Flacidez Após O Emagrecimento: Especialista Explica Como Cuidar Da Pele Durante E Depois Da Perda De Peso
Com o crescimento do uso de medicamentos para emagrecimento, Dr. Jefferson Carvalho explica por que os cuidados com a pele podem começar ainda durante a perda de peso e quais tratamentos podem ajudar a minimizar os efeitos da flacidez facial e corporal. O emagrecimento pode representar uma importante transformação na saúde, na autoestima e na qualidade de vida. Mas, principalmente quando existe uma perda significativa de peso, uma nova preocupação pode surgir: a flacidez da pele. Com a popularização de medicamentos utilizados no tratamento da obesidade e do sobrepeso, como semaglutida e tirzepatida, esse assunto também passou a aparecer com mais […]
Com o crescimento do uso de medicamentos para emagrecimento, Dr. Jefferson Carvalho explica por que os cuidados com a pele podem começar ainda durante a perda de peso e quais tratamentos podem ajudar a minimizar os efeitos da flacidez facial e corporal.
O emagrecimento pode representar uma importante transformação na saúde, na autoestima e na qualidade de vida. Mas, principalmente quando existe uma perda significativa de peso, uma nova preocupação pode surgir: a flacidez da pele.
Com a popularização de medicamentos utilizados no tratamento da obesidade e do sobrepeso, como semaglutida e tirzepatida, esse assunto também passou a aparecer com mais frequência nos consultórios de estética.
A perda de volume corporal e facial pode tornar a flacidez mais perceptível, principalmente quando o emagrecimento é expressivo ou acontece em um período relativamente curto. Rosto, pescoço, abdômen, braços, coxas e glúteos estão entre as regiões em que essas alterações podem ser observadas.
Segundo o Dr. Jefferson Carvalho, biomédico especialista em Estética Avançada e Saúde da Pele e responsável pela área de estética daClínica CP, na Mooca, em São Paulo, um dos pontos mais importantes é entender que os cuidados com a pele não precisam necessariamente começar apenas quando o emagrecimento termina.
“Hoje conseguimos avaliar o paciente durante o processo de emagrecimento e pensar em estratégias que podem ajudar a estimular colágeno, melhorar a qualidade da pele e minimizar a flacidez. Não existe uma forma de garantir que ela não acontecerá, porque cada organismo responde de uma maneira, mas existem recursos que podem fazer parte desse cuidado”, explica.
Por que a flacidez pode aparecer depois do emagrecimento?
Quando uma pessoa perde uma quantidade significativa de peso, o volume que antes contribuía para a sustentação dos tecidos também diminui.
No rosto, por exemplo, a perda de gordura facial pode deixar determinadas regiões com aparência mais esvaziada e tornar a flacidez mais evidente.
No corpo, o mesmo processo pode ser percebido no abdômen, braços, coxas e glúteos.
A resposta da pele depende de diferentes fatores, como idade, genética, quantidade e velocidade da perda de peso, qualidade da pele e produção de colágeno.
Por isso, duas pessoas que emagrecem a mesma quantidade podem apresentar respostas completamente diferentes.
É possível começar a cuidar da pele durante o emagrecimento?
Uma das estratégias utilizadas atualmente é justamente acompanhar a qualidade da pele durante esse processo.
Entre as possibilidades estão os bioestimuladores de colágeno injetáveis, que estimulam o próprio organismo a produzir novas fibras de colágeno de forma progressiva.
Outra alternativa é o ultrassom microfocado, tecnologia que atua em diferentes profundidades e pode ser utilizada em protocolos voltados ao estímulo de colágeno, à firmeza e à melhora da aparência da flacidez.
NaClínica CP, os tratamentos de estética facial são planejados de forma individualizada, considerando as características da pele, estrutura facial, necessidades e objetivos de cada paciente.
“Quando falamos em começar esse cuidado durante o emagrecimento, não estamos prometendo impedir a flacidez. Estamos falando em oferecer estímulos que podem ajudar a pele a atravessar essa transformação com uma melhor qualidade tecidual”, destaca Dr. Jefferson Carvalho.
A indicação, o momento e a associação dos procedimentos devem sempre ser definidos individualmente, após uma avaliação profissional.
E quando o emagrecimento já aconteceu?
Mesmo depois de atingir o peso desejado, cada paciente pode apresentar necessidades diferentes.
Alguns percebem principalmente flacidez. Outros se incomodam com a perda de volume facial. Também existem pacientes que, apesar do emagrecimento, permanecem com pequenas áreas de gordura localizada.
É nesse momento que uma avaliação individualizada se torna ainda mais importante.
Quando a principal questão é a flacidez, bioestimuladores de colágeno e tecnologias como o ultrassom microfocado podem fazer parte do planejamento.
Quando existe perda de volume facial, outras possibilidades podem ser avaliadas, incluindo procedimentos com ácido hialurônico, sempre respeitando a anatomia, as características individuais e buscando resultados naturais e equilibrados.
Já para determinadas áreas de gordura localizada, procedimentos como a criolipólise podem ser considerados após avaliação. É importante destacar que a criolipólise não é um método de emagrecimento e não substitui alimentação equilibrada, atividade física ou acompanhamento médico.
Os glúteos também podem mudar durante o emagrecimento
Os glúteos são outra região que pode apresentar mudanças importantes após uma perda significativa de peso.
A redução da gordura corporal pode modificar o volume, a projeção e o contorno da região, enquanto alterações na sustentação dos tecidos podem tornar a flacidez mais perceptível.
Nesses casos, os bioestimuladores de colágeno podem fazer parte de protocolos voltados ao estímulo de colágeno e à melhora da qualidade e firmeza da pele.
Dependendo das características, necessidades e objetivos de cada paciente, também pode ser avaliada a harmonização glútea com ácido hialurônico.
Não existe, entretanto, um protocolo único. A escolha dos procedimentos depende da anatomia, das necessidades individuais, das expectativas do paciente e de uma avaliação profissional criteriosa.
O tratamento precisa acompanhar o novo corpo
Para o Dr. Jefferson Carvalho, um dos principais pontos é compreender que não existe um único procedimento capaz de atender a todas as alterações que podem surgir após uma grande perda de peso.
“Às vezes o paciente chega querendo tratar a flacidez, mas também existe perda de volume. Em outros casos, a principal preocupação é corporal. Por isso, antes de pensar no procedimento, precisamos entender o que realmente mudou naquele paciente e quais são as suas necessidades.”
Essa é também a proposta da área deestética avançada da Clínica CP, onde Dr. Jefferson Carvalho atua com protocolos personalizados para cuidados faciais e corporais.
Biomédico especialista em Estética Avançada e Saúde da Pele, o profissional trabalha com diferentes tecnologias e procedimentos, que podem ser associados de acordo com a indicação e as características individuais de cada paciente.
A proposta é olhar para a estética de maneira mais ampla, considerando não apenas uma queixa isolada, mas a qualidade da pele, a estrutura dos tecidos, as mudanças provocadas pelo emagrecimento e os objetivos de cada pessoa.
Para Dr. Jefferson Carvalho, o crescimento dos tratamentos medicamentosos para perda de peso também traz uma nova discussão para os profissionais que atuam com estética.
“Estamos recebendo pessoas que passaram por grandes transformações. Muitas estão felizes com o emagrecimento, mas começam a perceber mudanças na pele e no contorno do rosto e do corpo. A estética pode fazer parte desse momento como uma aliada, oferecendo tratamentos que podem ajudar a estimular colágeno, melhorar a qualidade da pele e minimizar alguns dos efeitos relacionados à flacidez.”
O objetivo não é impedir que o corpo mude durante o emagrecimento — e muito menos prometer que a flacidez não acontecerá. Trata-se de acompanhar essa transformação de maneira responsável e avaliar quais recursos podem contribuir para cada paciente.
Porque perder peso pode representar uma grande conquista. E cuidar da pele durante e depois desse processo também pode fazer parte dessa nova fase — não como promessa de resultado, mas como uma estratégia individualizada para ajudar a minimizar a flacidez e cuidar da qualidade da pele ao longo da transformação.
Em Princípios do Diagnóstico Psiquiátrico, publicado pela Editora COOPMED, o autor defende uma avaliação clínica que vá além dos critérios diagnósticos e considere a história do paciente, a evolução da doença e a resposta ao tratamento.
Um diagnóstico psiquiátrico preciso exige mais do que identificar sintomas e aplicar critérios preestabelecidos. Essa é uma das principais reflexões de Princípios do Diagnóstico Psiquiátrico, novo livro do psiquiatra, professor e pesquisadorDr. NassirGhaemi, publicado pela Editora COOPMED. Com 129 páginas, a obra propõe uma revisão dos fundamentos tradicionais da medicina e da psiquiatria à luz das evidências contemporâneas, com foco no raciocínio clínico e na distinção entre sintomas e doenças.
Destinado a psiquiatras, médicos residentes e profissionais da saúde mental, o livro aborda questões centrais da prática clínica: como diferenciar manifestações semelhantes de doenças distintas, reconhecer possíveis erros diagnósticos e evitar tratamentos desnecessariamente complexos. Para isso, Ghaemi reúne conceitos da psicopatologia, da entrevista clínica, da história familiar, da evolução dos quadros ao longo do tempo e da resposta terapêutica, além de discutir a hierarquia diagnóstica.
Um dos eixos da publicação é a análise crítica do uso do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais(DSM) como referência para a prática psiquiátrica. A obra questiona os limites de uma abordagem concentrada na identificação de critérios e sintomas, defendendo a importância de considerar outros elementos clínicos para compreender a natureza dos transtornos mentais. A proposta é estimular uma avaliação que não se restrinja à classificação dos sinais apresentados pelo paciente, mas procure identificar a doença que pode estar por trás deles.
Essa distinção tem implicações diretas para o tratamento. Quando sintomas semelhantes são interpretados como evidência de condições diferentes — ou quando doenças distintas são confundidas —, a escolha terapêutica pode ser comprometida. Nesse contexto, o autor discute como o raciocínio diagnóstico pode contribuir para reduzir equívocos clínicos e evitar a polifarmácia, caracterizada pelo uso simultâneo de múltiplos medicamentos.
A obra está organizada em sete capítulos, que percorrem desde a entrevista diagnóstica e os fundamentos da psicopatologia até a discussão sobre o conceito de doença mental, as limitações do modelo baseado no DSM e os elementos que podem ajudar a validar um diagnóstico para além dos sintomas. O percurso busca resgatar a tradição médica de investigação clínica, articulando conhecimento histórico, observação e evidências científicas.
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Sobre o autor
NassirGhaemi, MD, MPH, é psiquiatra, professor e pesquisador com trajetória dedicada ao estudo dos transtornos do humor, especialmente a depressão maior e o transtorno bipolar. Publicou mais de 300 artigos científicos e capítulos de livros e é autor de diversas obras, entre elas Clinical Psychopharmacology, vencedora do PROSE Award em 2020, e A First-Rate Madness, best-seller do The New York Times.
Ghaemi é editor-associado da revista científica Acta PsychiatricaScandinavica, mantém o site de educação em psiquiatria PsychiatryLetter e é Distinguished Life Fellow da American PsychiatricAssociation. Também possui experiência na indústria farmacêutica e no desenvolvimento de tratamentos em neuropsiquiatria, além de atuação acadêmica e de pesquisa em diferentes instituições.
Serviço
Princípios do Diagnóstico Psiquiátrico Autor: Dr. NassirGhaemi Editora: COOPMED Número de páginas: 129
Em palestra no Conexão Mega G – Restaurantes, chef e empresária destacou a engenharia de cardápio como ferramenta estratégica para equilibrar experiência do cliente, controle de custos e resultados financeiros.
A criatividade na cozinha é fundamental para conquistar clientes, mas, para manter um restaurante saudável financeiramente, é preciso ir além do sabor e da apresentação dos pratos. Essa foi uma das questões abordadas pela chef Mariele Horbach durante sua participação no Conexão Mega G – Restaurantes, realizado em 26 de outubro, na Cozinha Mega G.
Com a palestra “Engenharia de Cardápio: como transformar criatividade gastronômica em resultado”, a profissional apresentou a importância de utilizar dados e indicadores para orientar decisões sobre o menu, considerando fatores como custos de produção, margem de contribuição, volume de vendas e percepção de valor pelo consumidor.
“Um cardápio não pode ser pensado apenas pela criatividade do chef ou pela preferência pessoal de quem administra o restaurante. É preciso entender o comportamento do cliente, conhecer os números da operação e identificar quais pratos realmente contribuem para a rentabilidade do negócio”, afirma MarieleHorbach.
A engenharia de cardápio permite analisar o desempenho individual dos produtos e identificar oportunidades de melhoria. Um prato muito vendido, por exemplo, nem sempre é o mais rentável. Da mesma forma, uma preparação com boa margem pode ter seu potencial comprometido quando não desperta o interesse do público.
Por isso, a análise precisa considerar diferentes variáveis, como custo dos ingredientes, preço de venda, margem de contribuição e participação de cada item no faturamento. A partir dessas informações, o gestor pode tomar decisões mais consistentes sobre preços, composição do menu, apresentação dos pratos e estratégias comerciais.
“Faturamento e lucro não são a mesma coisa. Um restaurante pode vender muito e, ainda assim, ter dificuldades financeiras se não acompanhar seus custos e suas margens. A gestão precisa estar presente em cada decisão, inclusive na elaboração do cardápio”, destaca a chef.
Outro aspecto importante é a experiência do consumidor. A descrição dos pratos, a apresentação, a qualidade percebida e a coerência entre preço e entrega influenciam a decisão de compra. Nesse cenário, a engenharia de cardápio conecta a identidade gastronômica do estabelecimento à estratégia comercial, sem deixar de lado a qualidade da experiência oferecida.
Um exemplo prático dessa proposta é a coxinha de pernil, conhecida como “Coxinha da Chef”, um dos destaques do cardápio dos restaurantes de Mariele. A chef levou o produto para os participantes do Conexão Mega G – Restaurantes experimentarem, e o quitute fez sucesso durante o encontro. A iniciativa ilustra a importância de investir em produtos autorais, com identidade própria e potencial para se diferenciar no mercado, agregar valor ao cardápio e fortalecer a marca do estabelecimento.
“Não se trata de abrir mão da criatividade para priorizar os números. O desafio é fazer com que a criatividade trabalhe a favor do negócio. Quando gastronomia e gestão caminham juntas, o restaurante ganha mais ferramentas para tomar decisões e construir resultados sustentáveis”, afirma Mariele.
A participação no Conexão Mega G – Restaurantesreforça a atuação de Mariele Horbach para além da cozinha. Chef formada pelo Le Cordon Bleu, ela é CEO e sócia do Grupo Hungry, ao lado do marido, André Silveira. O grupo reúne os restaurantes Bar Jobim, em Moema, e Garota da Vila, na Vila Olímpia, ambos em São Paulo.
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À frente dos negócios, Mariele concilia criação gastronômica, gestão de equipes, desenvolvimento de produtos, posicionamento de marcas e estratégia operacional. Sua experiência no setor sustenta uma abordagem que trata o restaurante como um negócio integrado, no qual qualidade, eficiência e gestão financeira precisam caminhar juntas.
Para a chef, compreender os números não limita a identidade gastronômica de um estabelecimento. Ao contrário, permite que os empreendedores identifiquem oportunidades, utilizem melhor seus recursos e desenvolvam operações mais consistentes em um mercado competitivo.
Patty Ascher recebe Will Santt em encontro de gerações da Bossa Nova no Teatro BDO Jaraguá, em São Paulo
Cantora de carreira internacional divide o palco com um dos representantes da nova geração do gênero em apresentação especial do espetáculo “Bossa Sempre Nova”, no dia 26 de novembro
A Bossa Nova continua atravessando gerações, fronteiras e estilos. É nesse espírito que a cantora Patty Ascher apresenta o espetáculo “Bossa Sempre Nova”, no dia 26 de novembro, no Teatro BDO Jaraguá, em São Paulo.
A apresentação contará com a participação especial do cantor e violonista Will Santt, representante da nova geração de artistas brasileiros que vêm renovando o interesse pela Bossa Nova e pelo jazz.
O encontro promete reunir diferentes gerações em torno de um dos movimentos mais importantes da música brasileira, mostrando que sua essência permanece viva e continua inspirando novos talentos.
Com sua voz marcante e uma interpretação que une a tradição brasileira à sofisticação do jazz, Patty revisita clássicos da Bossa Nova e da MPB, apresentando novas cores, arranjos e perspectivas para canções que conquistaram o mundo.
Um encontro entre gerações
A participação de Will Santt acrescenta uma dimensão especial ao espetáculo.
Nascido em Guaianases, na zona leste de São Paulo, o jovem artista começou sua trajetória musical ainda na infância, inicialmente na bateria, antes de descobrir o violão por volta dos 11 anos.
Seu interesse pela Bossa Nova e pela MPB surgiu a partir de vídeos de Elis Regina e Tom Jobim que encontrou na internet.
Com uma interpretação marcada pela suavidade vocal e pela intimidade com o violão, Will representa uma geração que redescobre os clássicos brasileiros e os apresenta a novos públicos.
No palco, o encontro com Patty Ascher estabelece uma conexão entre diferentes experiências musicais, valorizando a tradição e abrindo espaço para novas interpretações.
Uma carreira que conecta Brasil e Estados Unidos
Radicada nos Estados Unidos desde 2013, Patty Ascher construiu uma carreira marcada pela fusão entre Bossa Nova, jazz e música popular internacional.
Seu primeiro álbum, dedicado às canções de Burt Bacharach, foi produzido por Roberto Menescal, um dos grandes nomes da Bossa Nova, e acumula mais de 40 milhões de streams nas plataformas digitais.
Ao longo de sua trajetória, Patty também colaborou com nomes como Michel Legrand e John Pizzarelli.
Em “Bossa Sempre Nova”, a artista reafirma sua conexão com a música brasileira e convida o público a uma experiência que combina memória afetiva, sofisticação e contemporaneidade.
A apresentação em São Paulo destaca ainda a capacidade da Bossa Nova de aproximar artistas de diferentes gerações e continuar relevante no cenário musical.
SERVIÇO
Espetáculo: Bossa Sempre Nova Artista: Patty Ascher Participação especial: Will Santt Data: 26 de novembro de 2026 (quinta-feira)
Horário: 20h Local: Teatro BDO Jaraguá Endereço: Rua Martins Fontes, 71 — Centro, São Paulo/SP Referência: Próximo à estação Anhangabaú do Metrô Ingressos: R$ 180 (inteira) e R$ 90 (meia-entrada) Duração: 90 minutos Classificação etária: Livre Capacidade: 260 lugares Telefone: (11) 2802-7075 Instagram: @teatrobdojaragua Bilheteria: Atendimento a partir das 17h, às sextas-feiras E-mail: bilheteria@teatrobdojaragua.com.br Venda online:https://bileto.sympla.com.br/event/127876/d/418603/s/2715898
Estacionamento: Serviço Estapar, com acesso pela entrada principal do Hotel Nacional Inn Jaraguá, no Centro Histórico de São Paulo. Valor informado de R$ 30 para até quatro horas.
O público também poderá aproveitar as opções gastronômicas do complexo, incluindo o Bar do Clóvis e o Restaurante W3, do hotel. Reservas para jantar pelo telefone (11) 2802-7035.