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Projeto Replay celebra 40 anos do álbum “Exagerado” de Cazuza, com Ludmilla em versão r&b e convidados 

Nova temporada do programa traz versões das faixas do disco cantadas por talentos da música brasileira; episódio de estreia também apresenta versão de “Medieval II” na voz de Mateus Fazendo Rock O Projeto Replay inicia sua nova temporada mergulhando uma grande efeméride da música brasileira: os 40 anos de “Exagerado”, álbum que marcou o início da carreira solo de Cazuza. A estreia acontece nesta segunda-feira, 9 de junho, às 21h, no canal Bis e Globoplay. Em um momento de total sinergia com o mercado, coincide com a homenagem a Cazuza no Prêmio da Música Brasileira, nesta terça-feira (10), no Rio de Janeiro. Com direção artística de Anna Butler e Pablo Marques, a nova temporada […]

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Nova temporada do programa traz versões das faixas do disco cantadas por talentos da música brasileira; episódio de estreia também apresenta versão de “Medieval II” na voz de Mateus Fazendo Rock

O Projeto Replay inicia sua nova temporada mergulhando uma grande efeméride da música brasileira: os 40 anos de “Exagerado”, álbum que marcou o início da carreira solo de Cazuza. A estreia acontece nesta segunda-feira, 9 de junho, às 21h, no canal Bis e Globoplay. Em um momento de total sinergia com o mercado, coincide com a homenagem a Cazuza no Prêmio da Música Brasileira, nesta terça-feira (10), no Rio de Janeiro.

Com direção artística de Anna Butler e Pablo Marques, a nova temporada reúne Ludmilla, Mateus Fazeno Rock, Urias, Jadsa, Johnny Hooker, Catto, Maria Beraldo, Getúlio Abelha, Raquel e Thalin na nova temporada de 10 episódios, em que cada artista tem total liberdade criativa para reinventar as faixas em um álbum completo que chega às plataformas digitais junto à estreia na TV. Seguindo o sucesso da primeira temporada, em que o vinil de Acabou Chorare tornou-se raridade, sendo comercializado por até R$1.200,00 em marketplaces, o novo projeto ganhará uma edição limitada em vinil este ano.

Um dos nomes mais importantes da música no país, Ludmilla, é quem assume a faixa-título no primeiro episódio, apresentando uma versão bem diferente do rock original.  A cantora imprimiu uma sonoridade Soul/Black music ao clássico: “O desafio foi achar esse meio termo entre continuar Exagerado e manter a conexão com a minha fase atual do R&B”, explica a cantora sobre o processo criativo. A faixa contou com a produção de Castilhol, um de seus grandes parceiros musicais.

A participação de Ludmilla atende a um pedido por “surpresas” da mãe de Cazuza, Lucinha Araújo, que acompanhou o projeto desde o início e queria nomes inesperados para homenagear o filho. “A Lucinha nos pediu apenas para ser surpreendida, já que o Cazuza recebe homenagens o tempo todo e é difícil fazer algo realmente diferente. Acho que conseguimos isso trazendo a Ludmilla, um nome inesperado para esse universo. O encontro das duas no estúdio foi uma surpresa total para ambas e o resultado foi emocionante. Musicalmente, a Ludmilla entregou uma versão completamente diferente de tudo que já fizeram do Cazuza até hoje”, avalia José Francisco Tapajós, idealizador e diretor-geral do Replay.

O encontro entre as duas, gravado em um estúdio no Rio de Janeiro, é um dos pontos altos do último episódio. O impacto foi tão positivo que Lucinha indicou Ludmilla para interpretar a versão do “Replay” na cerimônia do Prêmio da Música Brasileira, no dia 10 de maio, onde Cazuza será o grande homenageado. A artista também estampa a capa do álbum em uma pose que homenageia a foto original de Cazuza, mas com sua própria identidade.

“Vim sem expectativa nenhuma, não me contaram detalhes, e fiquei docemente surpreendida. Qualquer coisa do Cazuza me surpreende, mas desta vez foi demais, excedeu a expectativa”, diz Lucinha. “Conhecer pessoalmente a Lucinha, pra mim, foi muito importante. Sem a bênção dela, não teria projeto”, reconhece o diretor.

A nova geração em foco

Além de Lud, o primeiro episódio dá grande ênfase a Mateus Fazeno Rock. O cantor de Fortaleza, conhecido por sua performance visceral e poética, traz uma versão visceral de “Medieval II”. Para a direção do projeto, Mateus personifica o “espírito Cazuza” na nova geração, unindo a força interpretativa à estética contemporânea. A conexão do artista com Cazuza e a faixa escolhida começou na adolescência. “Tinha um programa de TV com performances ao vivo dos artistas daquela época, final dos anos 80, início dos anos 90 e com Cazuza cantando quatro ou cinco músicas de “Exagerado” e tem justamente um vídeo dele cantando “MedievaI II”. Com aquele sotaque carioca, aquela entonação meio de embriaguez. Foi lá que eu vi pela primeira vez. Como esse refrão ficou muito na minha cabeça, na hora eu já sabia que queria cantar essa [no programa].” 

Tapajós reforça como a liberdade criativa amplia a qualidade do projeto também na nova temporada, que, além de revelar os processos artísticos, apresenta uma performance exclusiva dos artistas convidados em estúdio. “Cada convidado faz o que quer com a sua versão, o que permite que o disco percorra caminhos sonoros muito distintos. O processo de escolha das músicas é fluido: em alguns casos nós sugerimos o que achamos que combina, em outros o próprio artista pede uma faixa específica, como a Catto, que quis gravar ‘Codinome Beija-Flor’. Nós fazemos o convite e recebemos a versão sem saber exatamente o que vem, o que garante o frescor e a identidade única de cada faixa do projeto”. 

Ao longo da temporada, o programa mescla novos artistas com nomes de sucesso como Urias, Catto e Johnny Hooker, a cada episódio. Urias, referência entre o público LGBTQIAPN+, interpreta uma nova versão de “Cúmplice” refletindo a fase mais madura de sua carreira. Enquanto Catto e Jonny cantam  “Codinome Beija-Flor”e “Balada de um Vagabundo”,respectivamente. Confira o line-up da temporada 2026 (ordem dos episódios):

1. Ludmilla – Exagerado (Estreia dia 09/05)

2. Mateus Fazeno Rock – Medieval II

3. Urias – Cúmplice

4. Jadsa – Mal Nenhum

5. Johnny Hooker – Balada de um Vagabundo

6. Catto – Codinome Beija-Flor

7. Maria Beraldo – Desastre Mental

8. Getúlio Abelha – Boa Vida

9. Raquel – Só as Mães São Felizes

10. Thalin – Rock da Descerebração

Sobre a Mescla Entretenimento 

A Mescla é uma produtora audiovisual especializada em criar narrativas inovadoras e formatos originais para canais, marcas e plataformas de streaming. Entre os principais projetos da empresa estão o Bar Aberto, o primeiro reality show de coquetaria do país, atualmente em sua terceira  temporada e assistido por mais de 30 milhões de pessoas, e uma parceria com a Pernod Ricard Brasil.

Com um núcleo dedicado a projetos musicais, a Mescla é idealizadora e produtora de projetos como Som na Sala (Globoplay), que leva artistas como Arnaldo Antunes e Samuel Rosa para um pocket show intimista, e Replay (Globoplay), que regrava os principais discos da música brasileira com novos talentos. Também produzimos a série documental Músicos de Rua (Globo) que selecionou três artistas para se apresentarem no Rock in Rio, em parceria com o Itaú e o documentário Back in Town, sobre o artista Nick Cave.

Entre nossas mais recentes produções no gênero documental estão os longas Com as próprias mãos, em parceria com o canal Curta!, lançado em 2023 e ganhador de diversos prêmios nacionais e internacionais, e a série documental Homens sem Lei (History Channel), elogiada por público e crítica. Atualmente, a produtora também desenvolve um documentário sobre a cantora, empresária e ativista Raquel Virginia.

FICHA TÉCNICA (reduzida)

IDEALIZAÇÃO E DIREÇÃO GERAL

José Francisco Tapajós

PRODUÇÃO

Mescla Entretenimento

PRODUÇÃO EXECUTIVA

Renata Azevedo Figueira

DIREÇÃO ARTÍSTICA 

Anna Butler

Pablo Marques

DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA

Elisa Mendes

DIREÇÃO DE ARTE

Camila Camargo

MONTAGEM 

Diogo Ekizian

MIXAGEM E MASTERIZAÇÃO

Jander Antunes

ASSESSORIA DE IMPRENSA

Bruna Alves – Lá Comunicação

brunaalvesbas@gmail.com

(11) 99299-8584

Destaque

Elir Andrade e Babi Muniz, ex-Panicat, aproveitam fim de tarde sofisticado no Jockey Club de São Paulo

Encontro reúne estilo, personalidade e o charme de um dos cenários mais tradicionais da capital paulista São Paulo foi o cenário de um fim de tarde marcado por elegância, descontração e boas companhias. O assessor de imprensa Elir Andrade e a influenciadora Babi Muniz, conhecida por sua passagem pelo Pânico na TV como Panicat, aproveitaram momentos especiais no Jockey Club de São Paulo, um dos endereços mais emblemáticos da capital paulista. Em meio à atmosfera sofisticada do local, o encontro ganhou destaque pela sintonia entre os dois, que aproveitaram o ambiente para curtir a cidade sob uma perspectiva que combina […]

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Encontro reúne estilo, personalidade e o charme de um dos cenários mais tradicionais da capital paulista

São Paulo foi o cenário de um fim de tarde marcado por elegância, descontração e boas companhias. O assessor de imprensa Elir Andrade e a influenciadora Babi Muniz, conhecida por sua passagem pelo Pânico na TV como Panicat, aproveitaram momentos especiais no Jockey Club de São Paulo, um dos endereços mais emblemáticos da capital paulista.

Em meio à atmosfera sofisticada do local, o encontro ganhou destaque pela sintonia entre os dois, que aproveitaram o ambiente para curtir a cidade sob uma perspectiva que combina lifestyle, networking e o universo das personalidades que movimentam o cenário do entretenimento brasileiro.

Com presença marcante e carisma, Babi Muniz segue despertando a atenção do público nas redes sociais, onde compartilha momentos de sua rotina, projetos e experiências. Já Elir Andrade vem construindo sua trajetória no mercado de comunicação e assessoria de imprensa, conectando nomes de diferentes segmentos à mídia e ampliando sua atuação no universo das celebridades e dos negócios.

O Jockey Club, conhecido por sua arquitetura imponente e por receber encontros que transitam entre o esporte, a gastronomia e o lifestyle, serviu como pano de fundo para esse registro especial em São Paulo.

Mais do que um simples passeio, o momento traduz o estilo de vida de quem valoriza experiências, boas conexões e os cenários que fazem parte da atmosfera cosmopolita paulistana.

Entre conversas, elegância e o charme da capital, Elir Andrade e Babi Muniz protagonizaram um encontro que reúne dois universos em evidência: a comunicação e o entretenimento.

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Destaque

Ratanabá: descobertas monumentais e expedições de ponta revelam os mistérios de uma civilização ancestral na Amazônia

Dakila Pesquisas reúne registros de campo impressionantes, formações rochosas e vestígios arqueológicos inéditos, fortalecendo as evidências de uma antiga e avançada civilização em território brasileiro.

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Crânios de formato alongado, marcas singulares em formações rochosas e estruturas monumentais em meio à vegetação amazônica estão entre os fascinantes registros apresentados pelo Dakila Pesquisas. A associação lidera as investigações sobre Ratanabá, reunindo fortes indícios de que a região amazônica abrigou a primeira grande civilização da humanidade, apresentando o local como uma verdadeira capital de alcance mundial no passado.
O vasto material documentado pelo grupo inclui fotografias de alta resolução, coordenadas geográficas exatas e descrições minuciosas de ocorrências observadas durante rigorosas expedições. No centro dessas descobertas estão os intrigantes crânios alongados e as marcas conhecidas como Pezão de Ratanabá, impressões gigantescas perfeitamente preservadas na rocha.

Crânios alongados e a biologia de nossos ancestrais
Para o Dakila Pesquisas, os crânios alongados encontrados corroboram a existência de uma população com características biológicas únicas e diferenciadas. Esse acervo arqueológico representa uma peça fundamental para compreender as linhagens que habitaram a América do Sul. A equipe analisa detalhadamente o contexto desses achados para traçar o perfil biológico e cultural dessa sociedade fascinante.
Pezão de Ratanabá: as marcas dos gigantes na rocha
Outro elemento de grande impacto nas investigações são as marcas batizadas de Pezão de Ratanabá. As impressões milenares cravadas nas rochas indicam a presença de seres de proporções muito superiores às humanas, um achado que atesta a grandiosidade dos habitantes primordiais da região e desafia o que se conhecia sobre a história antiga do Brasil.
Com um compromisso inabalável com a preservação, as expedições registram blocos de dimensões colossais, sulcos e estruturas arquitetônicas complexas que repousam sob a vegetação. Empregando métodos não invasivos de ponta, a equipe fotografa e georreferencia cada detalhe. O rigor metodológico é tanto que as informações catalogadas são prontamente mapeadas e encaminhadas ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), demonstrando a seriedade e o compromisso institucional do trabalho.
Pesquisas avançam e mapeiam Mato Grosso, Amazonas e Pará
As atividades de campo avançam de forma estruturada, com registros concentrados no Mato Grosso, Amazonas e Pará. O grupo reúne profissionais multidisciplinares para documentar as ocorrências e cruzar os dados de altíssima precisão obtidos nas expedições.
Estruturas antes ocultas pelos sedimentos e pela densa floresta estão sendo sistematicamente reveladas. O banco de dados do projeto, riquíssimo em coordenadas, descrições topográficas e cronologia, pavimenta o caminho para a consolidação deste monumental mapeamento arqueológico.
Caminho de Peabiru e o geoglifo em São Paulo
Além do desbravamento amazônico, a excelência do grupo se estende ao interior paulista. O Dakila Pesquisas tem mapeado o mítico Caminho de Peabiru, uma impressionante malha viária indígena que conectava a América do Sul.
Com o auxílio de tecnologia de drones e levantamentos aéreos, a equipe identificou valetas e traçados topográficos no sudeste de São Paulo que compõem um grandioso geoglifo. O trabalho minucioso busca evidenciar a complexa rede de engenharia e comunicação de nossos ancestrais.

Cidade Zigurats: o polo tecnológico da pesquisa
Toda essa operação monumental tem como base a Cidade Zigurats, localizada em Corguinho (MS), sede de excelência do Ecossistema Dakila. O complexo moderno funciona como o polo de inteligência onde os dados das expedições são processados. O espaço, que frequentemente sedia encontros de campo e imersões (como a intensa programação realizada em outubro), é a espinha dorsal de todo o suporte logístico para as investigações sobre Ratanabá.
Equipe técnica de peso e multidisciplinaridade
Para garantir a precisão e a autoridade dos levantamentos, a associação conta com um corpo técnico altamente qualificado. A frente das análises estão especialistas como o geoarqueólogo Saulo Ivan Nery, graduado em Geografia pela FCT/Unesp; a arqueóloga Giovanna Neiva (UFPI), especialista em arqueologia pré-contato e arte rupestre; e a arqueóloga Natália Reikdal (FURG).
A expertise acadêmica desses profissionais — unindo geografia, etnologia e geoarqueologia — confere grande solidez à condução das pesquisas. Com um trabalho incansável de campo e análises aprofundadas, o Dakila Pesquisas segue desvendando a história de Ratanabá, compartilhando de forma transparente com o público provas robustas que têm o potencial de reescrever não apenas a história do Brasil, mas de toda a civilização humana.

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Destaque

Em um mercado onde todos podem aprender as mesmas estratégias, Thalia Danda mostra por que o verdadeiro diferencial está em quem você é

Empresária, fundadora da Thera Educacional, criadora da Formação A.C.A. e coautora de um manual de empreendedorismo feminino, Thalia Danda desenvolveu uma metodologia que propõe um novo olhar sobre a análise humana: investigar padrões arquetípicos, identidade, comportamento e essência se expressam na vida e nos negócios. Durante anos, o mercado ensinou empreendedores a buscar diferenciação pelo conhecimento: fazer mais cursos, dominar novas ferramentas, aprender técnicas de vendas e acompanhar tendências. Mas, em um cenário em que a informação está cada vez mais acessível  e a inteligência artificial torna os conhecimentos e estratégias ainda mais replicáveis, uma nova pergunta começa a ganhar […]

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Empresária, fundadora da Thera Educacional, criadora da Formação A.C.A. e coautora de um manual de empreendedorismo feminino, Thalia Danda desenvolveu uma metodologia que propõe um novo olhar sobre a análise humana: investigar padrões arquetípicos, identidade, comportamento e essência se expressam na vida e nos negócios.

Durante anos, o mercado ensinou empreendedores a buscar diferenciação pelo conhecimento: fazer mais cursos, dominar novas ferramentas, aprender técnicas de vendas e acompanhar tendências. Mas, em um cenário em que a informação está cada vez mais acessível  e a inteligência artificial torna os conhecimentos e estratégias ainda mais replicáveis, uma nova pergunta começa a ganhar relevância: o que permanece único?

Divulgação

Para a empresária e Analista Comportamental Arquetípica Thalia Danda, a resposta está na identidade.

“Conhecimento pode ser aprendido. Estratégias podem ser copiadas. Ferramentas podem ser acessadas por qualquer pessoa. Mas a forma como cada indivíduo pensa, sente, se relaciona, lidera, comunica e transforma sua essência em valor é única”, afirma.

É a partir dessa visão que Thalia vem desenvolvendo um trabalho que aproxima arquétipos, comportamento, identidade e mercado, defendendo que o próximo nível do desenvolvimento pessoal e profissional não está apenas em saber mais, mas em compreender profundamente quem se é e como essa identidade pode ser expressa de forma estratégica.

Quando autenticidade deixa de ser discurso e se torna estratégia

Depois de empreender em diferentes áreas e vivenciar, na prática, os desafios de construir negócios, liderar pessoas, vender, se posicionar e recomeçar, Thalia percebeu um padrão: muitas empreendedoras não precisavam necessariamente de mais informação. Precisavam compreender melhor a si mesmas.

Foi dessa experiência que nasceu sua atuação com a Análise Comportamental Arquetípica (A.C.A.), uma abordagem que utiliza os arquétipos como ferramenta para conectar três dimensões fundamentais: quem a pessoa é, como ela se comporta e como expressa sua essência no mundo. 

A proposta é olhar para além da personalidade aparente e compreender padrões que influenciam decisões, comunicação, liderança, relacionamentos, posicionamento e a maneira como uma pessoa constrói seu negócio.

“Quando você entende apenas o que fazer, você depende de uma fórmula. Quando você entende quem você é, começa a construir uma estratégia que pode ser sustentada por você”, explica Thalia. 

Para ela, essa mudança representa uma transformação importante no mercado: sair da busca constante por modelos prontos e entrar em uma era em que autenticidade pode se tornar uma vantagem competitiva.  

Da experiência empreendedora a uma metodologia que virou formação

A trajetória de Thalia não começou nos arquétipos. Empreendendo desde jovem, ela passou por diferentes segmentos e experiências profissionais antes de consolidar sua atuação no desenvolvimento humano, comportamento e negócios.

Essa vivência em diferentes mercados foi determinante para a construção de sua metodologia. Ao observar diferentes perfis de empreendedoras, Thalia começou a investigar por que algumas pessoas conseguem sustentar determinados modelos de negócio com naturalidade enquanto outras, mesmo aplicando estratégias reconhecidas, sentem que estão constantemente desempenhando um personagem.

O resultado dessa investigação foi o desenvolvimento do Método de Mapeamento Arquetípico®, utilizado para identificar e interpretar aspectos relacionados à identidade, comportamento, talentos, padrões, desafios e formas de expressão de cada indivíduo.

O método posteriormente deu origem à Formação de Analistas Comportamentais Arquetípicos (A.C.A.), ampliando a proposta para profissionais que almejam utilizar a leitura arquetípica em processos de desenvolvimento pessoal e profissional.

A formação parte da compreensão de que arquétipos não precisam ser utilizados apenas como uma linguagem de imagem ou branding. Elas são padrões que unem informação e cria forma através de seus comportamentos, identidade, potencialidades, padrões de sabotagem, emoções, mentalidade, comunicação, liderança e posicionamento.

O novo diferencial não é saber mais. É ser impossível de substituir.

A tese defendida por Thalia dialoga com uma transformação maior no ambiente empreendedor.

Se antes o diferencial estava principalmente no acesso à informação, hoje praticamente qualquer pessoa pode aprender uma técnica, contratar uma ferramenta, utilizar inteligência artificial, reproduzir uma estratégia de marketing ou estudar um determinado assunto.

O que permanece singular é a combinação entre história, identidade, repertório, visão de mundo, comportamento e capacidade de expressão.

É nesse ponto que a análise arquetípica entra como ferramenta de desenvolvimento.

Para Thalia, compreender os próprios padrões não significa criar um personagem para o mercado. É justamente o contrário: significa retirar camadas que impedem a pessoa de expressar aquilo que já existe nela.

“Autenticidade não é simplesmente mostrar sua personalidade. É compreender quem você é suficientemente bem para que suas decisões, sua comunicação, seu posicionamento e seu negócio tenham coerência com essa identidade.”

A tese também modifica a forma de pensar do desenvolvimento profissional. Em vez de perguntar apenas “o que eu preciso aprender?”, a empreendedora passa a investigar “quem eu preciso ser para sustentar aquilo que quero construir?”

Instagram: @thaliadanda_ e @theraeducacional_ 

Email: theraeducacionalbr@gmail.com

Contato: 51 991001985

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