Apresentação será realizada no dia 26 de maio, domingo, com 12 convidados que se juntaram em prol do anfitrião, diagnosticado há três anos com Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA)
Serginho Marques Divulgação
O cantor e músico mineiro Serginho Marques está prestes a completar 40 anos de carreira e, para celebrar este momento, um grande evento será realizado no final deste mês. No dia 26 de maio, domingo, a partir das 19h, ele vai subir ao palco do Palácio das Artes (Avenida Afonso Pena, 1537, Centro, Belo Horizonte) para apresentar “Um pouco mais de mim” é o nome do show que marca as quatro décadas de estrada do artista um espetáculo especial, contando com a presença de nomes que fizeram parte de sua trajetória desde os tempos nos bares da capital mineira até os grandes palcos nacionais.
Maurício Tizumba Divulgação
O repertório do show inclui músicas que marcaram diferentes momentos da carreira de Serginho Marques, em uma celebração emocionante que contará com a participação de convidados especiais. Flávio Venturini, Tadeu Franco, Bauxita, Baianas Ozadas, Adriano Fernandes, Eduardo Pícoli, Claudio Fraga, Marcelo Daí, Marcos Catarina, Izabela Brant, Lessinho Mississipi e Wilsinho – Swing da Lua. A direção musical é de Neo Andrade
Além de ser uma celebração musical, o show também tem um propósito beneficente. Toda a renda arrecadada será destinada ao tratamento de Serginho Marques contra a Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA), doença diagnosticada há cerca de três anos.
Serginho Marques compartilha a emoção deste momento. “Cantar no Palácio das Artes sempre foi um sonho meu. Acho que todo artista mineiro, de Belo Horizonte, tem o sonho de ver sua foto naquele palco, de cantar no principal palco da cidade. Eu conversava muito isso com o Vander Lee. Era o sonho dele também e ele me dizia ‘um dia a minha foto vai estar ali’. E ele cantou lá por diversas vezes”, lembra.
Sobre o show, Serginho comenta: “‘Um pouco mais de mim’ é o título do meu disco de 2003, que tem 20 anos. Mas é uma forma também de falar e mostrar um pouco mais de mim em cima do palco. O público pode esperar muita emoção. Será muito emocionante. Eu vou contar histórias desde a minha infância e ao longo da minha trajetória musical, com diversas canções do repertório que eu cantei este tempo todo. Será uma cronologia musical”, diz.
O cantor revela que o público pode esperar muita emoção. “Dentro do show terá um momento do ‘Pra sempre Vander Lee’, em homenagem a este grande amigo que fez parte da minha vida. Nos conhecemos ainda na juventude, desde 1986. Vai ter o momento dedicado a ele, vai ter o momento axé, da minha história como pioneiro cantando música baiana na cidade e minha participação como cantor do Baianas Ozadas por dois carnavais, além dos meus momentos nas bandas B. Djaala, Lombinho com Cachaça e Bantuquerê. Teremos também uma homenagem ao músico e baixista André Andrade, que perdemos recentemente, tocava comigo e era para estar conosco no palco neste show”, completa.
Tadeu Franco Divulgação
Sobre Serginho Marques
Serginho Marques é da mesma geração de grandes nomes da música mineira como Samuel Rosa, Vander Lee e outros. Cantor de voz marcante e compositor, lançou em 2003 o CD solo “Um pouco mais de mim”. Nos anos 80, viveu como músico em Salvador, na Bahia, e ao regressar foi pioneiro em tocar e cantar sucessos da música baiana em terras mineiras, participando de grandes eventos como Micaronte e Carnabelô. Serginho foi vocalista de bandas como Lombinho com Cachaça, B. Djala e Bantuquerê, e em 2017 foi convidado para ser um dos cantores da banda Baianas Ozadas, participando dos carnavais de 2018 e 2019.
O que é ELA?
A Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA) é uma doença neuromotora progressiva e degenerativa que afeta os neurônios motores no cérebro e na medula espinhal, comprometendo progressivamente a capacidade de movimentação dos músculos do corpo. A ELA pode levar à paralisia muscular total, afetando a fala, a deglutição e a respiração. Apesar de não ter cura, existem tratamentos que visam a melhorar a qualidade de vida e a aumentar a sobrevida dos pacientes. A doença ficou mais conhecida mundialmente devido ao físico britânico Stephen Hawking, que viveu com ELA por muitos anos.
Serviço:
Serginho Marques E Convidados – Show “Um Pouco Mais De Mim”
Data: 26 de maio, domingo
Horário: 19h
Local: Grande Teatro CEMIG Palácio das Artes (Av. Afonso Pena, 1537, Centro, Belo Horizonte, MG).
Após anunciar o início das atividades e o lançamento de seu primeiro álbum “Far Beyond The Light”, a banda Kaledonia divulga a estréia de seu primeiro single/clipe; intitulado “Queen Of All Lies”. O clipe conta com a participação do vocalista do grupo, JP Pretti e da atriz e cantora Damaris Ortiz.
Liderada pelo vocalista e tecladista JP Pretti, o grupo traz em seu debut exatamente o que foi prometido em sua nota de apresentação: melodias e refrães daqueles que fixam na mente do ouvinte.
O vocalista JP Pretti explica: “Por ser o primeiro single e a apresentação da banda de fato, quis trazer essa questão da melodia “pegajosa”, que gruda mesmo. Além da letra que retrata relacionamentos conturbados e mentiras”, afirma.
“Queen Of All Lies” estará disponível nas plataformas digitais a partir de 28/06, acompanhada de seu vídeoclipe, disponível no YouTube.
Saiba mais:
@kaledoniaofficial www.kaledonia.com.br Foto: Divulgação Press: Isabele Miranda
Cantor completou a narrativa do “SUPER” (2023) com 8 faixas inéditas, liberadas nesta terça (11)
Na noite desta terça-feira (11), os fãs de Jão pararam tudo o que estavam fazendo para se envolver em uma escuta atenta de “Supernova”, o novo disco do cantor. O público do artista lotou as redes sociais com análises das letras, trazendo associações a outras músicas da discografia de Jão e, claro, à própria vida. O projeto chegou acompanhado de 8 canções que completam a narrativa do disco “SUPER” (2023). Veja o que estão dizendo!
Dentre as músicas que compõem o compilado, há a primeira faixa cantada em inglês do artista, “Paranoid”. Um outro destaque vai para “O Triste É Que Eu Te Amo”, que traz sample da banda Peter Bjorn and John na música “Young Folks”, que ficou muito conhecida pela série “Gossip Girl” (2007-2012).
Os fãs também puderam ouvir uma continuação explicitada da música “Locadora”, que integra o disco “SUPER”, que aqui aparece como “Locadora (Versão Estendida)”. Um detalhe curioso é que, ao abrir o novo projeto de Jão no Spotify, ele já traz as músicas do “Supernova” como ‘disco 1’ e, em sequência, as do “SUPER” como ‘disco 2’, como se fosse um álbum duplo.
Uma banda com 26 anos de estrada mudando de rumo e acertando “na mosca”!
A Almanak iniciou sua carreira em 1998 e fixou seu nome na tradicional noite paulistana, interpretando covers nos bares e nas casas de shows mais badaladas de São Paulo. Não demorou muito para virar “a queridinha” do circuito, sendo a primeira a se apresentar com vocal feminino cantando músicas muitas vezes, originalmente, gravadas por homens. A moda pegou e hoje a banda tem uma disputadíssima agenda com mais de 200 shows por ano, todos lotados e super animados!
A banda se viu em um momento de colocar em prática um projeto que já tinha em mente antes da pandemia. O projeto, chamado “Almanak DNA”, consiste em colocar o DNA Rock’n’Roll da banda e uma pegada moderna em canções autorais e também em músicas do repertório da MPB, eternizadas por grandes nomes como Alcione, Elis Regina, Belchior e, agora, Caetano Veloso.
A música escolhida já foi gravada por diversos grandes nomes da música brasileira, mas ficou marcada e extremamente famosa na voz de Caetano Veloso na trilha do filme “Lisbela e o Prisioneiro” (Direção de Guel Arraes).
O clipe, dirigido por Guilherme Cysne, é interessantíssimo e, segundo a banda, cheio de mensagens ocultas. Gravado em uma cena única, corrida e sem cortes, foi filmado com a música interpretada pela vocalista Ellen Cristinne em uma velocidade muito mais lenta, enquanto o restante das atuações das cenas eram em “velocidade normal”.
O resultado disso foi a impressão de que o tempo corre lentamente, levando o espectador a uma sensação de que o personagem da música passa por um baque emocional e seu sofrimento, enquanto o mundo à sua volta continua normalmente em seu ritmo acelerado e frenético. Dá pra ver e sentir o drama da música ao mesmo tempo!
Assista:
O rock é um gênero ousado, que sempre procurou quebrar paradigmas. Pode parecer audacioso mexer em músicas dos “panteões” da música brasileira, mas a banda encara de forma diferente… Com arranjos cuidadosamente feitos pelo guitarrista e produtor Paulinho Roveri, a banda procurou trazer uma pegada que agrada tanto os rockeiros mais conservadores quanto os que se amarram em novidades e sonoridades mais modernas. Assim, deixam a música brasileira, que faz parte do DNA da nossa cultura, mais acessível a outros estilos. “Nós nos preocupamos em homenagear os heróis da música brasileira com carinho e respeito ao seu repertório, deixando uma marca do nosso DNA nas obras!”, pontua Ellen Cristinne, dona da voz poderosa que embeleza essas melodias. Uma banda que vale a pena seguir, curtir, ir aos shows e conferir do que se trata esse DNA da Almanak.