Connect with us

Destaque

Novo marco do vale-alimentação reacende debate sobre taxas, prazos e custo do sistema tradicional de cartões

Mudanças no PAT tentam reduzir distorções históricas do mercado de benefícios, mas varejo e alimentação fora do lar ainda cobram mais equilíbrio na divisão dos custos Quase cinquenta anos depois da criação do Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT), o mercado de vale-alimentação e vale-refeição voltou ao centro do debate público no Brasil. As novas regras editadas pelo governo federal estabeleceram limites para as taxas cobradas dos estabelecimentos comerciais, reduziram prazos de repasse e determinaram a abertura gradual dos arranjos de pagamento. A intenção declarada é tornar o sistema mais competitivo, transparente e alinhado ao objetivo original do programa: garantir […]

Published

on

Mudanças no PAT tentam reduzir distorções históricas do mercado de benefícios, mas varejo e alimentação fora do lar ainda cobram mais equilíbrio na divisão dos custos

Quase cinquenta anos depois da criação do Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT), o mercado de vale-alimentação e vale-refeição voltou ao centro do debate público no Brasil. As novas regras editadas pelo governo federal estabeleceram limites para as taxas cobradas dos estabelecimentos comerciais, reduziram prazos de repasse e determinaram a abertura gradual dos arranjos de pagamento. A intenção declarada é tornar o sistema mais competitivo, transparente e alinhado ao objetivo original do programa: garantir alimentação ao trabalhador.

A discussão, no entanto, expôs uma questão que supermercados, bares, restaurantes e pequenos comerciantes apontam há anos: o custo do modelo tradicional de cartões de benefícios recai de forma desproporcional sobre quem vende alimentos e refeições. No formato historicamente praticado pelo setor, operadoras cobram taxas dos estabelecimentos, retêm os valores por determinados prazos e, em muitos casos, disputam contratos com grandes empresas por meio de condições comerciais que acabam financiadas pela própria cadeia varejista.

A Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) tem sido uma das entidades mais críticas a esse modelo. Em manifestações públicas, a entidade afirma que o sistema tradicional de vale-alimentação por cartão “está inflando os preços e prejudicando tanto comerciantes quanto consumidores”. A associação também aponta a existência de taxas de transação, administração, adesão e antecipação que, somadas, podem ultrapassar 15% do valor transacionado. Para representantes do varejo, essas distorções deveriam ser enfrentadas pelo novo marco regulatório, mas ainda há preocupação sobre a possibilidade de o setor buscar caminhos comerciais para preservar práticas que a norma tentou limitar.

Segundo a ABRAS, o setor movimenta cerca de R$ 190 bilhões por ano em moeda pré-paga e ainda opera com lacunas relevantes de supervisão financeira. A entidade também critica o chamado “floating”, prática associada ao período em que os valores pagos pelos trabalhadores permanecem sob controle das operadoras antes do reembolso aos estabelecimentos. Em alguns casos citados pela associação, esse prazo chegava a até 40 dias.

O novo decreto do PAT busca enfrentar parte dessas distorções. Entre as principais mudanças estão o teto de 3,6% para o custo efetivo de transação cobrado dos estabelecimentos, o prazo máximo de 15 dias para reembolso e a previsão de interoperabilidade, para que diferentes cartões possam ser aceitos em diferentes maquininhas. Na prática, a medida tenta reduzir o peso financeiro sobre supermercados, padarias, bares, restaurantes e outros pontos de alimentação.

Para o governo, a modernização do programa deve ampliar a concorrência e fortalecer a segurança jurídica do PAT. Para representantes do varejo, a medida é um avanço, mas ainda depende de fiscalização efetiva e adesão real das grandes operadoras. O presidente da ABRAS, João Galassi, tem defendido publicamente o cumprimento do decreto e a necessidade de que as novas regras cheguem de fato à ponta, com taxas menores, prazos reduzidos e maior aceitação dos cartões.

Em uma das manifestações sobre o tema, Galassi afirmou que não vê o cumprimento integral das novas regras pelas maiores empresas do setor. Segundo ele, Ticket, Pluxee, VR e Alelo deveriam estar operando com taxas reduzidas, repasse em até 15 dias e aceitação ampliada nas maquininhas. Para a ABRAS, a interoperabilidade é um ponto central porque pode aumentar a rede de aceitação e permitir que pequenos estabelecimentos disputem esse mercado em condições mais próximas das grandes redes.

No setor de alimentação fora do lar, a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) também tem tratado o tema como uma questão sensível para o equilíbrio econômico dos estabelecimentos. A entidade reconhece que a redução de custos para bares e restaurantes é uma demanda legítima e alerta que as mudanças precisam ser implementadas com cuidado para evitar insegurança operacional.

Em artigo publicado sobre as novas regras do PAT, o presidente-executivo da Abrasel, Paulo Solmucci, defendeu uma divisão mais proporcional dos custos entre empresas contratantes e restaurantes. A lógica apresentada pela entidade é simples: se o benefício atende ao empregador, ao trabalhador e ao estabelecimento, o custo da operação não deveria ficar concentrado em apenas uma ponta da cadeia. “Se a empresa paga 2%, o restaurante paga 2%. Essa lógica garante equilíbrio e evita penalização de um único lado”, afirmou Solmucci.

A preocupação dos bares e restaurantes não é nova. Em debates anteriores sobre portabilidade e interoperabilidade, a Abrasel já havia alertado que custos comerciais excessivos tendem a ser repassados ao cardápio, reduzindo o poder de compra do trabalhador. Em uma fala atribuída a Solmucci durante discussões sobre o tema, a entidade afirmou que, em determinados desenhos regulatórios, “o trabalhador não ganha nada, os restaurantes passam um sufoco danado e vão ter que repassar para o cardápio”.

O ponto comum entre supermercados e alimentação fora do lar está na crítica ao desequilíbrio do modelo tradicional. Ao longo dos anos, as operadoras de benefícios consolidaram uma posição relevante na intermediação entre empregadores, trabalhadores e estabelecimentos. O problema, segundo entidades do varejo, é que essa intermediação passou a gerar custos elevados justamente sobre quem tem menor poder de barganha: pequenos comércios, restaurantes independentes, padarias de bairro e mercados locais.

A Lei nº 14.442, de 2022, já havia tentado corrigir parte do problema ao proibir práticas como deságio, descontos, prêmios ou vantagens concedidas às empresas contratantes no âmbito do auxílio-alimentação. Essas práticas ficaram conhecidas no mercado como rebate. A lógica da proibição foi impedir que empresas contratantes recebessem vantagens comerciais financiadas indiretamente pelos estabelecimentos, que pagavam taxas maiores para aceitar os cartões. Uma das queixas do setor varejista é que o rebate teria mudado de formato e de nome, continuando a existir sob outras roupagens comerciais.

Com o novo decreto, o governo passou a atuar também sobre a outra ponta do sistema: a relação entre operadoras e comércio. Ao limitar taxas e prazos, a regulação procura reduzir o custo de aceitação e impedir que o comerciante seja obrigado a financiar, sozinho, a operação de um benefício que é contratado pelo empregador e utilizado pelo trabalhador.

Ainda assim, especialistas do setor avaliam que a efetividade das mudanças dependerá de fiscalização, clareza contratual e capacidade de impedir soluções paralelas que recriem, por outros caminhos, a lógica anterior. Uma das preocupações discutidas no mercado é a migração de empresas para modelos fora do PAT, nos quais as regras específicas do programa deixam de se aplicar. Embora a adesão ao PAT seja facultativa, a saída do programa pode retirar do sistema justamente as proteções que buscavam reduzir distorções para o varejo e para o trabalhador.

Nesse cenário, ganha força a discussão sobre alternativas tecnológicas e arranjos mais abertos de pagamento. A expansão do Pix, infraestrutura pública de pagamento instantâneo criada pelo Banco Central, passou a ser citada por empresas e especialistas como exemplo de uma rede mais ampla, de liquidação imediata e alta capilaridade no comércio. A questão central, nesse caso, é como garantir a destinação correta dos recursos para alimentação, exigência essencial no âmbito do PAT, sem depender necessariamente de redes fechadas de cartões.

Hoje, já há no mercado ao menos uma empresa cadastrada no PAT que afirma operar benefício de alimentação via Pix, com validação por software para garantir que os recursos sejam utilizados exclusivamente na alimentação do trabalhador. Nesse modelo, ocorre uma inversão da lógica tradicional: o custo da operação tende a recair sobre quem contrata e entrega o benefício, e não sobre o estabelecimento que aceita o pagamento.

Para Leandro Viana Colhado, fundador da Valepix, a solução baseada em Pix tende a ser mais barata do que os arranjos tradicionais de cartão por utilizar uma infraestrutura pública, instantânea e amplamente aceita no país. “Com tecnologia por software, é possível controlar a finalidade do benefício, validar o uso em alimentação e reduzir o custo da operação. O Pix amplia a rede de aceitação, simplifica o pagamento para o trabalhador e evita que o comerciante continue arcando com taxas elevadas”, afirma.

Para defensores desse modelo, soluções baseadas em infraestrutura aberta poderiam endereçar dois pontos centrais do debate: a interoperabilidade e a ampliação da rede de aceitação. Como o Pix já está incorporado à rotina de grande parte dos estabelecimentos brasileiros, sua utilização em benefícios corporativos, desde que acompanhada de mecanismos eficazes de controle de destinação, poderia reduzir barreiras de entrada para pequenos comércios, bares, restaurantes, padarias e mercados locais.

O debate, portanto, deixou de ser apenas sobre taxa. Ele passou a envolver arquitetura de mercado, concorrência, transparência, fiscalização e o papel da tecnologia na entrega de benefícios corporativos. Para o varejo, o ponto essencial é que o custo do sistema não continue concentrado em quem vende o alimento. Para trabalhadores, a expectativa é que maior concorrência e menor custo de intermediação se traduzam em mais poder de compra e maior rede de aceitação. Para empresas contratantes, o desafio é conciliar benefício fiscal, conformidade regulatória e eficiência operacional.

O PAT segue sendo uma das políticas públicas mais importantes de alimentação do trabalhador brasileiro. O que está em disputa, agora, é o desenho econômico da sua operação. O modelo tradicional de cartões cumpriu papel relevante na expansão dos benefícios corporativos, mas chega a 2026 pressionado por críticas sobre concentração, taxas, prazos, repasses de custo e resistência de parte das operadoras às normas que buscam modernizar o sistema. A modernização do programa tenta corrigir essas distorções sem desmontar o benefício. A resposta do mercado, da fiscalização e das empresas dirá se a mudança será estrutural ou apenas mais uma adaptação temporária de um sistema que há décadas opera com alto custo para a ponta mais frágil da cadeia.

Destaque

ESPM e Vogue conectam conhecimento e mercado na formação de novos profissionais do luxo

A convite da ESPM, Sophia Martins compartilhou sua experiência com alunos da Pós-Graduação em Marketing e Negócios para o Mercado de Luxo, em encontro conduzido pela professora Cíntia Lie Matuzawa São Paulo recebeu, nesta terça-feira (11), mais um encontro dedicado à formação de profissionais para um dos mercados que mais exigem repertório, estratégia e capacidade de antecipar comportamentos. A convite da ESPM, a empresária, escritora e especialista no mercado imobiliário Sophia Martins participou de uma aula especial com alunos da Pós-Graduação em Marketing e Negócios para o Mercado de Luxo, formação desenvolvida pela ESPM em parceria com a Vogue. O […]

Published

on

A convite da ESPM, Sophia Martins compartilhou sua experiência com alunos da Pós-Graduação em Marketing e Negócios para o Mercado de Luxo, em encontro conduzido pela professora Cíntia Lie Matuzawa

São Paulo recebeu, nesta terça-feira (11), mais um encontro dedicado à formação de profissionais para um dos mercados que mais exigem repertório, estratégia e capacidade de antecipar comportamentos. A convite da ESPM, a empresária, escritora e especialista no mercado imobiliário Sophia Martins participou de uma aula especial com alunos da Pós-Graduação em Marketing e Negócios para o Mercado de Luxo, formação desenvolvida pela ESPM em parceria com a Vogue.

Fotos Gabriel Lima

O encontro aconteceu na ESPM Tech, em São Paulo, e proporcionou uma troca entre a experiência de mercado da convidada e o conteúdo acadêmico desenvolvido na instituição.

Sophia foi recebida pela professora Cíntia Lie Matuzawa, que integra o corpo docente da pós-graduação e atua na disciplina de Arquitetura e Espaços de Experiência no Luxo. Em sua atuação acadêmica, Cíntia trabalha justamente uma das dimensões mais relevantes do luxo contemporâneo: a forma como arquitetura, ambiente e experiência participam da percepção de valor e da relação entre marcas e consumidores.

A presença de especialistas de diferentes áreas faz parte da proposta do ecossistema de luxo da ESPM, que busca aproximar excelência acadêmica, inovação e mercado, promovendo contato entre estudantes e profissionais atuantes na indústria de alto padrão.

Para Sophia Martins, o convite teve um significado especial pela relação de admiração que mantém com a instituição.

“Eu sempre enxerguei a ESPM como uma grande referência em educação, negócios e formação de profissionais. Então, receber esse convite para estar em sala de aula, dentro de uma pós-graduação dedicada ao mercado de luxo e em uma parceria com a Vogue, teve um significado muito especial para mim. Poder compartilhar o que vivi e, ao mesmo tempo, trocar com alunos e professores tão qualificados é o tipo de experiência que também nos faz aprender”, afirma Sophia Martins.

O luxo além do produto

Durante sua participação, Sophia levou para a sala de aula aprendizados de sua trajetória no mercado imobiliário e de alto padrão, abordando temas como posicionamento, comportamento do consumidor, construção de valor, experiência, vendas, relacionamento e as transformações do conceito de luxo.

A discussão dialoga diretamente com a proposta da pós-graduação, que prepara gestores, empreendedores e profissionais para compreender as particularidades dos negócios de luxo e os movimentos contemporâneos desse mercado.

“O luxo deixou de ser compreendido apenas pelo preço ou pela exclusividade de um produto. Ele está na experiência, no repertório, no atendimento, na personalização e na capacidade de construir valor em cada ponto de contato. É por isso que sempre digo: luxo não é preço, é método”, destacou Sophia.

Para Cíntia Lie Matuzawa, encontros com profissionais que vivenciam diferentes frentes do mercado contribuem para transformar a sala de aula em um espaço de discussão conectado ao mundo dos negócios.

“A riqueza de uma formação em luxo está também na diversidade de repertórios e na possibilidade de aproximar os alunos de experiências concretas de mercado. Essa troca amplia o olhar e ajuda a compreender como conceitos de experiência, posicionamento e construção de valor se materializam nos negócios”, destaca Cíntia Lie Matuzawa.

ESPM fortalece ecossistema dedicado ao mercado de luxo

A ESPM mantém um Hub de Luxo, ambiente dedicado ao estudo das tendências e transformações da indústria de alto padrão. A iniciativa reúne cursos, professores, especialistas, eventos e oportunidades de networking, reforçando a conexão entre educação e mercado.

Entre as formações está a Pós-Graduação em Marketing e Negócios para o Mercado de Luxo, desenvolvida em parceria com a Vogue e voltada à preparação de profissionais para atuar estrategicamente nesse ecossistema.

Próxima turma: para quem quer deixar de observar o mercado e começar a ocupar espaço nele

Para os profissionais que desejam construir carreira, empreender ou assumir posições estratégicas no segmento, a próxima turma da Pós-Graduação em Marketing e Negócios para o Mercado de Luxo da ESPM já tem início previsto para 19 de setembro de 2026, em São Paulo, no formato Hyflex. A ESPM também informa uma turma no Rio de Janeiro com início em 28 de setembro.

Fotos Gabriel Lima

Em um mercado no qual excelência deixou de ser diferencial para se tornar ponto de partida, formação, repertório e visão estratégica podem definir quem apenas acompanha as mudanças e quem estará preparado para liderá-las.

As informações sobre programa, inscrições e próximas turmas estão disponíveis nos canais oficiais da ESPM.

Continue Reading

Destaque

Cantora paraense Raquel Pantoja inicia nova fase na carreira após chamar atenção de empresários do setor musical

Natural de Oriximiná e criada em Terra Santa, no oeste do Pará, a cantora Raquel Pantoja começa a escrever um novo capítulo em sua trajetória artística. Conhecida pela determinação em superar os desafios impostos pela distância dos grandes centros do país, a artista passa a contar com o apoio de empresários que decidiram investir no desenvolvimento de sua carreira. A rotina de Raquel retrata a realidade de muitos moradores da região amazônica. Sempre que precisa cumprir compromissos profissionais, o primeiro desafio não é chegar ao aeroporto, mas enfrentar uma viagem de mais de dez horas de barco até Manaus. Somente […]

Published

on

Natural de Oriximiná e criada em Terra Santa, no oeste do Pará, a cantora Raquel Pantoja começa a escrever um novo capítulo em sua trajetória artística. Conhecida pela determinação em superar os desafios impostos pela distância dos grandes centros do país, a artista passa a contar com o apoio de empresários que decidiram investir no desenvolvimento de sua carreira.

Raquel Pantoja

A rotina de Raquel retrata a realidade de muitos moradores da região amazônica. Sempre que precisa cumprir compromissos profissionais, o primeiro desafio não é chegar ao aeroporto, mas enfrentar uma viagem de mais de dez horas de barco até Manaus. Somente depois desse percurso é que ela consegue embarcar para outras cidades do Brasil.

Mesmo diante das dificuldades logísticas, a cantora nunca deixou de investir no sonho de viver da música. A persistência e o talento da artista chamaram a atenção dos empresários Maicon Lacerda e Henrique Douglas, responsáveis pelas empresas Abrealas e Doug Filmes, que anunciaram uma parceria para impulsionar sua carreira.

O trabalho prevê ações voltadas ao fortalecimento da imagem da cantora, produção de novos projetos musicais e estratégias para ampliar sua presença no mercado nacional. A proposta é apresentar o trabalho de Raquel a novos públicos, sem que ela perca a identidade construída a partir de suas raízes amazônicas.

A nova fase representa um passo importante para a artista paraense, que transforma os desafios enfrentados desde o início da carreira em inspiração para seguir em busca de espaço na música brasileira. Com o suporte da Abrealas e da Doug Hits, Raquel Pantoja aposta na expansão de sua trajetória e na conquista de novas oportunidades em diferentes regiões do país.

https://www.instagram.com/reel/Db6oSvbPwHM/?igsh=MXV2cmNla2NpMmd5ZQ==

Continue Reading

Destaque

Fhabi Hanna muda visual e anuncia nova fase na música: “Descobri uma versão de mim que ainda não tinha sido revelada”

Cantora transforma a imagem enquanto prepara novas composições e promete apresentar ao público uma fase mais madura, intensa e pessoal Com mais de 500 mil seguidores no Instagram, Fhabi Hanna começa a preparar um novo capítulo de sua trajetória como cantora. Enquanto trabalha em novas composições e define os próximos movimentos da carreira musical, a artista decidiu antecipar essa transformação por meio de uma mudança imediatamente perceptível pelo público: o visual. A nova cor de cabelo funciona como uma espécie de cartão de visitas para uma fase que, segundo Fhabi, começou muito antes da transformação estética. O objetivo é fazer […]

Published

on

Cantora transforma a imagem enquanto prepara novas composições e promete apresentar ao público uma fase mais madura, intensa e pessoal

Com mais de 500 mil seguidores no Instagram, Fhabi Hanna começa a preparar um novo capítulo de sua trajetória como cantora. Enquanto trabalha em novas composições e define os próximos movimentos da carreira musical, a artista decidiu antecipar essa transformação por meio de uma mudança imediatamente perceptível pelo público: o visual.

A nova cor de cabelo funciona como uma espécie de cartão de visitas para uma fase que, segundo Fhabi, começou muito antes da transformação estética. O objetivo é fazer com que essa mudança seja percebida principalmente quando suas próximas músicas chegarem ao público.

A decisão aconteceu em um período no qual a cantora passou a avaliar os ciclos que pretendia encerrar e os caminhos que deseja seguir profissionalmente.

“Todos nós atravessamos momentos em que mudar deixa de ser uma escolha e passa a ser uma necessidade. Há ciclos que precisam chegar ao fim para que novas histórias possam começar. Comigo foi exatamente assim: senti, no fundo da alma, que aquele era o momento de fechar uma porta e ter coragem para abrir outras”

Nova imagem acompanha transformação artística

Embora a mudança no cabelo seja o elemento mais evidente dessa transformação, Fhabi Hanna afirma que o processo envolve também a maneira como passou a compreender sua própria identidade.

Para a cantora, amadurecer artisticamente não significa abandonar características apresentadas anteriormente, mas permitir que outros aspectos de sua personalidade também encontrem espaço.

“Essa nova fase representa uma Fhabi Hanna mais forte, intensa e decidida. Uma mulher disposta a mudar, a se reinventar e, principalmente, a enfrentar de frente os novos capítulos da própria história”

A artista considera que a transformação está relacionada mais à evolução do que a uma ruptura com aquilo que construiu até agora.

“Continuo fiel à minha essência, mas hoje tenho a maturidade e a coragem de deixar o passado exatamente onde ele deve estar: para trás. Não mudei quem eu sou. Apenas descobri uma versão de mim que ainda não tinha sido revelada”

Experiências pessoais começam a virar novas músicas

É no repertório em desenvolvimento que essa nova identidade deverá aparecer de maneira mais consistente. Fhabi Hanna trabalha atualmente em composições que misturam experiências pessoais, sentimentos e histórias criadas a partir da imaginação.

A proposta não é construir um trabalho inteiramente autobiográfico. A cantora pretende utilizar também personagens e situações fictícias para explorar diferentes narrativas por meio das músicas.

“Existem composições que nascem de experiências profundamente pessoais, de sentimentos que vivi e de histórias que fizeram parte da minha trajetória. Outras surgem da imaginação, de narrativas fictícias e de universos que também me inspiram”

Apesar das diferentes origens das histórias, Fhabi identifica um elemento comum entre as novas composições.

“No fim, todas carregam algo em comum: verdade, emoção e uma parte de mim.”

A utilização de experiências reais e ficcionais também amplia as possibilidades narrativas da nova fase. Em vez de limitar as músicas aos acontecimentos de sua própria trajetória, a artista busca construir histórias capazes de encontrar identificação em experiências vividas pelo público.

Fhabi Hanna aposta em amadurecimento

Ao comparar o momento atual com etapas anteriores da carreira, Fhabi evita tratar a transformação como abandono de sua antiga identidade. Para ela, existe uma continuidade entre aquilo que já apresentou e a artista que pretende mostrar nos próximos trabalhos.

“Uma versão incrivelmente melhor. Mais madura, mais consciente, mais livre e, acima de tudo, mais verdadeira”

A cantora também relaciona esse processo à liberdade de experimentar novos caminhos.

“Acredito que evoluir não significa deixar de ser quem somos, mas ter coragem de nos tornar quem sempre tivemos vontade de ser.”

Esse tipo de reposicionamento tornou-se parte importante da construção de carreiras musicais em um ambiente no qual imagem, redes sociais e lançamentos estão cada vez mais conectados. No caso de Fhabi, porém, a intenção é fazer com que o visual funcione como consequência de uma transformação artística, e não como seu elemento principal.

A voz será o principal sinal da nova fase

Se o cabelo tornou a mudança imediatamente visível para seus mais de meio milhão de seguidores, Fhabi Hanna acredita que será por meio da voz e das novas músicas que o público conseguirá compreender melhor esse momento.

“A mudança no visual foi apenas a projeção de algo que já estava enraizado dentro de mim. O exterior apenas revelou uma transformação que já vinha acontecendo por dentro”

A expectativa da artista é justamente transferir essa sensação para o repertório que está sendo desenvolvido.

“Espero que, principalmente através da minha voz, vocês consigam sentir que existe algo novo chegando. Uma nova fase, uma nova energia, uma nova Fhabi Hanna! Estou pronta para viver o novo!”

Ainda sem revelar todos os detalhes dos próximos lançamentos, Fhabi Hanna trabalha na construção das músicas que deverão materializar essa transformação. A mudança de visual apresentou ao público a primeira imagem desse novo capítulo.

Agora, a cantora prepara a parte mais importante: fazer com que essa evolução também possa ser ouvida.

Continue Reading
Destaque4 horas ago

ESPM e Vogue conectam conhecimento e mercado na formação de novos profissionais do luxo

Destaque7 horas ago

Cantora paraense Raquel Pantoja inicia nova fase na carreira após chamar atenção de empresários do setor musical

Destaque8 horas ago

Fhabi Hanna muda visual e anuncia nova fase na música: “Descobri uma versão de mim que ainda não tinha sido revelada”

Música9 horas ago

Davi Quaresma celebra lançamento de “Por Mim, Por Nós”, ao lado de Sorriso Maroto e Dilsinho no projeto “Lado B do Sorriso”

Destaque12 horas ago

George Henrique & Rodrigo levam seus sucessos ao interior de Minas Gerais nesta sexta (17)

Música15 horas ago

Lis Avancini lança “Deus Vê” e surpreende com técnica vocal popularizada por Mariah Carey 

Destaque15 horas ago

Histórias transforma o Serra Dourada em palco para encontro de lendas do sertanejo

Destaque15 horas ago

A estética do atual: Menos exagero, mais naturalidade e rejuvenescimento inteligente

Geral17 horas ago

O Último Beijo do Vinny”: apresentador anuncia despedida do palco do Baile da Capital e deixa público intrigado

Destaque18 horas ago

Consórcio é ou não é investimento? Bruno Queiroz leva essa discussão ao centro da Expert XP 2026

Destaque1 dia ago

Durval Lelys mobiliza fãs em campanha de doação de perucas

Destaque1 dia ago

Julie Milk: A força de uma voz que transformou posicionamento em influência

Destaque1 dia ago

Zé Henrique faz visita surpresa e realiza sonho do pequeno Gabriel em Arenápolis

MAIS ACESSADAS