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Sem receber, donos de pátios vendem bens e fazem empréstimos para não fechar empresas

Governo do Estado de São Paulo causa prejuízos financeiros a micro e pequenos empresários responsáveis pelos pátios que recebem veículos recolhidos pelos agentes de trânsito, provocando a maior crise já enfrentada pelo setor. Com poucos leilões realizados em quase quatro anos, os pátios lotaram, venda como prensa se tornou regra, pagamentos não acompanham as despesas e há empresários vendendo bens, fazendo empréstimos e mesmo assim poderão fechar as portas nos próximos dias As entidades da categoria SEGRESP– Sindicato Das Empresas E Proprietários De Serviços De Reboque, Resgate, Guincho E Remoção De Veículos No Estado De São Paulo, SINGUESP – Sindicato dos Guincheiros Removedores de Veículos do Estado de São Paulo […]

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Governo do Estado de São Paulo causa prejuízos financeiros a micro e pequenos empresários responsáveis pelos pátios que recebem veículos recolhidos pelos agentes de trânsito, provocando a maior crise já enfrentada pelo setor. Com poucos leilões realizados em quase quatro anos, os pátios lotaram, venda como prensa se tornou regra, pagamentos não acompanham as despesas e há empresários vendendo bens, fazendo empréstimos e mesmo assim poderão fechar as portas nos próximos dias

As entidades da categoria SEGRESP– Sindicato Das Empresas E Proprietários De Serviços De Reboque, Resgate, Guincho E Remoção De Veículos No Estado De São Paulo, SINGUESP – Sindicato dos Guincheiros Removedores de Veículos do Estado de São Paulo e APPAGESP – Associação dos Proprietários de Pátios, Guinchos e Depósitos de Veículos do Estado de São Paulo, afirmam que o setor atravessa a pior crise de sua história. E apontam uma sequência de decisões do Governo do Estado que, segundo as entidades, vem retirando receita justamente de micro e pequenos empresários que dependem dos pátios para sobreviver. 

A RECEITA SECOU, MAS AS DESPESAS CONTINUAM 

O primeiro golpe veio com a descontinuidade dos leilões. Durante décadas, segundo representantes do setor, os leilões davam vazão aos veículos acumulados e permitiam o pagamento dos valores devidos, conforme determina a legislação. Esse fluxo foi interrompido. Nos últimos quase quatro anos, as entidades afirmam que houveram pouquíssimos leilões, insuficientes para acompanhar a quantidade de carros e motos recolhidos. 

A planilha já documentada pelas entidades estima que mais de 300 mil veículos estejam acumulados nos pátios e sustenta que mais de 90% da necessidade de leilões deixou de ser atendida no período. Para o proprietário do pátio, isso significa trabalhar sem receber. 

Mesmo com o veículo parado por anos, a responsabilidade pela guarda continua. É preciso ter funcionário, iluminação, vigilância, estrutura e condições para conservar um patrimônio que está sob custódia. O Governo não autoriza leilões suficientes, o dinheiro não entra, mas a conta para manter aquele veículo guardado chega todos os meses” observa presidente do SEGRESP, Roberto Eger Stuewe. É nesse ponto que a crise deixa de ser administrativa e entra dentro da casa dessas famílias. As entidades relatam proprietários recorrendo a empréstimos bancários, antecipação de recebíveis, factorings e venda de patrimônio pessoal para pagar salários, despesas dos pátios e continuar com as atividades. 

Não são grandes conglomerados. Em sua maioria, são micro e pequenos empresários, muitos deles há décadas no segmento. O faturamento do pátio é a renda que paga funcionários e também coloca comida na mesa da própria família.

O DINHEIRO ESTÁ NOS PÁTIOS MAS BLOQUEADO PELO ESTADO 

O que aumenta a revolta é que existe patrimônio capaz de gerar receita parado dentro dos próprios estabelecimentos. Quando um veículo é leiloado, o dinheiro arrecadado segue uma ordem definida em lei para pagamento: primeiro despesas de preparação do leilão; depois despesas como remoção e estadia; débitos de IPVA, licenciamento, multas, credores e o saldo remanescente é destinado ao antigo proprietário. 

Foi esse fluxo eficiente e definido em lei que sustentou o sistema durante décadas. Sem leilão, ele trava. O carro continua ocupando espaço, gerando despesa e desvalorizando, mas não acontece o evento que transforma aquele patrimônio em dinheiro e permite pagar os impostos, taxas, multa e valores acumulados. É por isso que, segundo os representantes do setor, há pátios financeiramente quebrados enquanto guardam milhões de reais em veículos.

AGORA, A PRENSA TAMBÉM ESMAGA A RECEITA  

A crise ganhou um segundo componente em 2026. Veículos que estavam sendo preparados para leilão passaram a sofrer reclassificações contestadas pelas entidades. Segundo a denúncia, carros considerados aptos para venda após avaliação presencial pelos peritos credenciados pelo Governo estão sendo rebaixados para prensa em uma etapa posterior de análise. 

Um dos casos que revoltou o setor, aconteceu em Presidente Prudente. Deivid de Andrade, presidente da APPAGESP, diz que a associação constatou que dos 490 veículos classificados pelo perito para leilão, 426 foram reclassificados pelo governo como sucata. Quase 90% dos veículos foram esmagados na prensa. 

No Edital 430/2026, foram mais 180 rebaixamentos na convalidação.  

Esse cenário se repete em todos os pátios. 

Prensa virou a regra, independente do estado do veículo.Quase 90%!

Para o dono do pátio, a diferença é brutal. Segundo o SEGRESP, há veículos que poderiam alcançar até mais de R$ 15 mil em leilão e acabam destinados como sucata por aproximadamente R$ 400. Quando isso acontece, não cai apenas o valor do veículo. Cai também a possibilidade de o pátio receber pelas diárias acumuladas durante todo o período em que foi obrigado a guardar aquele bem e todos os outros credores, inclusive o dono do veículo que poderia receber uma parte desse valor.

As entidades afirmam que o valor não é suficiente para cobrir sequer o custo acumulado da estadia. O pátio guardou. O funcionário trabalhou. A empresa pagou para manter o veículo seguro. mas não há dinheiro suficiente para pagar quem prestou o serviço.

AVALIAÇÃO OFICIAL É IGNORADA 

Entidades questionam ainda a forma como essas reclassificações estão sendo realizadas. Segundo a denúncia, o veículo passa por avaliação presencial de profissional credenciado pelo Estado, que verifica suas condições e produz um laudo. Posteriormente, na chamada convalidação, boa parte dessas classificações vem sendo alterada de forma arbitrária.

QUATRO ANOS PEDINDO PARA SER OUVIDO 

As três entidades afirmam que essa situação foi comunicada repetidamente ao Governo nos últimos quatro anos. SEGRESP, SINGUESP e APPAGESP relatam envio de documentos, pedidos de reunião e tentativas de apresentar diretamente os problemas enfrentados pelos proprietários. A reclamação é de que o setor, justamente quem opera os pátios diariamente e sofre os gargalos do sistema, não encontrou espaço efetivo para dialogar com o Governo. 

SETOR ENTREGOU PROJETO COM A SOLUÇÃO, MAS NÃO TEVE RESPOSTA 

Os proprietários apresentaram uma alternativa. As entidades contrataram especialistas e elaboraram um projeto técnico completo para modernização dos pátios, com medidas destinadas a reduzir preços para o cidadão, melhorar os serviços, aumentar a eficiência dos leilões, ampliar a arrecadação pública e permitir a sobrevivência das empresas que já atuam no sistema. O projeto foi entregue ao Governo, Detran, DER, Alesp e Secretarias, mas segundo as entidades, não houve resposta capaz de fazê-la avançar.  Para os proprietários, isso aumentou a sensação de que não se trata apenas de corrigir falhas do sistema atual. Eles enxergam uma atividade economicamente asfixiada propositalmente peloEstado, afim de que os empresários desistam da atividadee entreguem seus pátios.

CONCESSÃO ESTADUAL  –  A ESTRATÉGIA DO SUFOCAMENTO

Na visão das entidades, o Governo adotou a estratégia do sufocamento dos empresário, seguindo um roteiro: primeiro desapareceram os leilões regulares que alimentavam a receita dos pátios; depois vieram anos de superlotação e despesas sem o correspondente recebimento; agora veículos preparados para leilão são reclassificados e vendidos como prensa por valores irrisórios até para pagar as diárias. Paralelamente, avança um novo modelo de concessão que substituirá a estrutura atual. Mais claro do que isso é impossível”, argumenta o presidente do SEGRESP, Roberto Eger Stuewe. 

As entidades dizem que participaram das audiências públicas realizadas em 2025 e registraram em vídeos e documentos suas manifestações, críticas e sugestões. O próprio Governo confirma que foram realizadas audiências em diferentes regiões e que o processo recebeu contribuições de entidades e interessados. SEGRESP, SINGUESP e APPAGESP sustentam, porém, que não é verdade. “Os problemas sociais e econômicos apontados por nós foram desconsiderados. As gravações, segundo o setor, foram preservadas justamente para documentar os alertas feitos antes da implantação da concessão e poderão ser usadas até em juízo, se for necessário” antecipa o presidente da APPAGESP. 

A concessão só foi suspensa devido eleição.

DIA 30,  OS PORTÕES VÃO FECHAR 

A crise chega agora ao ponto mais grave. No dia 30 de setembro, APPAGESP, SEGRESP e SINGUESP anunciam uma paralisação do setor, com fechamento de pátios, suspensão dos serviços de recolhimento, liberação ou leilões por tempo indeterminado. Também está programada para o dia 30  uma grande mobilização na capital paulista, com carreata dos guinchos.

As entidades comparam o movimento dos pátios e guinchos com as paralisações realizadas por outras categorias de serviços essenciais. Eles argumentam que, depois de anos tentando reuniões e encaminhando documentos, interromper a atividade, paralisar tudo tornou-se a forma encontrada para obrigar o Governo a abrir uma negociação. “Se o governo só entende essa linguagem, então vamos usá-la também”, afirma Roberto Stuewe.

Questionado se ainda existe possibilidade de evitar a paralisação, o presidente do SEGRESP, afirmou que sim: “o Governo precisa chamar as entidades para uma reunião e assumir um compromisso concreto e firmar um acordo perante a Asembléia Legislativa, como foi feito com os a categoria dos metroviários. Caso contrário, a paralisação será mantida por tempo indeterminado. E as consequências, como todos sabem muito bem, não serão pequenas”.  

Destaque

Elir Andrade e Babi Muniz, ex-Panicat, aproveitam fim de tarde sofisticado no Jockey Club de São Paulo

Encontro reúne estilo, personalidade e o charme de um dos cenários mais tradicionais da capital paulista São Paulo foi o cenário de um fim de tarde marcado por elegância, descontração e boas companhias. O assessor de imprensa Elir Andrade e a influenciadora Babi Muniz, conhecida por sua passagem pelo Pânico na TV como Panicat, aproveitaram momentos especiais no Jockey Club de São Paulo, um dos endereços mais emblemáticos da capital paulista. Em meio à atmosfera sofisticada do local, o encontro ganhou destaque pela sintonia entre os dois, que aproveitaram o ambiente para curtir a cidade sob uma perspectiva que combina […]

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Encontro reúne estilo, personalidade e o charme de um dos cenários mais tradicionais da capital paulista

São Paulo foi o cenário de um fim de tarde marcado por elegância, descontração e boas companhias. O assessor de imprensa Elir Andrade e a influenciadora Babi Muniz, conhecida por sua passagem pelo Pânico na TV como Panicat, aproveitaram momentos especiais no Jockey Club de São Paulo, um dos endereços mais emblemáticos da capital paulista.

Em meio à atmosfera sofisticada do local, o encontro ganhou destaque pela sintonia entre os dois, que aproveitaram o ambiente para curtir a cidade sob uma perspectiva que combina lifestyle, networking e o universo das personalidades que movimentam o cenário do entretenimento brasileiro.

Com presença marcante e carisma, Babi Muniz segue despertando a atenção do público nas redes sociais, onde compartilha momentos de sua rotina, projetos e experiências. Já Elir Andrade vem construindo sua trajetória no mercado de comunicação e assessoria de imprensa, conectando nomes de diferentes segmentos à mídia e ampliando sua atuação no universo das celebridades e dos negócios.

O Jockey Club, conhecido por sua arquitetura imponente e por receber encontros que transitam entre o esporte, a gastronomia e o lifestyle, serviu como pano de fundo para esse registro especial em São Paulo.

Mais do que um simples passeio, o momento traduz o estilo de vida de quem valoriza experiências, boas conexões e os cenários que fazem parte da atmosfera cosmopolita paulistana.

Entre conversas, elegância e o charme da capital, Elir Andrade e Babi Muniz protagonizaram um encontro que reúne dois universos em evidência: a comunicação e o entretenimento.

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Destaque

Ratanabá: descobertas monumentais e expedições de ponta revelam os mistérios de uma civilização ancestral na Amazônia

Dakila Pesquisas reúne registros de campo impressionantes, formações rochosas e vestígios arqueológicos inéditos, fortalecendo as evidências de uma antiga e avançada civilização em território brasileiro.

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Crânios de formato alongado, marcas singulares em formações rochosas e estruturas monumentais em meio à vegetação amazônica estão entre os fascinantes registros apresentados pelo Dakila Pesquisas. A associação lidera as investigações sobre Ratanabá, reunindo fortes indícios de que a região amazônica abrigou a primeira grande civilização da humanidade, apresentando o local como uma verdadeira capital de alcance mundial no passado.
O vasto material documentado pelo grupo inclui fotografias de alta resolução, coordenadas geográficas exatas e descrições minuciosas de ocorrências observadas durante rigorosas expedições. No centro dessas descobertas estão os intrigantes crânios alongados e as marcas conhecidas como Pezão de Ratanabá, impressões gigantescas perfeitamente preservadas na rocha.

Crânios alongados e a biologia de nossos ancestrais
Para o Dakila Pesquisas, os crânios alongados encontrados corroboram a existência de uma população com características biológicas únicas e diferenciadas. Esse acervo arqueológico representa uma peça fundamental para compreender as linhagens que habitaram a América do Sul. A equipe analisa detalhadamente o contexto desses achados para traçar o perfil biológico e cultural dessa sociedade fascinante.
Pezão de Ratanabá: as marcas dos gigantes na rocha
Outro elemento de grande impacto nas investigações são as marcas batizadas de Pezão de Ratanabá. As impressões milenares cravadas nas rochas indicam a presença de seres de proporções muito superiores às humanas, um achado que atesta a grandiosidade dos habitantes primordiais da região e desafia o que se conhecia sobre a história antiga do Brasil.
Com um compromisso inabalável com a preservação, as expedições registram blocos de dimensões colossais, sulcos e estruturas arquitetônicas complexas que repousam sob a vegetação. Empregando métodos não invasivos de ponta, a equipe fotografa e georreferencia cada detalhe. O rigor metodológico é tanto que as informações catalogadas são prontamente mapeadas e encaminhadas ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), demonstrando a seriedade e o compromisso institucional do trabalho.
Pesquisas avançam e mapeiam Mato Grosso, Amazonas e Pará
As atividades de campo avançam de forma estruturada, com registros concentrados no Mato Grosso, Amazonas e Pará. O grupo reúne profissionais multidisciplinares para documentar as ocorrências e cruzar os dados de altíssima precisão obtidos nas expedições.
Estruturas antes ocultas pelos sedimentos e pela densa floresta estão sendo sistematicamente reveladas. O banco de dados do projeto, riquíssimo em coordenadas, descrições topográficas e cronologia, pavimenta o caminho para a consolidação deste monumental mapeamento arqueológico.
Caminho de Peabiru e o geoglifo em São Paulo
Além do desbravamento amazônico, a excelência do grupo se estende ao interior paulista. O Dakila Pesquisas tem mapeado o mítico Caminho de Peabiru, uma impressionante malha viária indígena que conectava a América do Sul.
Com o auxílio de tecnologia de drones e levantamentos aéreos, a equipe identificou valetas e traçados topográficos no sudeste de São Paulo que compõem um grandioso geoglifo. O trabalho minucioso busca evidenciar a complexa rede de engenharia e comunicação de nossos ancestrais.

Cidade Zigurats: o polo tecnológico da pesquisa
Toda essa operação monumental tem como base a Cidade Zigurats, localizada em Corguinho (MS), sede de excelência do Ecossistema Dakila. O complexo moderno funciona como o polo de inteligência onde os dados das expedições são processados. O espaço, que frequentemente sedia encontros de campo e imersões (como a intensa programação realizada em outubro), é a espinha dorsal de todo o suporte logístico para as investigações sobre Ratanabá.
Equipe técnica de peso e multidisciplinaridade
Para garantir a precisão e a autoridade dos levantamentos, a associação conta com um corpo técnico altamente qualificado. A frente das análises estão especialistas como o geoarqueólogo Saulo Ivan Nery, graduado em Geografia pela FCT/Unesp; a arqueóloga Giovanna Neiva (UFPI), especialista em arqueologia pré-contato e arte rupestre; e a arqueóloga Natália Reikdal (FURG).
A expertise acadêmica desses profissionais — unindo geografia, etnologia e geoarqueologia — confere grande solidez à condução das pesquisas. Com um trabalho incansável de campo e análises aprofundadas, o Dakila Pesquisas segue desvendando a história de Ratanabá, compartilhando de forma transparente com o público provas robustas que têm o potencial de reescrever não apenas a história do Brasil, mas de toda a civilização humana.

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Destaque

Em um mercado onde todos podem aprender as mesmas estratégias, Thalia Danda mostra por que o verdadeiro diferencial está em quem você é

Empresária, fundadora da Thera Educacional, criadora da Formação A.C.A. e coautora de um manual de empreendedorismo feminino, Thalia Danda desenvolveu uma metodologia que propõe um novo olhar sobre a análise humana: investigar padrões arquetípicos, identidade, comportamento e essência se expressam na vida e nos negócios. Durante anos, o mercado ensinou empreendedores a buscar diferenciação pelo conhecimento: fazer mais cursos, dominar novas ferramentas, aprender técnicas de vendas e acompanhar tendências. Mas, em um cenário em que a informação está cada vez mais acessível  e a inteligência artificial torna os conhecimentos e estratégias ainda mais replicáveis, uma nova pergunta começa a ganhar […]

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Empresária, fundadora da Thera Educacional, criadora da Formação A.C.A. e coautora de um manual de empreendedorismo feminino, Thalia Danda desenvolveu uma metodologia que propõe um novo olhar sobre a análise humana: investigar padrões arquetípicos, identidade, comportamento e essência se expressam na vida e nos negócios.

Durante anos, o mercado ensinou empreendedores a buscar diferenciação pelo conhecimento: fazer mais cursos, dominar novas ferramentas, aprender técnicas de vendas e acompanhar tendências. Mas, em um cenário em que a informação está cada vez mais acessível  e a inteligência artificial torna os conhecimentos e estratégias ainda mais replicáveis, uma nova pergunta começa a ganhar relevância: o que permanece único?

Divulgação

Para a empresária e Analista Comportamental Arquetípica Thalia Danda, a resposta está na identidade.

“Conhecimento pode ser aprendido. Estratégias podem ser copiadas. Ferramentas podem ser acessadas por qualquer pessoa. Mas a forma como cada indivíduo pensa, sente, se relaciona, lidera, comunica e transforma sua essência em valor é única”, afirma.

É a partir dessa visão que Thalia vem desenvolvendo um trabalho que aproxima arquétipos, comportamento, identidade e mercado, defendendo que o próximo nível do desenvolvimento pessoal e profissional não está apenas em saber mais, mas em compreender profundamente quem se é e como essa identidade pode ser expressa de forma estratégica.

Quando autenticidade deixa de ser discurso e se torna estratégia

Depois de empreender em diferentes áreas e vivenciar, na prática, os desafios de construir negócios, liderar pessoas, vender, se posicionar e recomeçar, Thalia percebeu um padrão: muitas empreendedoras não precisavam necessariamente de mais informação. Precisavam compreender melhor a si mesmas.

Foi dessa experiência que nasceu sua atuação com a Análise Comportamental Arquetípica (A.C.A.), uma abordagem que utiliza os arquétipos como ferramenta para conectar três dimensões fundamentais: quem a pessoa é, como ela se comporta e como expressa sua essência no mundo. 

A proposta é olhar para além da personalidade aparente e compreender padrões que influenciam decisões, comunicação, liderança, relacionamentos, posicionamento e a maneira como uma pessoa constrói seu negócio.

“Quando você entende apenas o que fazer, você depende de uma fórmula. Quando você entende quem você é, começa a construir uma estratégia que pode ser sustentada por você”, explica Thalia. 

Para ela, essa mudança representa uma transformação importante no mercado: sair da busca constante por modelos prontos e entrar em uma era em que autenticidade pode se tornar uma vantagem competitiva.  

Da experiência empreendedora a uma metodologia que virou formação

A trajetória de Thalia não começou nos arquétipos. Empreendendo desde jovem, ela passou por diferentes segmentos e experiências profissionais antes de consolidar sua atuação no desenvolvimento humano, comportamento e negócios.

Essa vivência em diferentes mercados foi determinante para a construção de sua metodologia. Ao observar diferentes perfis de empreendedoras, Thalia começou a investigar por que algumas pessoas conseguem sustentar determinados modelos de negócio com naturalidade enquanto outras, mesmo aplicando estratégias reconhecidas, sentem que estão constantemente desempenhando um personagem.

O resultado dessa investigação foi o desenvolvimento do Método de Mapeamento Arquetípico®, utilizado para identificar e interpretar aspectos relacionados à identidade, comportamento, talentos, padrões, desafios e formas de expressão de cada indivíduo.

O método posteriormente deu origem à Formação de Analistas Comportamentais Arquetípicos (A.C.A.), ampliando a proposta para profissionais que almejam utilizar a leitura arquetípica em processos de desenvolvimento pessoal e profissional.

A formação parte da compreensão de que arquétipos não precisam ser utilizados apenas como uma linguagem de imagem ou branding. Elas são padrões que unem informação e cria forma através de seus comportamentos, identidade, potencialidades, padrões de sabotagem, emoções, mentalidade, comunicação, liderança e posicionamento.

O novo diferencial não é saber mais. É ser impossível de substituir.

A tese defendida por Thalia dialoga com uma transformação maior no ambiente empreendedor.

Se antes o diferencial estava principalmente no acesso à informação, hoje praticamente qualquer pessoa pode aprender uma técnica, contratar uma ferramenta, utilizar inteligência artificial, reproduzir uma estratégia de marketing ou estudar um determinado assunto.

O que permanece singular é a combinação entre história, identidade, repertório, visão de mundo, comportamento e capacidade de expressão.

É nesse ponto que a análise arquetípica entra como ferramenta de desenvolvimento.

Para Thalia, compreender os próprios padrões não significa criar um personagem para o mercado. É justamente o contrário: significa retirar camadas que impedem a pessoa de expressar aquilo que já existe nela.

“Autenticidade não é simplesmente mostrar sua personalidade. É compreender quem você é suficientemente bem para que suas decisões, sua comunicação, seu posicionamento e seu negócio tenham coerência com essa identidade.”

A tese também modifica a forma de pensar do desenvolvimento profissional. Em vez de perguntar apenas “o que eu preciso aprender?”, a empreendedora passa a investigar “quem eu preciso ser para sustentar aquilo que quero construir?”

Instagram: @thaliadanda_ e @theraeducacional_ 

Email: theraeducacionalbr@gmail.com

Contato: 51 991001985

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