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Novo marco do vale-alimentação reacende debate sobre taxas, prazos e custo do sistema tradicional de cartões

Mudanças no PAT tentam reduzir distorções históricas do mercado de benefícios, mas varejo e alimentação fora do lar ainda cobram mais equilíbrio na divisão dos custos Quase cinquenta anos depois da criação do Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT), o mercado de vale-alimentação e vale-refeição voltou ao centro do debate público no Brasil. As novas regras editadas pelo governo federal estabeleceram limites para as taxas cobradas dos estabelecimentos comerciais, reduziram prazos de repasse e determinaram a abertura gradual dos arranjos de pagamento. A intenção declarada é tornar o sistema mais competitivo, transparente e alinhado ao objetivo original do programa: garantir […]

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Mudanças no PAT tentam reduzir distorções históricas do mercado de benefícios, mas varejo e alimentação fora do lar ainda cobram mais equilíbrio na divisão dos custos

Quase cinquenta anos depois da criação do Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT), o mercado de vale-alimentação e vale-refeição voltou ao centro do debate público no Brasil. As novas regras editadas pelo governo federal estabeleceram limites para as taxas cobradas dos estabelecimentos comerciais, reduziram prazos de repasse e determinaram a abertura gradual dos arranjos de pagamento. A intenção declarada é tornar o sistema mais competitivo, transparente e alinhado ao objetivo original do programa: garantir alimentação ao trabalhador.

A discussão, no entanto, expôs uma questão que supermercados, bares, restaurantes e pequenos comerciantes apontam há anos: o custo do modelo tradicional de cartões de benefícios recai de forma desproporcional sobre quem vende alimentos e refeições. No formato historicamente praticado pelo setor, operadoras cobram taxas dos estabelecimentos, retêm os valores por determinados prazos e, em muitos casos, disputam contratos com grandes empresas por meio de condições comerciais que acabam financiadas pela própria cadeia varejista.

A Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) tem sido uma das entidades mais críticas a esse modelo. Em manifestações públicas, a entidade afirma que o sistema tradicional de vale-alimentação por cartão “está inflando os preços e prejudicando tanto comerciantes quanto consumidores”. A associação também aponta a existência de taxas de transação, administração, adesão e antecipação que, somadas, podem ultrapassar 15% do valor transacionado. Para representantes do varejo, essas distorções deveriam ser enfrentadas pelo novo marco regulatório, mas ainda há preocupação sobre a possibilidade de o setor buscar caminhos comerciais para preservar práticas que a norma tentou limitar.

Segundo a ABRAS, o setor movimenta cerca de R$ 190 bilhões por ano em moeda pré-paga e ainda opera com lacunas relevantes de supervisão financeira. A entidade também critica o chamado “floating”, prática associada ao período em que os valores pagos pelos trabalhadores permanecem sob controle das operadoras antes do reembolso aos estabelecimentos. Em alguns casos citados pela associação, esse prazo chegava a até 40 dias.

O novo decreto do PAT busca enfrentar parte dessas distorções. Entre as principais mudanças estão o teto de 3,6% para o custo efetivo de transação cobrado dos estabelecimentos, o prazo máximo de 15 dias para reembolso e a previsão de interoperabilidade, para que diferentes cartões possam ser aceitos em diferentes maquininhas. Na prática, a medida tenta reduzir o peso financeiro sobre supermercados, padarias, bares, restaurantes e outros pontos de alimentação.

Para o governo, a modernização do programa deve ampliar a concorrência e fortalecer a segurança jurídica do PAT. Para representantes do varejo, a medida é um avanço, mas ainda depende de fiscalização efetiva e adesão real das grandes operadoras. O presidente da ABRAS, João Galassi, tem defendido publicamente o cumprimento do decreto e a necessidade de que as novas regras cheguem de fato à ponta, com taxas menores, prazos reduzidos e maior aceitação dos cartões.

Em uma das manifestações sobre o tema, Galassi afirmou que não vê o cumprimento integral das novas regras pelas maiores empresas do setor. Segundo ele, Ticket, Pluxee, VR e Alelo deveriam estar operando com taxas reduzidas, repasse em até 15 dias e aceitação ampliada nas maquininhas. Para a ABRAS, a interoperabilidade é um ponto central porque pode aumentar a rede de aceitação e permitir que pequenos estabelecimentos disputem esse mercado em condições mais próximas das grandes redes.

No setor de alimentação fora do lar, a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) também tem tratado o tema como uma questão sensível para o equilíbrio econômico dos estabelecimentos. A entidade reconhece que a redução de custos para bares e restaurantes é uma demanda legítima e alerta que as mudanças precisam ser implementadas com cuidado para evitar insegurança operacional.

Em artigo publicado sobre as novas regras do PAT, o presidente-executivo da Abrasel, Paulo Solmucci, defendeu uma divisão mais proporcional dos custos entre empresas contratantes e restaurantes. A lógica apresentada pela entidade é simples: se o benefício atende ao empregador, ao trabalhador e ao estabelecimento, o custo da operação não deveria ficar concentrado em apenas uma ponta da cadeia. “Se a empresa paga 2%, o restaurante paga 2%. Essa lógica garante equilíbrio e evita penalização de um único lado”, afirmou Solmucci.

A preocupação dos bares e restaurantes não é nova. Em debates anteriores sobre portabilidade e interoperabilidade, a Abrasel já havia alertado que custos comerciais excessivos tendem a ser repassados ao cardápio, reduzindo o poder de compra do trabalhador. Em uma fala atribuída a Solmucci durante discussões sobre o tema, a entidade afirmou que, em determinados desenhos regulatórios, “o trabalhador não ganha nada, os restaurantes passam um sufoco danado e vão ter que repassar para o cardápio”.

O ponto comum entre supermercados e alimentação fora do lar está na crítica ao desequilíbrio do modelo tradicional. Ao longo dos anos, as operadoras de benefícios consolidaram uma posição relevante na intermediação entre empregadores, trabalhadores e estabelecimentos. O problema, segundo entidades do varejo, é que essa intermediação passou a gerar custos elevados justamente sobre quem tem menor poder de barganha: pequenos comércios, restaurantes independentes, padarias de bairro e mercados locais.

A Lei nº 14.442, de 2022, já havia tentado corrigir parte do problema ao proibir práticas como deságio, descontos, prêmios ou vantagens concedidas às empresas contratantes no âmbito do auxílio-alimentação. Essas práticas ficaram conhecidas no mercado como rebate. A lógica da proibição foi impedir que empresas contratantes recebessem vantagens comerciais financiadas indiretamente pelos estabelecimentos, que pagavam taxas maiores para aceitar os cartões. Uma das queixas do setor varejista é que o rebate teria mudado de formato e de nome, continuando a existir sob outras roupagens comerciais.

Com o novo decreto, o governo passou a atuar também sobre a outra ponta do sistema: a relação entre operadoras e comércio. Ao limitar taxas e prazos, a regulação procura reduzir o custo de aceitação e impedir que o comerciante seja obrigado a financiar, sozinho, a operação de um benefício que é contratado pelo empregador e utilizado pelo trabalhador.

Ainda assim, especialistas do setor avaliam que a efetividade das mudanças dependerá de fiscalização, clareza contratual e capacidade de impedir soluções paralelas que recriem, por outros caminhos, a lógica anterior. Uma das preocupações discutidas no mercado é a migração de empresas para modelos fora do PAT, nos quais as regras específicas do programa deixam de se aplicar. Embora a adesão ao PAT seja facultativa, a saída do programa pode retirar do sistema justamente as proteções que buscavam reduzir distorções para o varejo e para o trabalhador.

Nesse cenário, ganha força a discussão sobre alternativas tecnológicas e arranjos mais abertos de pagamento. A expansão do Pix, infraestrutura pública de pagamento instantâneo criada pelo Banco Central, passou a ser citada por empresas e especialistas como exemplo de uma rede mais ampla, de liquidação imediata e alta capilaridade no comércio. A questão central, nesse caso, é como garantir a destinação correta dos recursos para alimentação, exigência essencial no âmbito do PAT, sem depender necessariamente de redes fechadas de cartões.

Hoje, já há no mercado ao menos uma empresa cadastrada no PAT que afirma operar benefício de alimentação via Pix, com validação por software para garantir que os recursos sejam utilizados exclusivamente na alimentação do trabalhador. Nesse modelo, ocorre uma inversão da lógica tradicional: o custo da operação tende a recair sobre quem contrata e entrega o benefício, e não sobre o estabelecimento que aceita o pagamento.

Para Leandro Viana Colhado, fundador da Valepix, a solução baseada em Pix tende a ser mais barata do que os arranjos tradicionais de cartão por utilizar uma infraestrutura pública, instantânea e amplamente aceita no país. “Com tecnologia por software, é possível controlar a finalidade do benefício, validar o uso em alimentação e reduzir o custo da operação. O Pix amplia a rede de aceitação, simplifica o pagamento para o trabalhador e evita que o comerciante continue arcando com taxas elevadas”, afirma.

Para defensores desse modelo, soluções baseadas em infraestrutura aberta poderiam endereçar dois pontos centrais do debate: a interoperabilidade e a ampliação da rede de aceitação. Como o Pix já está incorporado à rotina de grande parte dos estabelecimentos brasileiros, sua utilização em benefícios corporativos, desde que acompanhada de mecanismos eficazes de controle de destinação, poderia reduzir barreiras de entrada para pequenos comércios, bares, restaurantes, padarias e mercados locais.

O debate, portanto, deixou de ser apenas sobre taxa. Ele passou a envolver arquitetura de mercado, concorrência, transparência, fiscalização e o papel da tecnologia na entrega de benefícios corporativos. Para o varejo, o ponto essencial é que o custo do sistema não continue concentrado em quem vende o alimento. Para trabalhadores, a expectativa é que maior concorrência e menor custo de intermediação se traduzam em mais poder de compra e maior rede de aceitação. Para empresas contratantes, o desafio é conciliar benefício fiscal, conformidade regulatória e eficiência operacional.

O PAT segue sendo uma das políticas públicas mais importantes de alimentação do trabalhador brasileiro. O que está em disputa, agora, é o desenho econômico da sua operação. O modelo tradicional de cartões cumpriu papel relevante na expansão dos benefícios corporativos, mas chega a 2026 pressionado por críticas sobre concentração, taxas, prazos, repasses de custo e resistência de parte das operadoras às normas que buscam modernizar o sistema. A modernização do programa tenta corrigir essas distorções sem desmontar o benefício. A resposta do mercado, da fiscalização e das empresas dirá se a mudança será estrutural ou apenas mais uma adaptação temporária de um sistema que há décadas opera com alto custo para a ponta mais frágil da cadeia.

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Elir Andrade e Babi Muniz, ex-Panicat, aproveitam fim de tarde sofisticado no Jockey Club de São Paulo

Encontro reúne estilo, personalidade e o charme de um dos cenários mais tradicionais da capital paulista São Paulo foi o cenário de um fim de tarde marcado por elegância, descontração e boas companhias. O assessor de imprensa Elir Andrade e a influenciadora Babi Muniz, conhecida por sua passagem pelo Pânico na TV como Panicat, aproveitaram momentos especiais no Jockey Club de São Paulo, um dos endereços mais emblemáticos da capital paulista. Em meio à atmosfera sofisticada do local, o encontro ganhou destaque pela sintonia entre os dois, que aproveitaram o ambiente para curtir a cidade sob uma perspectiva que combina […]

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Encontro reúne estilo, personalidade e o charme de um dos cenários mais tradicionais da capital paulista

São Paulo foi o cenário de um fim de tarde marcado por elegância, descontração e boas companhias. O assessor de imprensa Elir Andrade e a influenciadora Babi Muniz, conhecida por sua passagem pelo Pânico na TV como Panicat, aproveitaram momentos especiais no Jockey Club de São Paulo, um dos endereços mais emblemáticos da capital paulista.

Em meio à atmosfera sofisticada do local, o encontro ganhou destaque pela sintonia entre os dois, que aproveitaram o ambiente para curtir a cidade sob uma perspectiva que combina lifestyle, networking e o universo das personalidades que movimentam o cenário do entretenimento brasileiro.

Com presença marcante e carisma, Babi Muniz segue despertando a atenção do público nas redes sociais, onde compartilha momentos de sua rotina, projetos e experiências. Já Elir Andrade vem construindo sua trajetória no mercado de comunicação e assessoria de imprensa, conectando nomes de diferentes segmentos à mídia e ampliando sua atuação no universo das celebridades e dos negócios.

O Jockey Club, conhecido por sua arquitetura imponente e por receber encontros que transitam entre o esporte, a gastronomia e o lifestyle, serviu como pano de fundo para esse registro especial em São Paulo.

Mais do que um simples passeio, o momento traduz o estilo de vida de quem valoriza experiências, boas conexões e os cenários que fazem parte da atmosfera cosmopolita paulistana.

Entre conversas, elegância e o charme da capital, Elir Andrade e Babi Muniz protagonizaram um encontro que reúne dois universos em evidência: a comunicação e o entretenimento.

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Ratanabá: descobertas monumentais e expedições de ponta revelam os mistérios de uma civilização ancestral na Amazônia

Dakila Pesquisas reúne registros de campo impressionantes, formações rochosas e vestígios arqueológicos inéditos, fortalecendo as evidências de uma antiga e avançada civilização em território brasileiro.

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Crânios de formato alongado, marcas singulares em formações rochosas e estruturas monumentais em meio à vegetação amazônica estão entre os fascinantes registros apresentados pelo Dakila Pesquisas. A associação lidera as investigações sobre Ratanabá, reunindo fortes indícios de que a região amazônica abrigou a primeira grande civilização da humanidade, apresentando o local como uma verdadeira capital de alcance mundial no passado.
O vasto material documentado pelo grupo inclui fotografias de alta resolução, coordenadas geográficas exatas e descrições minuciosas de ocorrências observadas durante rigorosas expedições. No centro dessas descobertas estão os intrigantes crânios alongados e as marcas conhecidas como Pezão de Ratanabá, impressões gigantescas perfeitamente preservadas na rocha.

Crânios alongados e a biologia de nossos ancestrais
Para o Dakila Pesquisas, os crânios alongados encontrados corroboram a existência de uma população com características biológicas únicas e diferenciadas. Esse acervo arqueológico representa uma peça fundamental para compreender as linhagens que habitaram a América do Sul. A equipe analisa detalhadamente o contexto desses achados para traçar o perfil biológico e cultural dessa sociedade fascinante.
Pezão de Ratanabá: as marcas dos gigantes na rocha
Outro elemento de grande impacto nas investigações são as marcas batizadas de Pezão de Ratanabá. As impressões milenares cravadas nas rochas indicam a presença de seres de proporções muito superiores às humanas, um achado que atesta a grandiosidade dos habitantes primordiais da região e desafia o que se conhecia sobre a história antiga do Brasil.
Com um compromisso inabalável com a preservação, as expedições registram blocos de dimensões colossais, sulcos e estruturas arquitetônicas complexas que repousam sob a vegetação. Empregando métodos não invasivos de ponta, a equipe fotografa e georreferencia cada detalhe. O rigor metodológico é tanto que as informações catalogadas são prontamente mapeadas e encaminhadas ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), demonstrando a seriedade e o compromisso institucional do trabalho.
Pesquisas avançam e mapeiam Mato Grosso, Amazonas e Pará
As atividades de campo avançam de forma estruturada, com registros concentrados no Mato Grosso, Amazonas e Pará. O grupo reúne profissionais multidisciplinares para documentar as ocorrências e cruzar os dados de altíssima precisão obtidos nas expedições.
Estruturas antes ocultas pelos sedimentos e pela densa floresta estão sendo sistematicamente reveladas. O banco de dados do projeto, riquíssimo em coordenadas, descrições topográficas e cronologia, pavimenta o caminho para a consolidação deste monumental mapeamento arqueológico.
Caminho de Peabiru e o geoglifo em São Paulo
Além do desbravamento amazônico, a excelência do grupo se estende ao interior paulista. O Dakila Pesquisas tem mapeado o mítico Caminho de Peabiru, uma impressionante malha viária indígena que conectava a América do Sul.
Com o auxílio de tecnologia de drones e levantamentos aéreos, a equipe identificou valetas e traçados topográficos no sudeste de São Paulo que compõem um grandioso geoglifo. O trabalho minucioso busca evidenciar a complexa rede de engenharia e comunicação de nossos ancestrais.

Cidade Zigurats: o polo tecnológico da pesquisa
Toda essa operação monumental tem como base a Cidade Zigurats, localizada em Corguinho (MS), sede de excelência do Ecossistema Dakila. O complexo moderno funciona como o polo de inteligência onde os dados das expedições são processados. O espaço, que frequentemente sedia encontros de campo e imersões (como a intensa programação realizada em outubro), é a espinha dorsal de todo o suporte logístico para as investigações sobre Ratanabá.
Equipe técnica de peso e multidisciplinaridade
Para garantir a precisão e a autoridade dos levantamentos, a associação conta com um corpo técnico altamente qualificado. A frente das análises estão especialistas como o geoarqueólogo Saulo Ivan Nery, graduado em Geografia pela FCT/Unesp; a arqueóloga Giovanna Neiva (UFPI), especialista em arqueologia pré-contato e arte rupestre; e a arqueóloga Natália Reikdal (FURG).
A expertise acadêmica desses profissionais — unindo geografia, etnologia e geoarqueologia — confere grande solidez à condução das pesquisas. Com um trabalho incansável de campo e análises aprofundadas, o Dakila Pesquisas segue desvendando a história de Ratanabá, compartilhando de forma transparente com o público provas robustas que têm o potencial de reescrever não apenas a história do Brasil, mas de toda a civilização humana.

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Em um mercado onde todos podem aprender as mesmas estratégias, Thalia Danda mostra por que o verdadeiro diferencial está em quem você é

Empresária, fundadora da Thera Educacional, criadora da Formação A.C.A. e coautora de um manual de empreendedorismo feminino, Thalia Danda desenvolveu uma metodologia que propõe um novo olhar sobre a análise humana: investigar padrões arquetípicos, identidade, comportamento e essência se expressam na vida e nos negócios. Durante anos, o mercado ensinou empreendedores a buscar diferenciação pelo conhecimento: fazer mais cursos, dominar novas ferramentas, aprender técnicas de vendas e acompanhar tendências. Mas, em um cenário em que a informação está cada vez mais acessível  e a inteligência artificial torna os conhecimentos e estratégias ainda mais replicáveis, uma nova pergunta começa a ganhar […]

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Empresária, fundadora da Thera Educacional, criadora da Formação A.C.A. e coautora de um manual de empreendedorismo feminino, Thalia Danda desenvolveu uma metodologia que propõe um novo olhar sobre a análise humana: investigar padrões arquetípicos, identidade, comportamento e essência se expressam na vida e nos negócios.

Durante anos, o mercado ensinou empreendedores a buscar diferenciação pelo conhecimento: fazer mais cursos, dominar novas ferramentas, aprender técnicas de vendas e acompanhar tendências. Mas, em um cenário em que a informação está cada vez mais acessível  e a inteligência artificial torna os conhecimentos e estratégias ainda mais replicáveis, uma nova pergunta começa a ganhar relevância: o que permanece único?

Divulgação

Para a empresária e Analista Comportamental Arquetípica Thalia Danda, a resposta está na identidade.

“Conhecimento pode ser aprendido. Estratégias podem ser copiadas. Ferramentas podem ser acessadas por qualquer pessoa. Mas a forma como cada indivíduo pensa, sente, se relaciona, lidera, comunica e transforma sua essência em valor é única”, afirma.

É a partir dessa visão que Thalia vem desenvolvendo um trabalho que aproxima arquétipos, comportamento, identidade e mercado, defendendo que o próximo nível do desenvolvimento pessoal e profissional não está apenas em saber mais, mas em compreender profundamente quem se é e como essa identidade pode ser expressa de forma estratégica.

Quando autenticidade deixa de ser discurso e se torna estratégia

Depois de empreender em diferentes áreas e vivenciar, na prática, os desafios de construir negócios, liderar pessoas, vender, se posicionar e recomeçar, Thalia percebeu um padrão: muitas empreendedoras não precisavam necessariamente de mais informação. Precisavam compreender melhor a si mesmas.

Foi dessa experiência que nasceu sua atuação com a Análise Comportamental Arquetípica (A.C.A.), uma abordagem que utiliza os arquétipos como ferramenta para conectar três dimensões fundamentais: quem a pessoa é, como ela se comporta e como expressa sua essência no mundo. 

A proposta é olhar para além da personalidade aparente e compreender padrões que influenciam decisões, comunicação, liderança, relacionamentos, posicionamento e a maneira como uma pessoa constrói seu negócio.

“Quando você entende apenas o que fazer, você depende de uma fórmula. Quando você entende quem você é, começa a construir uma estratégia que pode ser sustentada por você”, explica Thalia. 

Para ela, essa mudança representa uma transformação importante no mercado: sair da busca constante por modelos prontos e entrar em uma era em que autenticidade pode se tornar uma vantagem competitiva.  

Da experiência empreendedora a uma metodologia que virou formação

A trajetória de Thalia não começou nos arquétipos. Empreendendo desde jovem, ela passou por diferentes segmentos e experiências profissionais antes de consolidar sua atuação no desenvolvimento humano, comportamento e negócios.

Essa vivência em diferentes mercados foi determinante para a construção de sua metodologia. Ao observar diferentes perfis de empreendedoras, Thalia começou a investigar por que algumas pessoas conseguem sustentar determinados modelos de negócio com naturalidade enquanto outras, mesmo aplicando estratégias reconhecidas, sentem que estão constantemente desempenhando um personagem.

O resultado dessa investigação foi o desenvolvimento do Método de Mapeamento Arquetípico®, utilizado para identificar e interpretar aspectos relacionados à identidade, comportamento, talentos, padrões, desafios e formas de expressão de cada indivíduo.

O método posteriormente deu origem à Formação de Analistas Comportamentais Arquetípicos (A.C.A.), ampliando a proposta para profissionais que almejam utilizar a leitura arquetípica em processos de desenvolvimento pessoal e profissional.

A formação parte da compreensão de que arquétipos não precisam ser utilizados apenas como uma linguagem de imagem ou branding. Elas são padrões que unem informação e cria forma através de seus comportamentos, identidade, potencialidades, padrões de sabotagem, emoções, mentalidade, comunicação, liderança e posicionamento.

O novo diferencial não é saber mais. É ser impossível de substituir.

A tese defendida por Thalia dialoga com uma transformação maior no ambiente empreendedor.

Se antes o diferencial estava principalmente no acesso à informação, hoje praticamente qualquer pessoa pode aprender uma técnica, contratar uma ferramenta, utilizar inteligência artificial, reproduzir uma estratégia de marketing ou estudar um determinado assunto.

O que permanece singular é a combinação entre história, identidade, repertório, visão de mundo, comportamento e capacidade de expressão.

É nesse ponto que a análise arquetípica entra como ferramenta de desenvolvimento.

Para Thalia, compreender os próprios padrões não significa criar um personagem para o mercado. É justamente o contrário: significa retirar camadas que impedem a pessoa de expressar aquilo que já existe nela.

“Autenticidade não é simplesmente mostrar sua personalidade. É compreender quem você é suficientemente bem para que suas decisões, sua comunicação, seu posicionamento e seu negócio tenham coerência com essa identidade.”

A tese também modifica a forma de pensar do desenvolvimento profissional. Em vez de perguntar apenas “o que eu preciso aprender?”, a empreendedora passa a investigar “quem eu preciso ser para sustentar aquilo que quero construir?”

Instagram: @thaliadanda_ e @theraeducacional_ 

Email: theraeducacionalbr@gmail.com

Contato: 51 991001985

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