“Minha base, meu figurino e minha força”: DJ Danny Albuquerque exalta o DNA materno em sua identidade artística
Em homenagem ao Dia das Mães, artista mineira revela como o talento da mãe e da avó como modelistas moldou sua estética futurista e sua resiliência nos palcos. Para a DJ Danny Albuquerque, a música nunca foi apenas uma escolha de carreira, mas uma herança afetiva costurada por gerações. Neste Dia das Mães, a artista mineira — que hoje brilha em carreira independente com números que ultrapassam 300 milhões de visualizações no YouTube — faz uma pausa na agitação das pistas para homenagear as mulheres que “modelaram” não apenas suas roupas, mas sua essência: sua mãe e sua avó. As […]
Em homenagem ao Dia das Mães, artista mineira revela como o talento da mãe e da avó como modelistas moldou sua estética futurista e sua resiliência nos palcos.
Para a DJ Danny Albuquerque, a música nunca foi apenas uma escolha de carreira, mas uma herança afetiva costurada por gerações. Neste Dia das Mães, a artista mineira — que hoje brilha em carreira independente com números que ultrapassam 300 milhões de visualizações no YouTube — faz uma pausa na agitação das pistas para homenagear as mulheres que “modelaram” não apenas suas roupas, mas sua essência: sua mãe e sua avó.
As memórias mais remotas de Danny com a música remetem ao aroma da comida da mãe, Letícia Albuquerque, e ao som de rock e pop rock ecoando pela casa. “Minha mãe sempre conectou música com sensação e energia. Ver ela cozinhando com a casa cheia de som me fez entender, desde pequena, que a música transforma ambientes”, recorda a DJ.
A transição da faculdade de Direito para as picapes trouxe a preocupação natural de uma mãe com a estabilidade, mas o lado artístico de Danny nunca foi uma surpresa. Desde cedo, ela já dava sinais de que o palco era seu lugar, envolvendo-se com canto, instrumentos e dança. Uma história que a mãe da artista adora contar ilustra bem essa determinação: ainda criança, ao acompanhar um desfile da irmã mais velha e ser impedida de participar por causa da idade, Danny não aceitou o “não”. No momento em que as luzes da passarela se apagaram ao fim do evento, ela soltou a mão da mãe, invadiu o palco no escuro e começou a desfilar com tamanha atitude que a produção acendeu os refletores apenas para ela, sob aplausos do público.
Essa mesma força foi alimentada por sua avó, Catarina, a primeira a apoiar a carreira de DJ sem hesitar. “Ela nem sabia direito o que era, mas dizia com um orgulho imenso para todos: ‘minha neta é DJ'”, conta Danny.
Identidade costurada a quatro mãos
Um dos diferenciais mais marcantes de Danny Albuquerque é sua estética futurista e seus figurinos impecáveis. O que poucos sabem é que essa identidade é construída literalmente em família. A mãe de Danny, modelista e proprietária de uma confecção, é sua principal parceira de criação.
“A maior parte dos meus figurinos é criada por mim e por ela. A gente desenha, escolhe tecidos e pensa no conceito juntas. É uma continuidade que vem da minha avó, que também era costureira e extremamente estilosa”, revela a artista. Para Danny, o ritual de se vestir para o palco é um ato de respeito herdado da vaidade cuidadosa da avó, que nunca abria mão de um batom e um perfume, mesmo nos momentos mais difíceis.
Resiliência
A trajetória de Danny foi marcada por um hiato desafiador após um grave acidente estético em 2022. A força para superar as queimaduras e as críticas na internet veio do exemplo silencioso de sua mãe. “A lição mais valiosa que minha mãe me ensinou não veio por palavras, veio pelas mãos dela. Mãos que modelavam e davam forma ao que só existia na imaginação. Ela me ensinou que resiliência não é não cair, é levantar, pegar o mesmo tecido e recomeçar. Aprendi que arte é talento, mas também é teimosia”, afirma.
Para todas as gerações
Hoje, Danny Albuquerque é uma artista Open Format que consegue conectar diferentes públicos. Prova disso é sua própria mãe, que antes não ouvia funk e hoje é fã convicta das apresentações da filha. “Ela diz que meu show é para todo mundo, independente da idade. Essa conexão que busco com o público é um reflexo indireto dessa harmonia familiar”.
Se pudesse dedicar uma canção a esse vínculo, Danny escolheria “93 Million Miles”, de Jason Mraz. O trecho que diz que “você pode ir longe, mas sempre pode voltar para casa” resume o incentivo que recebeu para desbravar o mundo. “Minha mãe sempre me disse: ‘vai com medo mesmo, só vai’. Ela acreditou em mim mesmo quando o caminho ainda parecia distante”.
Neste Dia das Mães, Danny Albuquerque não celebra apenas uma data, mas o legado de mulheres fortes e independentes que transformaram uma menina do interior de Minas Gerais em uma das DJs que estão se destacando no cenário nacional.
Sobre a DJ Danny Albuquerque
Mineira, DJ Open Format, produtora, compositora, dançarina e cantora, Danny Albuquerque consolidou uma base de fãs gigantesca e números expressivos: são mais de 1,6 milhão de inscritos no YouTube, ultrapassando a marca de 300 milhões de visualizações na plataforma, além de mais de 30 milhões de reproduções no Spotify. Sua experiência inclui apresentações em grandes eventos e festivais, conectando-se com multidões por onde passa.
Sua arte é um reflexo direto de sua história de vida. Tendo iniciado cedo no teatro, dança e na música dentro da igreja, Danny traz para os palcos uma performance rica em expressão e criatividade. “O teatro teve um papel muito forte na minha formação, me trouxe uma visão mais ampla de performance que reflete diretamente na minha presença de palco e no meu processo criativo”, conta.
Nascida em Barão de Cocais, no interior de Minas Gerais, ela enxerga sua arte também como uma ferramenta de inspiração. “Sou uma artista com identidade, visão e construção própria. Alguém que saiu de uma realidade onde muitos não enxergavam esse caminho como possível e transformou isso em força. Hoje, carrego o propósito de mostrar para outras pessoas, principalmente quem vem do interior, que é possível ocupar espaços maiores. Não é só sobre fazer música. É sobre construir algo que represente de onde eu vim e até onde eu posso chegar”, finaliza.
Em Princípios do Diagnóstico Psiquiátrico, publicado pela Editora COOPMED, o autor defende uma avaliação clínica que vá além dos critérios diagnósticos e considere a história do paciente, a evolução da doença e a resposta ao tratamento.
Um diagnóstico psiquiátrico preciso exige mais do que identificar sintomas e aplicar critérios preestabelecidos. Essa é uma das principais reflexões de Princípios do Diagnóstico Psiquiátrico, novo livro do psiquiatra, professor e pesquisadorDr. NassirGhaemi, publicado pela Editora COOPMED. Com 129 páginas, a obra propõe uma revisão dos fundamentos tradicionais da medicina e da psiquiatria à luz das evidências contemporâneas, com foco no raciocínio clínico e na distinção entre sintomas e doenças.
Destinado a psiquiatras, médicos residentes e profissionais da saúde mental, o livro aborda questões centrais da prática clínica: como diferenciar manifestações semelhantes de doenças distintas, reconhecer possíveis erros diagnósticos e evitar tratamentos desnecessariamente complexos. Para isso, Ghaemi reúne conceitos da psicopatologia, da entrevista clínica, da história familiar, da evolução dos quadros ao longo do tempo e da resposta terapêutica, além de discutir a hierarquia diagnóstica.
Um dos eixos da publicação é a análise crítica do uso do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais(DSM) como referência para a prática psiquiátrica. A obra questiona os limites de uma abordagem concentrada na identificação de critérios e sintomas, defendendo a importância de considerar outros elementos clínicos para compreender a natureza dos transtornos mentais. A proposta é estimular uma avaliação que não se restrinja à classificação dos sinais apresentados pelo paciente, mas procure identificar a doença que pode estar por trás deles.
Essa distinção tem implicações diretas para o tratamento. Quando sintomas semelhantes são interpretados como evidência de condições diferentes — ou quando doenças distintas são confundidas —, a escolha terapêutica pode ser comprometida. Nesse contexto, o autor discute como o raciocínio diagnóstico pode contribuir para reduzir equívocos clínicos e evitar a polifarmácia, caracterizada pelo uso simultâneo de múltiplos medicamentos.
A obra está organizada em sete capítulos, que percorrem desde a entrevista diagnóstica e os fundamentos da psicopatologia até a discussão sobre o conceito de doença mental, as limitações do modelo baseado no DSM e os elementos que podem ajudar a validar um diagnóstico para além dos sintomas. O percurso busca resgatar a tradição médica de investigação clínica, articulando conhecimento histórico, observação e evidências científicas.
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Sobre o autor
NassirGhaemi, MD, MPH, é psiquiatra, professor e pesquisador com trajetória dedicada ao estudo dos transtornos do humor, especialmente a depressão maior e o transtorno bipolar. Publicou mais de 300 artigos científicos e capítulos de livros e é autor de diversas obras, entre elas Clinical Psychopharmacology, vencedora do PROSE Award em 2020, e A First-Rate Madness, best-seller do The New York Times.
Ghaemi é editor-associado da revista científica Acta PsychiatricaScandinavica, mantém o site de educação em psiquiatria PsychiatryLetter e é Distinguished Life Fellow da American PsychiatricAssociation. Também possui experiência na indústria farmacêutica e no desenvolvimento de tratamentos em neuropsiquiatria, além de atuação acadêmica e de pesquisa em diferentes instituições.
Serviço
Princípios do Diagnóstico Psiquiátrico Autor: Dr. NassirGhaemi Editora: COOPMED Número de páginas: 129
Em palestra no Conexão Mega G – Restaurantes, chef e empresária destacou a engenharia de cardápio como ferramenta estratégica para equilibrar experiência do cliente, controle de custos e resultados financeiros.
A criatividade na cozinha é fundamental para conquistar clientes, mas, para manter um restaurante saudável financeiramente, é preciso ir além do sabor e da apresentação dos pratos. Essa foi uma das questões abordadas pela chef Mariele Horbach durante sua participação no Conexão Mega G – Restaurantes, realizado em 26 de outubro, na Cozinha Mega G.
Com a palestra “Engenharia de Cardápio: como transformar criatividade gastronômica em resultado”, a profissional apresentou a importância de utilizar dados e indicadores para orientar decisões sobre o menu, considerando fatores como custos de produção, margem de contribuição, volume de vendas e percepção de valor pelo consumidor.
“Um cardápio não pode ser pensado apenas pela criatividade do chef ou pela preferência pessoal de quem administra o restaurante. É preciso entender o comportamento do cliente, conhecer os números da operação e identificar quais pratos realmente contribuem para a rentabilidade do negócio”, afirma MarieleHorbach.
A engenharia de cardápio permite analisar o desempenho individual dos produtos e identificar oportunidades de melhoria. Um prato muito vendido, por exemplo, nem sempre é o mais rentável. Da mesma forma, uma preparação com boa margem pode ter seu potencial comprometido quando não desperta o interesse do público.
Por isso, a análise precisa considerar diferentes variáveis, como custo dos ingredientes, preço de venda, margem de contribuição e participação de cada item no faturamento. A partir dessas informações, o gestor pode tomar decisões mais consistentes sobre preços, composição do menu, apresentação dos pratos e estratégias comerciais.
“Faturamento e lucro não são a mesma coisa. Um restaurante pode vender muito e, ainda assim, ter dificuldades financeiras se não acompanhar seus custos e suas margens. A gestão precisa estar presente em cada decisão, inclusive na elaboração do cardápio”, destaca a chef.
Outro aspecto importante é a experiência do consumidor. A descrição dos pratos, a apresentação, a qualidade percebida e a coerência entre preço e entrega influenciam a decisão de compra. Nesse cenário, a engenharia de cardápio conecta a identidade gastronômica do estabelecimento à estratégia comercial, sem deixar de lado a qualidade da experiência oferecida.
Um exemplo prático dessa proposta é a coxinha de pernil, conhecida como “Coxinha da Chef”, um dos destaques do cardápio dos restaurantes de Mariele. A chef levou o produto para os participantes do Conexão Mega G – Restaurantes experimentarem, e o quitute fez sucesso durante o encontro. A iniciativa ilustra a importância de investir em produtos autorais, com identidade própria e potencial para se diferenciar no mercado, agregar valor ao cardápio e fortalecer a marca do estabelecimento.
“Não se trata de abrir mão da criatividade para priorizar os números. O desafio é fazer com que a criatividade trabalhe a favor do negócio. Quando gastronomia e gestão caminham juntas, o restaurante ganha mais ferramentas para tomar decisões e construir resultados sustentáveis”, afirma Mariele.
A participação no Conexão Mega G – Restaurantesreforça a atuação de Mariele Horbach para além da cozinha. Chef formada pelo Le Cordon Bleu, ela é CEO e sócia do Grupo Hungry, ao lado do marido, André Silveira. O grupo reúne os restaurantes Bar Jobim, em Moema, e Garota da Vila, na Vila Olímpia, ambos em São Paulo.
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À frente dos negócios, Mariele concilia criação gastronômica, gestão de equipes, desenvolvimento de produtos, posicionamento de marcas e estratégia operacional. Sua experiência no setor sustenta uma abordagem que trata o restaurante como um negócio integrado, no qual qualidade, eficiência e gestão financeira precisam caminhar juntas.
Para a chef, compreender os números não limita a identidade gastronômica de um estabelecimento. Ao contrário, permite que os empreendedores identifiquem oportunidades, utilizem melhor seus recursos e desenvolvam operações mais consistentes em um mercado competitivo.
Patty Ascher recebe Will Santt em encontro de gerações da Bossa Nova no Teatro BDO Jaraguá, em São Paulo
Cantora de carreira internacional divide o palco com um dos representantes da nova geração do gênero em apresentação especial do espetáculo “Bossa Sempre Nova”, no dia 26 de novembro
A Bossa Nova continua atravessando gerações, fronteiras e estilos. É nesse espírito que a cantora Patty Ascher apresenta o espetáculo “Bossa Sempre Nova”, no dia 26 de novembro, no Teatro BDO Jaraguá, em São Paulo.
A apresentação contará com a participação especial do cantor e violonista Will Santt, representante da nova geração de artistas brasileiros que vêm renovando o interesse pela Bossa Nova e pelo jazz.
O encontro promete reunir diferentes gerações em torno de um dos movimentos mais importantes da música brasileira, mostrando que sua essência permanece viva e continua inspirando novos talentos.
Com sua voz marcante e uma interpretação que une a tradição brasileira à sofisticação do jazz, Patty revisita clássicos da Bossa Nova e da MPB, apresentando novas cores, arranjos e perspectivas para canções que conquistaram o mundo.
Um encontro entre gerações
A participação de Will Santt acrescenta uma dimensão especial ao espetáculo.
Nascido em Guaianases, na zona leste de São Paulo, o jovem artista começou sua trajetória musical ainda na infância, inicialmente na bateria, antes de descobrir o violão por volta dos 11 anos.
Seu interesse pela Bossa Nova e pela MPB surgiu a partir de vídeos de Elis Regina e Tom Jobim que encontrou na internet.
Com uma interpretação marcada pela suavidade vocal e pela intimidade com o violão, Will representa uma geração que redescobre os clássicos brasileiros e os apresenta a novos públicos.
No palco, o encontro com Patty Ascher estabelece uma conexão entre diferentes experiências musicais, valorizando a tradição e abrindo espaço para novas interpretações.
Uma carreira que conecta Brasil e Estados Unidos
Radicada nos Estados Unidos desde 2013, Patty Ascher construiu uma carreira marcada pela fusão entre Bossa Nova, jazz e música popular internacional.
Seu primeiro álbum, dedicado às canções de Burt Bacharach, foi produzido por Roberto Menescal, um dos grandes nomes da Bossa Nova, e acumula mais de 40 milhões de streams nas plataformas digitais.
Ao longo de sua trajetória, Patty também colaborou com nomes como Michel Legrand e John Pizzarelli.
Em “Bossa Sempre Nova”, a artista reafirma sua conexão com a música brasileira e convida o público a uma experiência que combina memória afetiva, sofisticação e contemporaneidade.
A apresentação em São Paulo destaca ainda a capacidade da Bossa Nova de aproximar artistas de diferentes gerações e continuar relevante no cenário musical.
SERVIÇO
Espetáculo: Bossa Sempre Nova Artista: Patty Ascher Participação especial: Will Santt Data: 26 de novembro de 2026 (quinta-feira)
Horário: 20h Local: Teatro BDO Jaraguá Endereço: Rua Martins Fontes, 71 — Centro, São Paulo/SP Referência: Próximo à estação Anhangabaú do Metrô Ingressos: R$ 180 (inteira) e R$ 90 (meia-entrada) Duração: 90 minutos Classificação etária: Livre Capacidade: 260 lugares Telefone: (11) 2802-7075 Instagram: @teatrobdojaragua Bilheteria: Atendimento a partir das 17h, às sextas-feiras E-mail: bilheteria@teatrobdojaragua.com.br Venda online:https://bileto.sympla.com.br/event/127876/d/418603/s/2715898
Estacionamento: Serviço Estapar, com acesso pela entrada principal do Hotel Nacional Inn Jaraguá, no Centro Histórico de São Paulo. Valor informado de R$ 30 para até quatro horas.
O público também poderá aproveitar as opções gastronômicas do complexo, incluindo o Bar do Clóvis e o Restaurante W3, do hotel. Reservas para jantar pelo telefone (11) 2802-7035.