homens. A moda pegou e hoje a banda tem uma disputadíssima agenda com mais de 200 shows por ano, todos lotados e super animados!
A banda se viu em um momento de colocar em prática um projeto que já tinha em mente antes da pandemia. O projeto, chamado “Almanak DNA”, consiste em colocar o DNA Rock’n’Roll da banda e uma pegada moderna em canções autorais e também em músicas do repertório da MPB, eternizadas por grandes nomes como Alcione, Elis Regina, Belchior e, agora, Caetano Veloso.
A música escolhida já foi gravada por diversos grandes nomes da música brasileira, mas ficou marcada e extremamente famosa na voz de Caetano Veloso na trilha do filme “Lisbela e o Prisioneiro” (Direção de Guel Arraes).
O clipe, dirigido por Guilherme Cysne, é interessantíssimo e, segundo a banda, cheio de mensagens ocultas. Gravado em uma cena única, corrida e sem cortes, foi filmado com a música interpretada pela vocalista Ellen Cristinne em uma velocidade muito mais lenta, enquanto o restante das atuações das cenas eram em “velocidade normal”.
O resultado disso foi a impressão de que o tempo corre lentamente, levando o espectador a uma sensação de que o personagem da música passa por um baque emocional e seu sofrimento, enquanto o mundo à sua volta continua normalmente em seu ritmo acelerado e frenético. Dá pra ver e sentir o drama da música ao mesmo tempo!
Assista:
O rock é um gênero ousado, que sempre procurou quebrar paradigmas. Pode parecer audacioso mexer em músicas dos “panteões” da música brasileira, mas a banda encara de forma diferente… Com arranjos cuidadosamente feitos pelo guitarrista e produtor Paulinho Roveri, a banda procurou trazer uma pegada que agrada tanto os rockeiros mais conservadores quanto os que se amarram em novidades e sonoridades mais modernas. Assim, deixam a música brasileira, que faz parte do DNA da nossa cultura, mais acessível a outros estilos. “Nós nos preocupamos em homenagear os heróis da música brasileira com carinho e respeito ao seu repertório, deixando uma marca do nosso DNA nas obras!”, pontua Ellen Cristinne, dona da voz poderosa que embeleza essas melodias. Uma banda que vale a pena seguir, curtir, ir aos shows e conferir do que se trata esse DNA da Almanak.