Connect with us

Destaque

De balm a marca de desejo: TikBalm acelera expansão e prepara nova fase para 2026

Marca brasileira que transformou sabores e memórias afetivas em produtos de beleza amplia portfólio, fortalece presença no varejo e aposta em novas collabs para crescer em 2026 Em um mercado de beleza cada vez mais disputado, no qual milhares de lançamentos chegam às prateleiras todos os anos, algumas marcas conseguem ir além do produto. Elas criam linguagem, despertam desejo e, principalmente, fazem o consumidor lembrar delas. É nesse território que a TikBalm vem construindo seu espaço. Conhecida inicialmente pelos balms labiais de sabores pouco convencionais — como leite condensado, chocolate belga, café com caramelo, red velvet e sorvete de flocos […]

Published

on

Marca brasileira que transformou sabores e memórias afetivas em produtos de beleza amplia portfólio, fortalece presença no varejo e aposta em novas collabs para crescer em 2026

Em um mercado de beleza cada vez mais disputado, no qual milhares de lançamentos chegam às prateleiras todos os anos, algumas marcas conseguem ir além do produto. Elas criam linguagem, despertam desejo e, principalmente, fazem o consumidor lembrar delas.

É nesse território que a TikBalm vem construindo seu espaço.

Conhecida inicialmente pelos balms labiais de sabores pouco convencionais — como leite condensado, chocolate belga, café com caramelo, red velvet e sorvete de flocos —, a marca brasileira chega a 2026 vivendo uma nova fase: deixa de ser reconhecida apenas por uma categoria e avança na construção de um ecossistema de beleza que combina tratamento, experiência sensorial, entretenimento, collabs e forte presença no varejo.

A proposta parece simples, mas responde a uma mudança importante no comportamento de consumo: especialmente entre as novas gerações, um cosmético já não precisa apenas funcionar. Ele precisa ser desejável, compartilhável, presenteável e capaz de criar uma experiência.

E foi justamente transformando o cuidado pessoal em experiência que a TikBalm encontrou seu espaço.

Da memória afetiva para a nécessaire

Desde o início, a TikBalm apostou em algo pouco explorado no segmento: unir cosméticos a sabores e referências capazes de despertar memória afetiva.

Em vez de limitar o balm à função tradicional de hidratação labial, a marca trouxe para a categoria uma linguagem inspirada no universo gourmand.

Chocolate Belga. Café e Caramelo. Leite Condensado. Red Velvet. Algodão Doce.

O resultado foi uma identidade facilmente reconhecível e com forte apelo de experimentação e coleção.

Os produtos passaram a ocupar um território entre beleza, cuidado e diversão — característica que posteriormente seria levada para outras categorias da marca.

Essa estratégia também ajudou a transformar um item relativamente simples e de uso cotidiano em um produto de desejo.

Uma trajetória que começou chamando atenção pelo volume

A história comercial da TikBalm já começou de maneira pouco convencional.

Em seu lançamento, em 2023, a marca ganhou repercussão ao anunciar a comercialização de mais de 200 mil unidades em menos de 12 horas.

O movimento antecipava uma característica que se tornaria central em sua estratégia: criar produtos de forte apelo visual e sensorial, capazes de gerar curiosidade antes mesmo de o consumidor experimentá-los.

Nos anos seguintes, o desafio mudou.

Era necessário transformar repercussão em distribuição.

E a TikBalm começou a sair do ambiente predominantemente digital para ganhar as prateleiras.

Do digital para milhares de pontos de venda

Hoje, a marca comunica presença em mais de 15 mil pontos de venda pelo Brasil, resultado de uma estratégia de expansão que aproximou a TikBalm de algumas das principais redes e canais de beleza e perfumaria do país.

Produtos da marca podem ser encontrados em canais como Raia, Drogasil e Drogaria Iguatemi, ampliando significativamente o contato da TikBalm com o consumidor físico.

A presença nas farmácias tem importância estratégica.

O canal farmacêutico brasileiro deixou há muito tempo de ser apenas um ponto de compra de medicamentos. As grandes redes se transformaram em importantes vitrines para dermocosméticos, maquiagem, skincare e produtos de autocuidado.

Para marcas jovens, conquistar espaço nesse ambiente significa disputar atenção diretamente com grandes companhias nacionais e internacionais.

É justamente nesse cenário que a TikBalm busca crescer.

A TikBalm já não é apenas balm

Se os balms construíram o reconhecimento da marca, a estratégia atual é fazer o consumidor descobrir que o universo TikBalm vai muito além dos lábios.

O portfólio foi ampliado e passou a incorporar novas categorias.

Entre elas estão as Tik Butter, manteigas corporais que transportam a identidade gourmand da marca para o cuidado com a pele, com versões inspiradas em experiências como Red Velvet, Chocolate Belga e Leite Condensado.

A expansão também chegou à maquiagem dos olhos com a TikLash, linha de máscaras de cílios desenvolvida para entregar volume, alongamento e definição, mantendo embalagens e conceitos alinhados ao universo jovem da marca.

A companhia também avança em perfumaria e produtos de cuidado pessoal, reforçando uma mudança estratégica importante: TikBalm deixa de ser o nome de um produto para se tornar o nome de um universo de beleza.

Esse movimento deverá ganhar ainda mais força ao longo de 2026.

Quando cosmético encontra entretenimento

Outro pilar importante para o crescimento da TikBalm está nas collabs.

Em vez de utilizar licenciamentos apenas como uma mudança de embalagem, a empresa vem apostando na criação de produtos que conectam a identidade dos parceiros ao universo sensorial da marca.

Um dos exemplos é a coleção TikBalm + Mônica Toy.

A parceria transformou personagens conhecidos do público brasileiro em uma coleção de balms com propostas como Sorvete de Melancia, Merengue de Morango, Pudim de Doce de Leite, Milkshake de Avelã e Rapadura.

A estratégia une três elementos particularmente fortes para o consumo atual: nostalgia, colecionabilidade e beleza.

Outras parcerias ampliaram esse território.

A TikBalm já transformou os tradicionais milkshakes da Johnny Rockets em hidratantes labiais e também desenvolveu projetos com marcas como Sweet Secrets e Newpen, aproximando cosméticos de gastronomia, lifestyle, papelaria e entretenimento.

Mais do que ações pontuais, as collabs ajudam a explicar o posicionamento que a empresa pretende aprofundar: a TikBalm quer estar onde existe cultura, desejo e conversa.

O produto virou conteúdo — e o conteúdo virou venda

Parte da força das novas marcas de beleza está em compreender que a prateleira não começa mais dentro da loja.

Ela começa na tela do celular.

Produtos com cores marcantes, nomes inesperados, texturas diferenciadas e embalagens colecionáveis possuem uma característica comercial importante: são naturalmente capazes de gerar conteúdo.

É a lógica do chamado social-first product — produtos que já nascem pensando não apenas na utilização, mas também na maneira como serão descobertos, fotografados, compartilhados e comentados.

A TikBalm encontrou nesse comportamento um território particularmente fértil.

O consumidor não compra apenas porque precisa de um balm, uma manteiga corporal ou uma máscara de cílios. Muitas vezes compra porque quer experimentar aquele sabor, descobrir aquela textura, colecionar uma embalagem ou participar de uma tendência.

É uma diferença aparentemente pequena, mas decisiva.

Necessidade gera compra. Desejo pode gerar recorrência, coleção e comunidade.

A beleza brasileira pode ser divertida sem deixar de tratar

O crescimento da TikBalm também acompanha uma transformação maior da indústria.

Durante anos, produtos de tratamento foram associados a uma comunicação predominantemente técnica, enquanto cosméticos divertidos eram frequentemente vistos apenas como itens de impulso.

Essa fronteira está desaparecendo.

O consumidor atual busca eficácia, mas também quer prazer na rotina de autocuidado.

É nesse encontro que a marca pretende se posicionar: produtos funcionais apresentados de maneira leve, sensorial e reconhecível.

Nos balms, ingredientes como óleo de coco, manteiga de cacau e vitaminas aparecem associados à hidratação e proteção dos lábios.

Nas demais categorias, a estratégia segue a mesma direção: entregar benefício cosmético sem abandonar a experiência que tornou a marca conhecida.

2026 será o ano das novas collabs

Depois de ampliar distribuição e portfólio, a TikBalm prepara para 2026 uma nova sequência de lançamentos e collabs inéditas, que deverão ampliar ainda mais sua atuação para além da categoria que deu origem à empresa.

Os próximos projetos fazem parte de uma estratégia de transformar a marca em uma plataforma de inovação dentro do segmento de beleza, aproximando cosméticos de universos capazes de gerar identificação emocional com diferentes públicos e faixas etárias.

A empresa não revela todos os nomes envolvidos nas próximas parcerias, mas antecipa que os lançamentos deverão trazer novas categorias, conceitos e experiências.

A expectativa é fazer de 2026 um dos principais ciclos de expansão da história da marca.

Uma marca brasileira disputando atenção em um dos maiores mercados de beleza do mundo

O Brasil está entre os mercados de beleza e cuidados pessoais mais relevantes do planeta — e, ao mesmo tempo, entre os mais competitivos.

Por isso, crescer nesse setor exige mais do que lançar produtos.

É necessário construir identidade.

A TikBalm parece ter entendido cedo que dificilmente venceria tentando parecer com marcas que já existiam.

Escolheu o caminho oposto.

Transformou doces em inspiração para cosméticos.

Transformou personagens em produtos colecionáveis.

Transformou hidratação em experiência.

E agora tenta transformar uma marca que nasceu associada ao balm em uma plataforma brasileira de beleza capaz de ocupar diferentes categorias e conversar com diferentes gerações.

Se o primeiro capítulo da TikBalm foi marcado pelos sabores, o próximo deverá ser marcado pela expansão.

Em 2026, a pergunta que a empresa pretende fazer ao mercado já não é mais “qual é o seu TikBalm favorito?”.

É outra:

até onde pode chegar uma marca brasileira de beleza quando produto, entretenimento, memória afetiva e desejo passam a fazer parte da mesma fórmula?

Destaque

Do campo ao Direito Previdenciário: uma trajetória marcada pela proximidade com as pessoas

Published

on

Saulo Pazine Amorim é advogado, pós-graduado em Direito Previdenciário e presidente da Comissão de Direito Previdenciário da 60ª Subseção da OAB/MG. Com atuação em diferentes regiões do país e no Distrito Federal, dedica sua carreira às questões previdenciárias, com atenção especial aos trabalhadores rurais e segurados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).


Sua relação com o Direito Previdenciário também está ligada às suas próprias raízes. Nascido e criado na roça, em uma pequena cidade do interior de Minas Gerais, Santa Rita do Ituêto, Saulo cresceu próximo da realidade do campo e do trabalhador rural. Essa vivência permitiu conhecer de perto histórias de trabalho, dificuldades e desafios enfrentados por famílias que dependem da atividade rural e, posteriormente, da Previdência Social.

Foi essa proximidade com a realidade das pessoas que também contribuiu para sua escolha pelo Direito Previdenciário. Ao longo da carreira, passou a concentrar sua atuação em uma área que considera diretamente ligada à vida de milhões de brasileiros. Aposentadorias, pensões e benefícios do INSS representam, para muitas famílias, segurança e renda em momentos importantes da vida.
Para Saulo, atuar no Previdenciário exige mais do que conhecimento técnico. É necessário compreender a história de cada segurado, sua trajetória profissional e as circunstâncias que envolvem a busca por um benefício.

Essa visão também está presente em sua forma de se comunicar. Saulo procura abordar temas jurídicos utilizando uma linguagem simples e acessível, aproximando a informação previdenciária das pessoas. Participa de podcasts, entrevistas, programas de rádio e palestras, levando ao público informações sobre aposentadorias, benefícios e direitos previdenciários.
Sua trajetória reúne, assim, as raízes no campo, a formação especializada e a experiência na advocacia. Uma caminhada que começou em uma pequena cidade do interior de Minas Gerais e que hoje alcança diferentes regiões do país, mantendo como uma de suas principais características a proximidade com as pessoas e com a realidade de quem busca seus direitos.

Para saber mais informações acesse:
Ou acesse o meu site:

Continue Reading

Destaque

De bombeira militar a idealizadora do desafio Coragem é Músculo: a trajetória de Keka Pelo Mundo

Published

on

Depois de 12 anos como bombeira militar e 111 países visitados, Keka Pelo Mundo construiu uma trajetória marcada por mudanças profissionais e pessoais e, agora, desenvolve um projeto voltado ao exercício da coragem diante das escolhas da vida
Há trajetórias profissionais que se desenvolvem de forma linear. A de Keka Pelo Mundo seguiu outro caminho. Antes de se tornar conhecida pelo trabalho relacionado ao turismo e às viagens, ela passou 12 anos na carreira de bombeira militar. Nesse período, conciliou a rotina operacional com viagens realizadas durante folgas e trocas de plantão. Anos depois, deixou a farda, passou a produzir conteúdo na internet e transformou a experiência acumulada em diferentes frentes de atuação profissional.

A relação de Keka com as viagens começou ainda na juventude. Aos 18 anos, realizou o primeiro intercâmbio, na Índia. Viajou sozinha e sem dominar o idioma, enfrentando uma realidade diferente daquela que conhecia. A experiência foi marcada tanto pelas dificuldades quanto pela descoberta de novas culturas e acabou influenciando a maneira como passou a enxergar as viagens.
A decisão de investir em experiências internacionais também teve influência da família. Durante a infância, Keka enfrentou dificuldades, mas cresceu com o incentivo da mãe para que os filhos tivessem acesso à educação, ao estudo de inglês e a programas de intercâmbio. O investimento, feito mesmo diante de limitações, abriu oportunidades que contribuíram para suas escolhas posteriores.
Aos 21 anos, Keka foi aprovada em um concurso para bombeira militar. Durante os 12 anos de serviço, atuou no setor operacional, inclusive na condução de ambulâncias. A profissão trouxe estabilidade, mas não interrompeu o interesse pelas viagens. Sempre que a escala permitia, ela aproveitava os períodos de folga para conhecer novos lugares.
Aos 30 anos, realizou um segundo intercâmbio, desta vez na Austrália. A previsão inicial era permanecer quatro meses, mas a estadia se prolongou por dois anos e meio. O retorno ao Brasil foi motivado, entre outras questões, pela necessidade de tomar uma decisão definitiva sobre a carreira militar. Keka queria compreender se ainda fazia sentido permanecer na profissão que havia escolhido anos antes.
A mudança começou a ganhar forma em 2018, quando ela passou a produzir conteúdo sobre viagens na internet. O trabalho começou de maneira espontânea, principalmente pelo Instagram. Com o crescimento do interesse do público, surgiram pedidos de pessoas que queriam viajar com ela. A procura acabou dando origem à Keka Pelo Mundo, empresa dedicada a expedições autorais, e a uma comunidade formada em torno das experiências compartilhadas nas redes sociais.
Em 2023, Keka publicou o livro Se você não sabe qual o próximo passo, talvez seja hora de viajar, reunindo parte das experiências adquiridas durante as viagens. Na época, havia visitado 85 países. O número continuou crescendo e chegou a 111 países, além de todos os continentes e de todos os estados brasileiros. Grande parte dessas viagens foi realizada sozinha.
A experiência também modificou sua relação com o próprio turismo. Para Keka, uma viagem não se resume ao destino escolhido, mas pode representar um período de mudanças e descobertas pessoais. Essa visão passou a orientar o trabalho desenvolvido pela empresa, que organiza expedições para destinos como Tailândia, Egito, Noruega e Fernando de Noronha.
A atuação de Keka também se expandiu para outros segmentos. Entre seus projetos está a Keka Flip, marca de sandálias que aposta em chinelas coloridas voltadas a pessoas que valorizam conforto e ousadia. A iniciativa amplia a presença da empreendedora para além do turismo e acompanha uma característica que aparece em diferentes projetos de sua trajetória: a construção de produtos e experiências associados à sua identidade e à forma como se relaciona com o público.

De acordo com informações apresentadas pela empreendedora, a agência já atendeu mais de mil viajantes e alcançou faturamento de sete dígitos, construído principalmente a partir da produção de conteúdo e da presença de Keka nas redes sociais.
Fernando de Noronha ganhou um significado especial nessa trajetória. Durante muito tempo, Keka enxergou a ilha como um destino distante e caro. A percepção mudou à medida que passou a frequentar o arquipélago e a estabelecer uma relação mais próxima com o local. A experiência resultou na criação da Casa da Keka, pousada e espaço de experiências instalado em Noronha.
A administração do empreendimento trouxe uma nova realidade profissional. A distância do continente e as particularidades logísticas da ilha acrescentaram desafios à gestão do negócio. Foi durante esse período que Keka passou a dedicar mais atenção a questões relacionadas à rotina, à espiritualidade e à relação com a natureza.
Nesse processo, começou a realizar transmissões ao vivo diariamente, às cinco horas da manhã, acompanhando o nascer do sol. Os encontros eram voltados a reflexões sobre escolhas, comportamento e mudanças pessoais. Segundo dados divulgados por Keka, mais de 50 mil pessoas passaram a acompanhar seu perfil nos 20 dias seguintes ao início dessa fase.
Foi nesse contexto que ganhou força um projeto que já vinha sendo pensado por ela: o Coragem é Músculo. A proposta parte da compreensão de que coragem não deve ser tratada apenas como uma característica que algumas pessoas possuem e outras não. Para Keka, trata-se de uma capacidade que pode ser exercitada e desenvolvida ao longo do tempo.
Com início previsto para 20 de setembro, o desafio terá duração de sete dias e será composto por atividades diárias e encontros ao vivo. A intenção é estimular os participantes a identificar situações em que o medo interfere em suas decisões e a desenvolver formas de transformar reflexão em atitude.
O projeto ainda está sendo estruturado e, segundo Keka, deverá ser construído também a partir da participação da comunidade. A proposta é que as experiências dos participantes contribuam para definir os próximos passos do desafio e para determinar se a iniciativa poderá ganhar proporções maiores.
A ideia de trabalhar a coragem está diretamente relacionada às decisões tomadas por Keka ao longo da vida. Viajar sozinha aos 18 anos, permanecer em outros países, deixar uma carreira de 12 anos como bombeira militar, iniciar um negócio próprio e assumir a administração de uma pousada em uma ilha são alguns dos momentos que ela identifica como importantes para sua trajetória.
As mudanças também alcançaram sua vida pessoal. Keka conta que, nos últimos anos, viveu transformações relacionadas à forma como compreende sua própria identidade e seus relacionamentos. Neste ano, casou-se em Fernando de Noronha com Verena, decisão que também considera parte de um processo de assumir escolhas pessoais diante das expectativas externas.
Apesar de defender o exercício da coragem, Keka faz uma distinção entre coragem e impulsividade. O conceito que apresenta é o de “coragem consciente”, baseado na avaliação dos riscos, no reconhecimento do medo e na responsabilidade pelas consequências de cada decisão. A proposta não é ignorar o receio diante de uma situação, mas compreender o que está por trás dele antes de tomar uma atitude.
A mesma perspectiva aparece nos projetos que desenvolve atualmente. Além do desafio Coragem é Músculo, Keka mantém a atuação no turismo autoral e na formação de profissionais por meio da MAVA, mentoria criada para pessoas interessadas em desenvolver seus próprios negócios no setor. O programa já reuniu aproximadamente uma centena de alunos em quatro turmas.
A trajetória que começou com um intercâmbio na Índia, passou pela carreira militar e ganhou novos rumos por meio das viagens chegou, portanto, a uma etapa em que Keka busca compartilhar não apenas os lugares que conheceu, mas também as escolhas que fizeram parte desse percurso. Entre viagens, empreendedorismo, hotelaria, produtos e formação profissional, seus projetos refletem uma trajetória construída a partir de diferentes experiências e decisões.
O Coragem é Músculo representa essa nova frente de trabalho e parte de uma convicção construída a partir da própria experiência: o medo pode fazer parte de uma decisão sem necessariamente determinar o caminho a ser seguido.

O desafio está previsto para começar em 20 de setembro e será divulgado pelo perfil @kekapelomundo.
Keka Pelo Mundo é ex-bombeira militar, viajante com 111 países visitados e fundadora de uma agência de expedições autorais. Também está à frente da Casa da Keka, em Fernando de Noronha, da MAVA, mentoria voltada ao turismo autoral, e da Keka Flip, marca de sandálias. É idealizadora do desafio Coragem é Músculo e casada com Verena.
Contato para pauta e entrevistas: Mava@kekapelomundo.com
Ou acesse:  

Continue Reading

Destaque

Do tatame aos negócios: 5 lições que uma campeã mundial de Jiu-Jítsu leva para o empreendedorismo

Disciplina, estratégia e capacidade de lidar com derrotas são alguns dos aprendizados do esporte de alta performance que Carina Santi aplica na gestão de sua empresa

Published

on


Crédito: Arquivos/ Almeida JJ Woman and Kids

No esporte de alto rendimento, resultado não costuma ser consequência de um único momento de esforço. Ele é construído a partir de repetição, disciplina, estratégia e capacidade de continuar mesmo quando os resultados não aparecem como esperado. Para a atleta e empresária Carina Santi, vice-campeã mundial de Jiu-Jítsu e à frente da Almeida JJ Woman and Kids, academia voltada ao público feminino em São Paulo, muitos dos aprendizados conquistados no tatame se tornaram ferramentas importantes para sua trajetória no empreendedorismo.

Ao longo da carreira esportiva, Carina precisou aprender a lidar com derrotas, controlar a ansiedade, reconhecer o momento certo de agir e confiar em uma equipe. No mundo dos negócios, esses mesmos princípios continuam presentes em sua rotina.

“Resultado não vem da intensidade de um dia só, vem da consistência de muitos dias comuns. O tatame me tirou a ilusão do esforço heroico e me ensinou o valor do processo repetido”afirma.

Segundo a empreendedora, cinco lições do Jiu-Jítsu são especialmente importantes para quem está construindo e administrando um negócio.

1. Disciplina não depende de motivação

No Jiu-Jítsu, Carina aprendeu que esperar pela motivação para treinar pode significar abrir mão da evolução. A constância, portanto, precisa existir mesmo nos dias em que a disposição não aparece.

No empreendedorismo, a lógica é semelhante. Há momentos em que resolver problemas, tomar decisões ou produzir conteúdo não está entre as atividades mais desejadas do dia, mas ainda assim precisam ser realizadas.

“Teve dia em que eu não tinha vontade nenhuma de resolver problema de academia ou gravar conteúdo, mas fiz porque tinha combinado comigo mesma. Motivação vem e vai. Disciplina é o que sustenta o negócio nos dias ruins”, explica.

Essa visão também influencia sua rotina. A empresária organiza horários para treinar, atender alunas, cuidar da filha e conduzir os projetos da empresa, mantendo os compromissos mesmo quando a rotina fica mais difícil.

2. Estratégia vence força bruta

No tatame, força física nem sempre é suficiente para superar um adversário. É preciso entender o jogo, observar os movimentos e escolher o momento adequado para agir.

Para Carina, esse princípio também é fundamental nos negócios. Empreender não significa necessariamente trabalhar mais horas ou tentar resolver tudo pela insistência, mas saber onde concentrar energia e recursos.

“No Jiu-Jítsu, quem só depende de força trava rápido contra alguém mais experiente. Empreender é igual: o mercado muda, o cliente muda, e quem não se adapta fica preso em uma estratégia que já não funciona”, afirma.

A capacidade de analisar cenários e fazer ajustes, portanto, pode ser mais importante do que simplesmente aumentar o esforço.

3. Derrota é informação, não identidade

Perder faz parte da trajetória de qualquer atleta. Para Carina, aprender a interpretar uma derrota foi essencial para continuar avançando na carreira e também se tornou uma habilidade importante no empreendedorismo.

“Perdi muita luta importante na carreira. Se eu tratasse cada derrota como um veredito sobre quem eu sou, teria parado há muito tempo”, conta.

 

Nos negócios, a empresária também já enfrentou erros, como decisões de contratação que não funcionaram e produtos que não tiveram o desempenho esperado. Em vez de transformar esses episódios em uma avaliação pessoal, ela procura enxergar o que pode ser extraído da experiência.

“Aprendi a separar ‘eu errei uma decisão’ de ‘eu sou um erro’. Dou espaço para sentir a frustração, mas rapidamente pergunto ‘o que isso me ensina?’ em vez de ‘o que isso diz sobre mim?’. Essa pergunta muda tudo”, afirma.

4. Paciência também faz parte da estratégia

No Jiu-Jítsu, tentar executar um movimento antes de encontrar a abertura adequada pode comprometer toda a luta. A atleta aprendeu, assim, que saber esperar também é uma forma de agir.

A mesma lógica foi aplicada à construção de seu negócio. Carina conta que já teve vontade de acelerar o crescimento da academia antes que a estrutura estivesse preparada para acompanhar a expansão.

“Já quis acelerar o crescimento da academia antes de ter estrutura pronta e entendi que negócio bom também respeita o tempo certo de cada movimento”, relata.

Para a empresária, paciência não significa ficar parado, mas observar o cenário, preparar a estrutura e reconhecer quando existe uma oportunidade real de avançar.

5. Um ambiente forte sustenta a performance individual

Embora o Jiu-Jítsu seja um esporte individual durante a luta, a preparação de um atleta de alto nível depende de uma rede de pessoas. Professores, parceiros de treino e equipe fazem parte do processo de desenvolvimento.

Essa percepção também está presente na gestão da Almeida JJ Woman and Kids. Carina afirma que construir uma equipe de confiança e aprender a delegar foram passos importantes para o crescimento da empresa.

“Nenhum atleta chega ao alto nível sozinho. Precisa de equipe, professor e parceiros de treino. Na Almeida JJ Woman and Kids eu levo isso a sério: construí uma equipe em quem confio e aprendi a delegar. Empresária que tenta segurar tudo sozinha quebra antes de crescer”, afirma.

Do tatame para a vida empreendedora

A experiência no esporte também mudou a maneira como Carina encara os momentos de incerteza. Em vez de esperar sentir-se completamente preparada para tomar uma decisão, ela defende a importância de começar e aprender durante o processo.

Para mulheres que desejam empreender, mas ainda têm receio de errar, a atleta recomenda não esperar que o medo desapareça para dar o primeiro passo.

“Comece antes de se sentir 100% pronta. No Jiu-Jítsu, ninguém entra na primeira luta sabendo tudo, aprende lutando. Empreender é a mesma lógica: a segurança vem depois da ação, não antes dela”, afirma.

Na visão da empresária, o medo pode continuar existindo, mas deixa de ser um impeditivo quando a pessoa desenvolve confiança a partir da própria experiência.

“O medo não vai embora sozinho. Ele diminui conforme você começa a andar mesmo com ele do lado”, conclui.

 

Continue Reading
Destaque1 dia ago

Do campo ao Direito Previdenciário: uma trajetória marcada pela proximidade com as pessoas

Destaque1 dia ago

De bombeira militar a idealizadora do desafio Coragem é Músculo: a trajetória de Keka Pelo Mundo

Destaque1 dia ago

Do tatame aos negócios: 5 lições que uma campeã mundial de Jiu-Jítsu leva para o empreendedorismo

Destaque2 dias ago

Escritora, atriz e bailarina reúne convidados na Livraria Drummond, na Avenida Paulista; assessor de imprensa e amigo, Elir Andrade prestigia o momento especial

Destaque2 dias ago

Menos etapas, mais resultado: SeuNoura Beauty aposta em uma nova era do skincare brasileiro

Destaque3 dias ago

SafeBeauty reúne profissionais do mercado da beleza em encontro para discutir transformações e novos caminhos para o setor

Eventos3 dias ago

HISTÓRIAS no Mineirão: Chitãozinho & Xororó, Zezé Di Camargo & Luciano, Victor & Leo e grandes lendas do sertanejo se reúnem em BH

Destaque4 dias ago

Alta performance sem exaustão: José Felipe Carneiro lança obra na Bienal Internacional do Livro de São Paulo

Destaque4 dias ago

Turnê ‘Churrasquinho Menos é Mais’, chega a Campinas neste sábado (12)

Destaque5 dias ago

Flacidez Após O Emagrecimento: Especialista Explica Como Cuidar Da Pele Durante E Depois Da Perda De Peso

Destaque5 dias ago

Elir Andrade transforma feriado em Pipa em networking, conexões e experiências

Destaque6 dias ago

Edgar Zamoner transforma experiência no mercado de consórcios em negócio que cresceu 1.150% em dois anos

Destaque1 semana ago

EXCLUSIVO | Nova geração de empresários assume protagonismo e mira o futuro da tradicional Vaquejada de Lagarto

MAIS ACESSADAS