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NR-1 entra em vigor sob caos regulatório e acende alerta de insegurança jurídica no Brasil

Em episódio exibido no dia 27 de maio, Stephanie Dalmazo, Vinny D’Lakart e o psicólogo Rodrigo Tognareli criticam subjetividade da norma e cobram respostas urgentes do Ministério do Trabalho créditos: divulgação A entrada em vigor da nova atualização da NR-1, no último dia 26 de maio, colocou empresas brasileiras em estado de alerta e abriu um intenso debate sobre insegurança jurídica, subjetividade técnica e saúde mental no ambiente corporativo. O tema ganhou repercussão nacional após o episódio do podcast “Café com Benefícios”, exibido ontem (27), reunir Stephanie Dalmazo,comunicadora digital e host do podcast, Vinny D’Lakart, radialista e co-host, e o […]

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Em episódio exibido no dia 27 de maio, Stephanie Dalmazo, Vinny D’Lakart e o psicólogo Rodrigo Tognareli criticam subjetividade da norma e cobram respostas urgentes do Ministério do Trabalho

créditos: divulgação

A entrada em vigor da nova atualização da NR-1, no último dia 26 de maio, colocou empresas brasileiras em estado de alerta e abriu um intenso debate sobre insegurança jurídica, subjetividade técnica e saúde mental no ambiente corporativo. O tema ganhou repercussão nacional após o episódio do podcast “Café com Benefícios”, exibido ontem (27), reunir Stephanie Dalmazo,comunicadora digital e host do podcast, Vinny D’Lakart, radialista e co-host, e o psicólogo especializado Rodrigo Tognareli para discutir as fragilidades da regulamentação. Durante a conversa, os participantes criticaram a falta de critérios objetivos para aplicação da norma e alertaram para o risco de judicialização em massa envolvendo adoecimento emocional nas empresas.

Um dos principais pontos levantados no episódio foi a ausência de respostas do Ministério do Trabalho diante de questionamentos técnicos enviados formalmente ainda no início de maio. Segundo Stephanie Dalmazo, o setor empresarial foi surpreendido por uma norma que entrou em vigor sem esclarecimentos oficiais sobre sua implementação prática. “A grande preocupação é que as empresas estão sendo cobradas por critérios que ainda não foram esclarecidos oficialmente. Existe um vazio técnico muito perigoso”, afirmou. Ela destacou ainda que pedidos envolvendo metodologia, responsabilidade profissional e critérios de avaliação seguem sem retorno, ampliando a insegurança jurídica para empregadores e profissionais de RH.

Outro ponto crítico debatido no podcast foi a inexistência de um questionário científico homologado nacionalmente para avaliação dos chamados riscos psicossociais. Na prática, isso abre espaço para que diferentes consultorias, empresas e fiscais utilizem metodologias distintas, muitas vezes sem rigor científico, criando interpretações subjetivas e potencialmente conflitantes. Vinny D’Lakart criticou o crescimento acelerado de soluções superficiais no mercado. “Criou-se uma corrida por adequação emocional sem que exista sequer uma metodologia nacional homologada. Hoje qualquer pessoa faz um curso rápido e se vende como especialista em risco psicossocial”, declarou.

Os participantes também demonstraram preocupação com a falta de clareza sobre quais profissionais possuem competência técnica para conduzir as avaliações exigidas pela NR-1. Atualmente, não existe definição objetiva sobre quem pode atuar oficialmente nesse processo, psicólogos, médicos do trabalho, engenheiros de segurança ou consultorias multidisciplinares. Além disso, especialistas apontam que a norma desconsidera diferenças fundamentais entre os CNAEs, tratando de maneira semelhante empresas de setores completamente distintos, como hospitais, transportadoras, indústrias e escritórios administrativos, mesmo diante de realidades emocionais e operacionais radicalmente diferentes.

O psicólogo Rodrigo Tognareli foi um dos mais enfáticos ao alertar para o risco de banalização da saúde mental corporativa. Segundo ele, a ausência de critérios científicos claros pode transformar um tema extremamente sério em um processo burocrático vulnerável a distorções. “A saúde mental é séria demais para virar apenas um checklist corporativo. Sem critérios científicos claros, corremos o risco de banalizar tanto o sofrimento real quanto os próprios processos de avaliação”, afirmou. Tognareli também chamou atenção para a dificuldade de estabelecer nexo causal em casos de adoecimento emocional, lembrando que transtornos psicológicos possuem origem multifatorial e nem sempre podem ser atribuídos exclusivamente ao ambiente de trabalho.

Embora o Ministério do Trabalho tenha adotado o critério de “dupla visita” nos primeiros 90 dias, permitindo orientação antes de eventual autuação, especialistas afirmam que a medida apenas adia um problema estrutural muito maior. O receio do mercado é que a nova redação da NR-1, criada para fortalecer a proteção emocional no ambiente corporativo, acabe produzindo exatamente o efeito contrário: ansiedade, instabilidade e medo de responsabilização futura tanto para empresas quanto para colaboradores. O debate promovido pelo “Café com Benefícios” expôs um tema que já movimenta bastidores de departamentos jurídicos, consultorias e grandes corporações: a possibilidade de o Brasil caminhar para uma nova era de passivos trabalhistas ligados à saúde mental corporativa.

Assista o episódio completo

Geral

Braços mais firmes, contorno definido: o que a cirurgia plástica pode e não podefazer pelo paciente?

Braquioplastia ganha espaço no debate sobre contorno corporal e flacidez. Entenda quando a cirurgia é indicada, quais são seus limites e por que a cicatriz deve fazer parte da decisão do paciente.

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Braços mais firmes e contornados estão entre os objetivos de quem busca harmonizar a silhueta, especialmente após grandes perdas de peso, oscilações ponderais ou mudanças naturais da pele com o envelhecimento. Mas, quando exercícios físicos e cuidados corporais não são suficientes para corrigir o excesso de pele, a cirurgia plástica pode ser uma alternativa. A braquioplastia, também conhecida como lifting de braços, é o procedimento indicado para remover o excedente cutâneo e remodelar a região entre a axila e o cotovelo.

A dimensão desse interesse aparece nos dados internacionais. De acordo com a pesquisa global de 2024 da International Society of Aesthetic Plastic Surgery(ISAPS), foram realizadas aproximadamente 212 mil cirurgias de lifting de braços no mundo, colocando o procedimento entre as 20 intervenções cirúrgicas estéticas mais realizadas por cirurgiões plásticos naquele ano. O número representa cerca de 1,2% do total de cirurgias estéticas contabilizadas pela pesquisa. 

O levantamento também aponta que o volume global de procedimentos cirúrgicos e não cirúrgicos de estética ultrapassou 37 milhões em 2024. O dado ajuda a dimensionar o mercado, mas não significa que a procura por braquioplastia tenha crescido no mesmo ritmo: na comparação com 2023, o número global de liftings de braço caiu 19,4%, enquanto permaneceu 68,4% acima do registrado em 2020. A leitura dos números, portanto, exige contexto, e não apenas a associação entre popularidade e crescimento contínuo.

Tornear os braços: nem sempre a solução é retirar gordura

Um dos equívocos mais comuns é acreditar que todo braço com volume ou aparência flácida precisa de lipoaspiração. A escolha da técnica depende da causa predominante: gordura localizada, excesso de pele ou combinação dos dois fatores. Quando existe gordura localizada e a pele apresenta boa elasticidade, a lipoaspiração pode ser considerada após avaliação médica. Já quando há flacidez significativa, especialmente depois de emagrecimento expressivo, a braquioplastia pode ser necessária para remover o excesso de pele. Em situações selecionadas, os procedimentos podem ser associados.

“Tornear os braços não significa simplesmente retirar volume. O planejamento precisa considerar a qualidade da pele, a distribuição da gordura, a proporção corporal e, sobretudo, o grau de flacidez. Em alguns pacientes, a lipoaspiração pode ser suficiente; em outros, retirar o excesso de pele é fundamental para alcançar um contorno mais definido. A decisão técnica deve ser individualizada, com transparência sobre os resultados possíveis e as marcas que a cirurgia pode deixar.”Consideram Dr. Seung Lee.

O que o paciente precisa saber antes da cirurgia?

A braquioplastia pode proporcionar contornos mais suaves e firmes, mas não deve ser tratada como uma intervenção sem marcas ou riscos. A Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) destaca que o procedimento costuma deixar uma cicatriz na face interna do braço, cujo comprimento varia conforme a quantidade e a localização da pele excedente. Em determinados casos, a incisão pode se estender da axila em direção ao cotovelo. Esse é um dos principais pontos da decisão: o paciente precisa compreender o equilíbrio entre a melhora esperada do contorno e a cicatriz permanente. O aspecto final da marca varia de acordo com fatores individuais, técnica cirúrgica e processo de cicatrização.

A avaliação pré-operatória deve considerar o estado geral de saúde, o histórico clínico, o uso de medicamentos, o tabagismo, cirurgias anteriores, a estabilidade do peso e as expectativas do paciente. Pessoas com peso relativamente estável, flacidez significativa e condições clínicas adequadas podem ser candidatas, desde que a indicação seja confirmada pelo cirurgião. Também é essencial conversar abertamente sobre riscos, que incluem sangramento, infecção, acúmulo de líquido, alterações de sensibilidade, problemas de cicatrização, assimetria, cicatrizes desfavoráveis e, em algumas situações, necessidade de uma nova intervenção. Como em qualquer cirurgia, não há garantia de um resultado específico.

Recuperação: o resultado depende também do pós-operatório

Após a cirurgia, podem ser necessários curativos, malha ou bandagem compressiva, acompanhamento médico e restrição temporária de atividades físicas e movimentos que tensionem as incisões. O retorno ao trabalho, aos exercícios e à rotina deve respeitar a evolução individual e as orientações da equipe cirúrgica.

A manutenção dos resultados também está relacionada à estabilidade do peso, aos cuidados com a saúde e às características naturais da pele. O envelhecimento continua acontecendo, e mudanças expressivas de peso podem modificar o contorno ao longo do tempo. Mais do que perseguir um padrão estético, a escolha deve partir de uma conversa franca sobre o que incomoda o paciente, quais benefícios são realistas e quais concessões serão necessárias. Na cirurgia plástica, a sofisticação do resultado começa antes do centro cirúrgico: está na indicação correta, no planejamento criterioso e na segurança de cada etapa.


Crédito | Divulgação – Dr. Seung Hoon Lee [Acervo Pessoal]



 

Dr. Seung Hoon Lee [Dr. Seung Lee]
Cirurgião Plástico
CRM  174914 | RQE: 59954
Clínica Seung Lee® | São Paulo, SP


SAIBA_MAIS
seunglee.com.br/
www.instagram.com/dr.seung/
www.instagram.com/clinica.seunglee/

Fontes de dados e informação ao paciente

• ISAPS — Global Survey 2024: estatísticas internacionais de procedimentos cirúrgicos e não cirúrgicos. https://www.isaps.org/media/lcvdjt1f/isaps-global-survey_2024.pdf
• Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) — Lifting de braço: indicações, preparação, riscos e recuperação. https://www.cirurgiaplastica.org.br/cirurgias-e-procedimentos/contorno-corporal/lifting-de-braco/
• American Society of Plastic Surgeons (ASPS) — Arm Lift: informações sobre candidatos, técnica, recuperação e segurança. https://www.plasticsurgery.org/cosmetic-procedures/arm-lift



 

Dr. Seung Hoon Lee [Dr. Seung Lee]
Cirurgião Plástico
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Clínica Seung Lee® | São Paulo, SP


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Fontes de dados e informação ao paciente

• ISAPS — Global Survey 2024: estatísticas internacionais de procedimentos cirúrgicos e não cirúrgicos. https://www.isaps.org/media/lcvdjt1f/isaps-global-survey_2024.pdf
• Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) — Lifting de braço: indicações, preparação, riscos e recuperação. https://www.cirurgiaplastica.org.br/cirurgias-e-procedimentos/contorno-corporal/lifting-de-braco/
• American Society of Plastic Surgeons (ASPS) — Arm Lift: informações sobre candidatos, técnica, recuperação e segurança. https://www.plasticsurgery.org/cosmetic-procedures/arm-lift

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Sindicato das Empregadas e Trabalhadores Domésticos da Grande SP inaugura nova sede em Barueri

Nova unidade, localizada no Centro Comercial de Alphaville, amplia o atendimento e aproxima o Sindicato das trabalhadoras e trabalhadores domésticos da região

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O Sindicato das Empregadas e Trabalhadores Domésticos da Grande SP inaugurou uma nova sede em Barueri, na região de Alphaville, ampliando sua estrutura de atendimento e fortalecendo a presença da entidade junto às trabalhadoras e trabalhadores domésticos que atuam na região.
A nova unidade foi criada com o propósito de facilitar o acesso da categoria à informação, orientação, atendimento jurídico e suporte nas relações de trabalho, oferecendo um espaço mais próximo para quem precisa esclarecer dúvidas ou buscar orientação sobre seus direitos.
Localizada no Centro Comercial de Alphaville – Calçada das Violetas, nº 307, 1º Piso, a unidade passa a funcionar como um novo ponto de atendimento do Sindicato na região.
Entre os serviços oferecidos estão atendimento jurídico, cálculos trabalhistas, orientações sobre direitos e deveres, esclarecimentos sobre relações de trabalho, além de outras demandas relacionadas à categoria.
A escolha de Barueri, especialmente da região de Alphaville, também está relacionada à necessidade de aproximar o Sindicato de um importante polo de atuação de trabalhadoras e trabalhadores domésticos, muitos deles empregados em residências e condomínios da região.
“Queremos estar onde as trabalhadoras e os trabalhadores estão. Muitas vezes, uma dúvida que parece pequena pode fazer uma grande diferença na vida profissional de uma pessoa. Nossa missão é estar perto, ouvir, orientar e defender os direitos da categoria”, destaca *Janaina Souza presidente do sindicato e da federação* 
A inauguração da nova sede representa mais uma iniciativa da entidade para ampliar os canais de atendimento, fortalecer a representação sindical e facilitar o acesso da categoria aos serviços oferecidos pelo Sindicato.
Mais do que um novo endereço, a unidade de Barueri chega com a proposta de ser um espaço permanente de acolhimento, informação, orientação e defesa dos direitos das trabalhadoras e trabalhadores domésticos.
Divulgação 

SERVIÇO
Nova sede do Sindicato das Empregadas e Trabalhadores Domésticos da Grande SP – Barueri/Alphaville
📍 Endereço: Centro Comercial de Alphaville – Calçada das Violetas, nº 307 – 1º Piso
📍 Barueri – SP
Atendimento: orientação jurídica, cálculos trabalhistas, informações sobre direitos e deveres e demais questões relacionadas ao trabalho doméstico.
Mais perto de você. Mais perto da categoria.
O Sindicato convida as trabalhadoras e trabalhadores domésticos de Barueri, Alphaville e região a conhecerem a nova unidade e procurarem atendimento sempre que precisarem de informação, orientação ou suporte relacionado às relações de trabalho.

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Conexões que transformam acesso em crescimento

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Ecossistemas de relacionamento e conhecimento vêm criando novas possibilidades para empresários que buscam escalar negócios, ampliar repertório e acessar oportunidades que normalmente não chegam pelas vias convencionais
         
Há uma diferença cada vez mais perceptível entre estar em um ambiente de negócios e fazer, de fato, parte dele. Para empresários que já construíram operações relevantes, o próximo estágio de crescimento nem sempre está relacionado apenas a capital, estrutura ou investimento. Muitas vezes, está no acesso às pessoas certas, às conversas certas e aos ambientes em que decisões, oportunidades e conexões acontecem antes de chegarem ao mercado. É nesse contexto que a trajetória de Tony Conzendey, fundador e CEO do Instituto Visão Solidária (IVS) e criador do projeto social Criança de Visão, vem ganhando uma nova dimensão. À frente de uma rede de franquias de óticas em expansão pelo Brasil, Tony passou a integrar de maneira mais próxima o ecossistema empresarial construído por Ricardo Nunes, fundador e presidente do Grupo R1 e também fundador da Ricardo Eletro. A aproximação ampliou não apenas sua rede de relacionamento, mas também o campo de possibilidades para a expansão de negócios, posicionamento e projetos de impacto social. A participação no Clube R1 passou a colocar Tony e sua marca em contato recorrente com empresários, executivos, investidores, marcas e diferentes setores da economia, em um ambiente no qual relacionamento deixa de ser apenas networking e passa a funcionar como ferramenta estratégica de negócios.
*“Eu sempre acreditei que crescimento não acontece sozinho. Você pode ter uma empresa estruturada, um bom produto, uma boa operação e disposição para investir. Mas existem determinados ambientes aos quais você simplesmente não chega apenas com dinheiro. O que mudou para mim foi compreender o valor de estar próximo de pessoas que já percorreram caminhos que eu ainda estou percorrendo”*, afirma Tony Conzendey.
Segundo o empresário, a experiência também trouxe uma percepção diferente sobre o conceito de acesso.
*“Existem oportunidades que você pode tentar comprar, patrocinar ou perseguir durante anos. E existem oportunidades que surgem porque você está no ambiente certo, construindo relações verdadeiras e entregando valor. Essa diferença é enorme. O Clube R1 me permitiu enxergar e viver situações que, sinceramente, eu considero que seriam muito difíceis de alcançar apenas por investimento financeiro”*, complementa.
Crédito | Divulgação – Ricardo Nunes e Tony Conzenday

A dinâmica por trás desse movimento está diretamente relacionada à trajetória de Ricardo Nunes. Com mais de três décadas de atuação no mercado, o empresário construiu sua carreira no varejo e esteve à frente da expansão da Ricardo Eletro, transformando uma operação que começou com uma estrutura enxuta em uma das marcas de maior reconhecimento e valor do varejo brasileiro. Ao longo dessa trajetória, acumulou não apenas experiência empresarial, mas uma rede de relacionamentos construída durante décadas de negociações, decisões, parcerias e convivência com diferentes setores da economia. Hoje, parte desse patrimônio relacional está estruturada dentro de um ecossistema próprio, que busca aproximar empresários e criar oportunidades de conexão que ultrapassam a lógica tradicional de networking. Para Ricardo, compartilhar essa experiência é uma extensão natural de sua própria trajetória.
*“Eu passei mais de 30 anos construindo negócios, errando, acertando, negociando, conhecendo pessoas e entendendo como os mercados funcionam. Uma coisa que aprendi é que conhecimento só ganha valor quando consegue gerar transformação para outra pessoa. O que fazemos no R1 é justamente criar ambiente para que empresários possam trocar, se conectar e encontrar caminhos que talvez sozinhos demorassem muito mais tempo para encontrar”*, afirma Ricardo Nunes.
A proposta, segundo ele, não é simplesmente ampliar uma agenda de contatos.
*“Não se trata de apresentar um empresário para outro e esperar que alguma coisa aconteça. Existe contexto, existe confiança, existe reputação e existe o momento certo. Quando você consegue colocar essas quatro coisas juntas, uma conversa pode se transformar em negócio, uma relação pode se transformar em parceria e uma oportunidade pode mudar o patamar de uma empresa”*, explica.
O caso de Tony ilustra uma transformação que vem ganhando espaço no ambiente empresarial: a percepção de que relacionamento de alto nível pode ser tão estratégico quanto capital, tecnologia ou estrutura comercial No Grupo R1 o relacionamento é um ativo estratégico. A lógica do “high level relation” parte justamente desse princípio. Não se trata de quantidade de contatos, mas da qualidade das conexões, da capacidade de compreender os interesses envolvidos e, principalmente, de criar aproximações que façam sentido para todos os lados. Nesse modelo, o relacionamento passa a ser tratado como um ativo empresarial. Para empresários que já possuem produtos, serviços e operações consolidadas, o desafio muitas vezes deixa de ser simplesmente vender mais. Passa a ser encontrar os ambientes capazes de acelerar posicionamento, abrir novas frentes, aproximar grandes players e colocar suas marcas diante de interlocutores que dificilmente seriam acessados pelos canais convencionais. É uma mudança de perspectiva: do networking espontâneo para uma arquitetura estratégica de relacionamento. No caso de Tony Conzendey, essa dinâmica acontece paralelamente à expansão de uma operação que já ultrapassou a lógica de uma única unidade de varejo e se consolidou como uma rede de franquias de óticas com presença em diferentes regiões do país. Ao mesmo tempo, o empresário vem ampliando o alcance de iniciativas de impacto social, entre elas o Criança de Visão, projeto criado para levar atendimento e cuidado com a saúde visual a crianças. A combinação entre negócio, relacionamento e propósito passou a criar novas possibilidades para a marca.
*“Quando você consegue colocar uma empresa que tem capacidade de gerar negócio dentro de um ambiente que também valoriza propósito, relacionamento e impacto, as possibilidades mudam. O Criança de Visão deixa de ser apenas um projeto social e passa a fazer parte de uma conversa maior sobre responsabilidade, empresas e transformação”*, afirma Tony.
Um dos aspectos mais relevantes dessa experiência está justamente na natureza das oportunidades proporcionadas pelo ecossistema e da sua força que não tem como atribuir valor financeiro. Existem ambientes empresariais cujo valor não está em uma entrada, uma inscrição ou em uma cota de patrocínio. O valor está na credibilidade acumulada por quem os construiu e nas relações que foram estabelecidas ao longo de décadas. É por isso que determinados acessos são percebidos por empresários como oportunidades que não seriam necessariamente obtidas apenas por investimento financeiro.
*“Dinheiro abre algumas portas. Mas não abre todas. Existem portas que só abrem quando existe confiança, histórico e relacionamento. E isso leva tempo para ser construído. Quem as tem, tem um tesouro inestimável”*, resume Ricardo Nunes.
A experiência de Tony reforça essa percepção.
*“Eu poderia investir muito dinheiro tentando chegar a determinados lugares e pessoas, mas isso não significa que eu seria recebido da mesma maneira ou que eu de fato conseguiria. Quando você chega por meio de uma relação construída com credibilidade, você não está simplesmente entrando em uma sala. Você está entrando em uma conversa que já tem contexto e assim, você já chega com crédito.*, diz o empresário.
Essa é uma das características que vêm fazendo do ambiente criado por Ricardo Nunes um ponto de aproximação para empresários em diferentes estágios de crescimento. Mais do que um espaço de networking, a proposta é criar uma comunidade empresarial na qual conhecimento prático, relacionamento e oportunidade possam circular de maneira mais orgânica.
*De empresário para empresário*
A aproximação entre Tony Conzendey e Ricardo Nunes também revela uma característica particular desse modelo: a troca acontece entre empresários que conhecem, na prática, os desafios de construir e escalar uma empresa. Não há apenas uma relação entre educador empresarial e acadêmico empresarial. Existe uma interlocução entre quem já construiu uma trajetória empresarial extensa e quem está em processo de ampliar uma operação nacional. Ricardo traz para esse ambiente a experiência acumulada em décadas de varejo, enquanto empresários como Tony chegam com suas próprias histórias, operações, mercados e desafios. É dessa combinação que surgem novas possibilidades.
*“O meu papel não é dizer para o empresário o que ele deve fazer. É compartilhar aquilo que eu vivi, aquilo que funcionou, aquilo que não funcionou e colocar pessoas em contato. A decisão continua sendo de cada empresário. Mas ele não precisa tomar todas as decisões sozinho”*, afirma Ricardo.
O movimento evidencia uma transformação importante no ambiente empresarial brasileiro: em uma economia na qual informação está cada vez mais disponível, acesso qualificado, confiança e relacionamento passaram a assumir um peso ainda maior. E, para empresários que já possuem uma história construída, o próximo salto pode estar menos relacionado a quanto estão dispostos a investir e mais relacionado a com quem estão conectados, onde estão presentes e quais conversas conseguem acessar. É nesse espaço que experiências empresariais, relacionamento estratégico e oportunidades de alto nível passam a se encontrar.
SAIBA MAIS
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